sábado, outubro 12, 2013

MAIS ATENÇÃO COM ELA!!


Olá meninas, feriado show para vocês.

Nosso bate-papo hoje é sobre o beabá da higiene íntima em cada fase da vida.

O crédito Carmen Cagnoni / Edição: MdeMulher com Conteúdo MÁXIMA.

Nessa oportunidade a autora afirma que cuidar da higiene íntima é uma tarefa rotineira dominada por todas as mulheres. Certo? Errado. Novas pesquisas revelam que muitas precisam redobrar a atenção com a limpeza para evitar infecções, coceiras e odores desagradáveis.

Vamos então ver mais detalhes.

Uma pesquisa inédita sobre hábitos de higiene íntima entre universitárias, coordenada pelo Departamento de Tocoginecologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), aponta muitos hábitos inadequados de higiene. O estudo, realizado com 367 estudantes com idade média de 22 anos, mostra que mais da metade (52,6%) das entrevistadas tomam um banho por dia e apenas 11,5% têm o hábito de usar duchas higiênicas (não as que são introduzidas na vagina). Somente 7,7% higienizam a genitália e a região perianal com água corrente após urinar e 12,6% depois da evacuação. Quase 90% das universitárias usam exclusivamente papel para higiene anal e, dessas, 19,2% fazem a limpeza de trás para a frente - um erro grave, já que o ânus é cheio de bactérias. No período menstrual, apenas 18% aumentam a frequência do asseio e 39% referem ter corrimento vaginal constantemente.
É por causa de erros como esses que muitas se queixam de coceira, fissuras e secreções frequentes, o que leva a uma doença. "As infecções mais comuns decorrentes da falta de higiene são a tricomoníase, causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis; a gardnerella, consequência da superpopulação de bactérias do tipo Gardnerella vaginalis; e a candidíase, originada pelo fungo Candida albicans", diz o ginecologista Paulo César Giraldo, professor da Unicamp. Os sintomas são parecidos: corrimento de cor amarelada ou esverdeada, odor desagradável, prurido, coceira e, às vezes, manchas brancas nas paredes da vulva. Entenda o que mais você precisa saber.

Beabá da limpeza

A recomendação é que a higiene seja feita de uma a três vezes ao dia; superior a três vezes no período menstrual; sempre após a relação sexual e a atividade física, de preferência com água e sabonete especial e usando só os dedos. Esponja, cotonete ou qualquer outro apetrecho deve ser descartado, pois pode provocar ferimentos. Os dedos oferecem maior mobilidade na hora da limpeza, o que é importante para lavar o clitóris e retirar o esmegma, resíduo branco formado por células epiteliais, óleo e gordura genital. Siga o passo a passo:

1. Usando água corrente morna, sabonete líquido específico e os dedos, lave a vulva (parte exterior do aparelho genital feminino) e a região pubiana (dos pelos) com movimentos delicados e circulares. Limpe também os sulcos interlabiais (entre os pequenos e os grandes lábios) e o clitóris. Depois, com os dedos na horizontal, a higiene deve ser feita da vagina para o ânus, para que não haja contato do material retal com o genital.

2. Faça a higienização por, no máximo, três minutos em cada área, evitando, assim, que a região fique ressecada.

3. Enxágue as áreas higienizadas com água.

4. Seque a região com toalha macia para evitar a proliferação bacteriana, fúngica ou viral.

Parceiro ideal

A vagina possui uma proteção natural promovida por bactérias do grupo Lactobacillus casei, que formam a chamada flora vaginal. Elas deixam o pH local ácido, evitando a proliferação de fungos e bactérias. Entretanto, os lactobacilos não garantem uma proteção 100% eficaz, por isso é necessária uma boa limpeza. Mas higiene íntima não significa higiene interna. Ela deve se concentrar na região da vulva, sem ser direcionada para a vagina. O nível de acidez pode ser comprometido pela água e por sabonetes alcalinos, eliminando a proteção natural e facilitando a proliferação de micro-organismos nocivos. "A higienização deve ser feita com sabonetes íntimos que tragam ácido láctico e, assim, mantêm o pH vaginal estável, prevenindo infecções", diz a ginecologista Rosa Maria Neme, do Hospital Israelita Albert Einstein (SP).

Se a rotina não permite o asseio constante e recomendado da área genital, limpe-a com lenços umedecidos (sem perfume) para que restos de papel e sujeira orgânica não se acumulem na vulva, causando irritação e coceira.

Mulher de fases

Confira como deve ser o cuidado em cada etapa da vida

Infância

A recém-nascida apresenta pH da pele em torno de 6,0 (ácido), que decresce até 4,5 por volta do quarto dia de vida. O uso de algumas substâncias na pele pode alterar esse pH, tornando-o mais alcalino e diminuindo a sua capacidade protetora.

O que fazer - Use sabonete com pH levemente ácido (4,2 a 5,5), em todo o corpo na hora do banho e após a evacuação. Seque sem fricção.

Adolescência

O organismo inicia a produção de estrogênio, elemento importante para o desenvolvimento dos mecanismos de defesa genital. Um deles é o pH ácido, que deve ser mantido em equilíbrio.

O que fazer - "Os cuidados com a higiene íntima da adolescente são semelhantes aos da mulher adulta. A jovem deve usar sabonetes íntimos adequados para regular o pH da região", explica Paulo César Giraldo.

Gravidez

A pele da vulva e a vagina sofrem influência dos hormônios produzidos, com mudanças no pH e na flora vaginal.

O que fazer - Utilize produtos hipoalergênicos e próprios para a higienização íntima.

Menopausa

Ocorre diminuição na produção dos hormônios femininos, o que torna comuns problemas como secura vaginal. Outra consequência é a redução dos lactobacilos e do ácido láctico, levando a irritações. A menor quantidade de hormônios e as mudanças próprias da fase tornam a pele da vulva mais fina e ressecada.

O que fazer - A limpeza deve ser mais delicada e é indispensável o uso de sabonete com pH levemente ácido, no máximo duas vezes ao dia, para evitar maior ressecamento e consequente prurido.

Até amanhã meninas.

Ramep

Por

Iris de Queiroz

Projetos Sociais

quinta-feira, outubro 10, 2013

UMA FEIRA EXCELENTE


Desde já nosso agradecimento ao BH HAIR que carinhosamente patrocinou nossa feira.









quarta-feira, outubro 09, 2013

NÃO PARA A GORDOFOBIA!!


Olá meninas lindas da Ramep, bom dia.

Nosso encontro hoje celebra a reportagem de Julia Baptista, especial para o iG com o tema: "Gordofobia" na vida real.

A matéria propõe conhecer mulheres que enfrentam o mesmo drama vivido por Perséfone, a enfermeira discriminada por ser obesa em "Amor à Vida".

Vamos ver os detalhes.

Perséfone, personagem da atriz e comediante Fabiana Karla, começou sua história na novela global "Amor à Vida" com um objetivo básico: perder a virgindade. Na faixa dos 30 anos, Perséfone tem uma vida financeira e profissional estável: é enfermeira e mora em seu próprio apartamento. Mas, para manter-se bem relacionada socialmente e continuar buscando a felicidade no amor, Perséfone é obrigada a aturar piadas cada vez menos engraçadas -- e mais criticadas -- sobre seu peso.

Nas redes sociais, a discriminação tem até nome: “gordofobia”.

Segundo dados de 2009 do IBGE, 12,4% de homens e 16,9% de mulheres brasileiros sofrem de obesidade.

A obesidade é uma doença multifatorial caracterizada pelo excesso de gordura no corpo – 30% nas mulheres e 20% nos homens. Estes fatores podem ser genéticos, biológicos (alterações metabólicas), ambientais, evolutivos e comportamentais.

“Ainda que com menos intensidade do que se imagina, os fatores psicológicos ou psiquiátricos aparecem na maioria dos casos”, esclarece Adriano Segal, psiquiatra do Ambulatório de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo e diretor do Departamento de Psiquiatria e Transtornos Alimentares da ABESO (Associação Brasileira para o Estudo da obesidade e Síndrome Metabólica).

Sonia* é uma frequentadora do grupo de apoio Comedores Compulsivos Anônimos (CCA). Em reunião acompanhada pelo Delas, ela se levanta e conta que uma depressão profunda, depois que perdeu os pais, a fez engordar muito mais -- e em pouco tempo. O excesso de peso prejudicou todas as suas tentativas de conseguir emprego.

“Minha vida andou para trás”, ela diz.

Conta que um primo se mudou para a casa onde vivia com os pais e passou a agredi-la verbalmente. Em pouco tempo, a convivência tornou-se insuportável. Dentro de casa, era chamada de gorda, de inútil. Na rua, idem.

“Levei todos os meus problema para a comida”.

Endividou-se no cartão de crédito por conta de gastos com padaria e supermercado. A questão financeira virou uma bola de neve. Retornava à irmandade depois de dois anos afastada. Estava no limite.

“Sei que nasci com a estrela que não brilha, não casei nem tive filhos. Mas quero parar de sofrer”. Espera que, agora que conseguiu voltar a frequentar o grupo, as coisas comecem a mudar.

Uma pesquisa da empresa de recrutamento Catho Online com profissionais de alta gerência apontou que, dos 16 mil entrevistados, 59,1% admitiram ter algum tipo de objeção na hora de contratar funcionários obesos. E cada ponto a mais no Índice de Massa Corporal (IMC), que determina o equilíbrio entre peso e altura, representa R$ 92 a menos no salário em relação aos salários de colegas mais magros.

Julia Baptista

Simone tem 25, é modelo, sempre usou as roupas que quis, não tem qualquer problema de saúde – relacionado ao peso ou outro – faz exercícios físicos regularmente, drenagem linfática e cuida da alimentação. É linda, loira e de bem consigo mesma. Mas isso não a impediu de passar por situações discriminatórias.

Uma vez tentou ser Miss ABC. Como no regulamento não havia nenhuma restrição relacionada a medidas, tentou se inscrever no concurso, mas não conseguiu. Questionou a organização, não teve resposta. No ano seguinte, o regulamento foi modificado e uma série de informações sobre o manequim e as medidas máximas permitidas para os participantes foram incluídas.

Em outra situação, Simone teve de recorrer à policia e fazer um boletim de ocorrência. Entrou em uma loja para comprar uma blusa. “Não tem nada para você”, disparou, logo de cara, a vendedora. Pediu para falar com a gerente, que riu da sua situação. Simone não teve dúvidas, ‘catou’ um PM na rua, fez queixa e registrou um B.O.

“No mínimo, elas vão pensar duas vezes antes de fazer isso de novo com alguém”.

Apesar de pontuais, atitudes como a de Simone ajudam a desatar um pouco o nó da trama formada pelo preconceito e discriminação.

Preconceito em família

Tábata Vieira, atriz e promotora de eventos de 29 anos, não é uma comedora complusiva, como Sonia*. Seu problema são outros transtornos alimentares. Durante toda a adolescência, sofreu de ansiedade e anorexia. Aos 12 anos, começou a fazer qualquer dieta que aparecesse na frente.

“Eu tive um ‘estado’ magra, porém nunca soube que eu era magra, nunca me senti magra. Chegou aos 55 quilos, com 1,77 de altura. Ainda assim se sentia gorda".

Um dia, uma amiga, que ela considerava bem magra, experimentou e não coube em uma calça que Tábata vestia facilmente.

“A partir daí fiquei com medo de engordar e de emagrecer”.

Além de toda pressão interna, Tábata também sofreu com cobranças externas, principalmente em casa. Mesmo sendo de uma família com histórico de sobrepeso, a promotora de eventos enfrentou preconceito dentro da própria família.

“Meu pai sempre criticou muito a gente [Tábata e o irmão], não queria que fôssemos gordos. Me chamava de ‘sua gorda’ ”.

Quando emagreceu, no entanto, as provocações não desapareceram: apenas o tema da crítica mudou e passou a ser sua magreza exagerada.

Estigma

“O estigma e o preconceito aos quais indivíduos com excesso de peso são expostos são fortes fatores de estresse”, acrescenta Segal. “E isso vem acontecendo cada vez mais intensamente e em relação a pessoas cada vez menos obesas”, acrescenta.

Fatores de estresse podem desencadear quadros psiquiátricos variados, de acordo com a suscetibilidade individual. Estados depressivos, ansiosos, além de transtornos alimentares estão entre os mais frequentemente associados ao excesso de peso.

Autora de “Obesidade: o Peso da Exclusão” (EDIPUCRS, 2002), a professora da Fundação Universidade Federal das Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), Lúcia Marques Stenzel, explica a lógica da discriminação.

“Quanto mais rejeitamos a obesidade e idolatramos a magreza, mais produzimos problemas relacionados à alimentação, incluindo a própria obesidade”, diz. “O obeso, além de discriminado pela sua condição física, é cobrado para que ‘se transforme’, para que se adapte aos padrões estéticos”.
A cobrança pode vir inclusive dos amigos. É o que acontece com Perséfone: ao contar para a amiga (magra) que foi pedida em casamento, ouve de Patricia, vivida por Maria Casadevall: "quem sabe agora você se anima a fazer um regime".

Um beijão no coração de todas e até amanhã.

Ramep

Por

Iris de Queiroz

Projetos Sociais

segunda-feira, outubro 07, 2013

FOI UM GRANDE SUCESSO!!


Mais um produto do Banco Paju e Ramep, a Feira de Empreendedoras de Pajuçara foi um grande sucesso. Desde já a organização agradece aos que lá compareceram e prestigiaram o evento com suas ilustres presença.

















domingo, outubro 06, 2013

TUDO NOVO EM MINHA VIDA!!!




Gatas amadas e amigas da Ramep, lindo domingo para vocês hoje!

Neste dia lindo vamos refletir sobre como praticar o desapego do que não acrescenta nada à nossa vida.

Nossa reflexão será fruto da reportagem de Patrícia Affonso - Edição: MdeMulher e Conteúdo MÁXIMA.

Na oportunidade a autora inicia questionando: Quem não tem guardado, há anos, um jeans que não serve mais, que atire a primeira pedra. Mas apegar-se a coisas que não acrescentam nada pode virar doença. E nós ensina o porquê.
Ok, as conexões com pessoas, objetos, lugares e situações são importantes e fazem parte daquilo que somos. O problema é quando algumas delas já não nos dizem mais respeito, porém o apego é tamanho que não nos permitimos seguir sem elas. Resultado: as transformações necessárias para a nossa vida acabam não acontecendo e ficamos estagnadas. "Muita gente permanece na chamada zona de conforto, mesmo que seja pra lá de desconfortável. Pode ser no emprego, nos relacionamentos, no casamento... Ainda que aquilo incomode, nos agarramos à ideia de que já sabemos como lidar com a situação e mantê-la sob controle. O novo, por sua vez, é imprevisível", diz a psicóloga Márcia Luz (SP).

ALTO PREÇO

O apego excessivo pode ser muito perigoso. Mais do que nos colocar diante da inércia, pelo medo de agir e de abrir mão de algo, ele pode levar à obsessão e funcionar como um estímulo para o sofrimento. "Sentir dor frente a alguma adversidade é um fato compreensível. No entanto, ficar remoendo durante muito tempo uma dor ou lembrança faz mal tanto para a saúde psicológica quanto para a física, favorecendo a incidência de depressão, ansiedade e até câncer", explica Jô Furlan (SP), médico, neurocientista e especialista em comportamento humano.

A psicóloga Márcia Luz concorda com o alerta e dá exemplos de outros males que geralmente são impulsionados pelo excesso de apego. "O desprendimento desencadeia a raiva, que eleva a produção de suco gástrico, provocando úlcera e gastrite. Pessoas que têm apego emocional internalizam as sensações e não conseguem manifestá-las, sentem-se sufocadas e desenvolvem asma." Mais: quem não abre mão de nada costuma ter prisão de ventre. Já o medo do novo tende a levar à síndrome do pânico - a pessoa se confina dentro de casa, porque é o único ambiente onde ela controla tudo.

PONTO DE EQUILÍBRIO

Engana-se quem acredita que as pessoas completamente descomprometidas, que não se apegam a nada nem a ninguém, são bem resolvidas. "É preciso se permitir criar laços, viver uma grande história de amor, por exemplo. Fugir disso por medo de se machucar tende a levar a uma jornada incompleta", diz Márcia. Então, qual é a recomendação? Buscar a moderação; afinal nenhum excesso é saudável. A boa notícia é que todo mundo pode desenvolver a habilidade de se desapegar um pouco mais. E a primeira medida para isso é dar a devida importância a cada coisa, sem extrapolar no julgamento. "Temos que valorizar a vida e não o que obtivemos ao longo dela. O ser humano foi criado para seguir adiante, evoluir. Sendo assim, a felicidade não pode significar um fim, um local no qual você se acomoda e não quer sair. Ela deve ser um caminho, que nos impulsiona sempre", argumenta Jô Furlan. Fazer pequenas mudanças no dia a dia ajuda a se desapegar, abandonar a zona de conforto e, de quebra, beneficia o cérebro. "Quando fugimos do habitual e encaramos uma novidade, obrigamos a mente a estabelecer novas conexões e, assim, ativar áreas que estavam subaproveitadas", completa Jô Furlan. E cá entre nós, vale a pena substituir o receio da novidade pela coragem de ser surpreendida. O desconhecido pode se tornar uma agradável descoberta.

QUESTÃO DE PRÁTICA

Demonstrar apego diante das situações não é sinal de que você está fadada a repetir o comportamento ano após ano. Acredite: somos capazes de reprogramar as nossas emoções e, assim, aproveitar a vida de um jeito mais leve. "Enquanto o apego é como um mel nas mãos, que faz tudo ficar grudando, o desapego é como ter mãos livres e limpas. Podemos apanhar um objeto e depois colocá-lo de volta no seu lugar, cientes de que nada pertence ao ser. Nos libertamos de amarras", pontua a monja Coen, fundadora da Comunidade Zen Budista (SP). Pronta para fazer pequenas, mas poderosas mudanças na sua vida?

- Revise o seu guarda-roupa uma vez por ano.

Se nas últimas quatro estações você não usou uma peça, é porque ela não é importante. Doe para quem precisa! E dê uma roupa sempre que comprar outra.

- Estimule a independência dos seus filhos.

Elogie quando eles tomarem decisões sozinhos e pense na possibilidade de um intercâmbio. Essas experiências contribuem para o crescimento.

- Doe brinquedos.

Aproveite que o Dia das Crianças vem aí e proponha aos pequenos que separem alguns itens para alegrar a vida de quem precisa.

- Participe de grupos de troca ou bazares.

Existem lugares (inclusive online) que propiciam a permuta de roupas, livros, objetos etc.

- A cada seis meses mude algum móvel de lugar.

Isso faz a energia circular e cultiva o gosto pela novidade.

- Proponha ao parceiro que vocês revezem o lado da cama.

A atitude é simples, mas ajuda a alterar a rotina e exercita a flexibilidade.

- Desligue o piloto automático.

Experimente tornar cada dia diferente. Ideias: escolha um caminho novo para chegar ao trabalho, use o relógio no pulso que não está habituada, comece o banho ensaboando uma parte diferente do corpo. Tudo isso abre espaço para o novo!

Desde já meu agradecimento ao M.de Mulher, à Diva Patrícia Affonso e a toda equipe dos articulistas da casa.

Um beijão no coração de todas as amigas do meu coração.

Ramep

Por

Iris de Queiroz

Projetos Sociais

sexta-feira, outubro 04, 2013

ELES NÃO SABEM MAIS SEDUZIR?



Olá meninas lindas da Ramep, um sábado glamouroso para todas.

Nosso encontro hoje celebra o texto do site Delas – iG São Paulo onde se publicou que para nós, as mulheres, a insegurança do homem atual atrapalha conquista. Vocês concordam?

A matéria afirma que correndo atrás das mudanças econômicas e sociais que forjaram um novo perfil de mulher, o homem ainda não redefiniu seu papel nos relacionamentos e na arte da sedução.

Vamos ver os detalhes.

“O manual de instruções da masculinidade para o mundo moderno não funciona no mundo pós-moderno”. É assim que o psicanalista e psiquiatra Jorge Forbes, presidente do Instituto da Psicanálise Lacaniana e do Projeto Análise, resume o desafio enfrentado pelo homem atual. Em busca de adequação às profundas mudanças econômicas e sociais que forjaram e continuam forjando um novo perfil de mulher, o homem em construção ainda tem muito o que aprender, especialmente na área da conquista, segundo especialistas e as próprias mulheres. Mas elas também podem dar uma mãozinha.

A saída da mulher tradicional de cena ajuda na entrada do novo homem. Especialmente na área dos relacionamentos amorosos. “É uma tendência que vai se concretizando. Vejo, próximos de mim, alguns exemplos, inclusive em faixas etárias mais avançadas -- 60, 70 anos”, diz a psicanalista Marcia Neder.

“Aos poucos, percebo que os homens estão deixando de lado suas máscaras”, concorda o psicanalista Luiz Cuschnir, especialista nas questões do feminino e masculino e autor de “Por Dentro da Cabeça dos Homens” (Planeta). Para Cuschnir, hoje eles têm permissão para se expor mais e podem até mesmo afirmar que dependem de um relacionamento afetivo. “Mesmo que as mulheres, na outra ponta, venham a considerá-los uns fracos por conta disso”, observa.

As mulheres, de fato, têm muitas queixas. Em um papo informal com a empresária Monica**, 50 anos, desquitada e mãe de dois filhos na faixa dos 30 anos; a também empresária Mariana**, solteira, 35 anos; e a stylist Sandra**, 40 anos, separada e mãe de um filho adolescente, a conclusão geral é de que, para se adaptar à nova realidade do universo feminino, o homem mudou. Para pior.

“Eles não se sentem mais na obrigação de fazer nada pela mulher, já que ela é sua própria provedora. Com isso, acham que é incumbência dela tomar a iniciativa também nos relacionamentos, convidar para sair, fazer o primeiro movimento de aproximação. O homem não sabe o que quer, fica esperando ser atacado e acha que isso é ser o ‘novo homem’”, reclama Monica.

Se por um lado os homens podem se sentir um pouco acuados ao encontrar mulheres que, nas palavras de Cuschnir, “abalam pilares”, por outro, a independência e a autoestima elevada também podem arrebatá-lo.

As entrevistadas são unânimes em dizer uma coisa: a mulher continua querendo ser tratada como mulher, ser conquistada, ser seduzida por um homem forte e com personalidade. “A gente não espera menos do homem, espera mais”, diz Mariana. “Mais identificação, mais cumplicidade”.

Seu estilo de sedução é eficiente?

Para Mariana, o homem tem de se esforçar para demonstrar que está a fim. “Ele tem que me querer mais do que eu quero ele, isso é meio caminho andado. Eu não saio com alguém que não esteja me querendo muito”.

Se cada ponta, portanto, está esperando uma ação específica da outra, a única forma de sintonizar as expectativas nestes tempos sem regras definidas é apostar na comunicação. “Nada hoje em dia é preto no branco. Há mulheres que se sentem cuidadas quando o homem paga a conta. Outras ficariam ofendidas com isso. Precisa de muita conversa”, recomenda Marcia.

Conflito de gerações

Para Sandra, que optou por ir embora do Brasil e morar na Califórnia, onde está namorando um homem também separado e com três filhos, o problema no Brasil é um embaraço de gerações. “No Brasil, homens de todas as faixas olham para as mulheres de 25. Fica meio difícil eles entenderem as necessidades de uma mulher de 40. Os homens com idade parecida com a minha querem mulheres com metade da minha idade”.

“Eu, como homem, não tenho coragem de encostar um dedo em você, porque tenho medo da sua reação. Você é uma mulher que sabe exatamente o que quer

Forbes explica que vivemos uma mudança de época -- o que só reforça a importância da comunicação clara e sem ruídos proposta acima. Nestes momentos, a sociedade se divide em um grupo de vanguarda, que assume a ponta, e o grupo reacionário, que tenta se defender da mudança. Para ele, o interesse dos quarentões por mulheres com metade da idade deles vem daí: uma certa segurança que é proporcionada ao reviverem o arquétipo retratado em “My Fair Lady”, comédia com toques dramáticos estrelada por Audrey Hepburn que mostra a trajetória de um intelectual mais velho determinado a transformar uma jovem simples em uma dama refinada. “Mal sabem estes homens que estas garotas da nova época podem não ter por eles o respeito que esperavam”, avalia Forbes.

Monica diz que já ouviu claramente de um antigo conhecido: “Eu, como homem, não tenho coragem de encostar um dedo em você, porque tenho medo da sua reação. Você é uma mulher que sabe exatamente o que quer”. O que poderia ser um elogio à independência e determinação individual pode se tornar um pesadelo quando os homens não respondem ao desafio à altura. “A mulher em geral hoje diz o que quer, escolhe, não é mais apenas escolhida”, diz Marcia.

E, tendo aprendido a falar por si, talvez agora só falte à mulher ajustar a escuta. “Na prática, os homens ainda têm dificuldade de falar sobre tudo isso, de por as cartas na mesa. Principalmente porque nem sempre quem está do outro lado se mostra preparado para ouvi-los”, resume Luiz Cuschnir.

*Com reportagem de Ana Ribeiro e Clarissa Passos
** Nomes trocados a pedido das entrevistadas

Obrigado Delas e equipe pelos excelentes esclarecimentos.

Beijão para todas e até amanhã sempre com muito amor.

Ramep

Por

Iris de Queiroz

Projetos Sociais

terça-feira, outubro 01, 2013

VAMOS MALHAR MENINAS!!



Oi moçada linda que forma a Ramep, lindo dia para vocês.

Hoje quem abrilhanta nosso espaço com um texto fabuloso é a articulista Marcia Di Domenico - Edição: MdeMulher Conteúdo BOA FORMA, onde se propõe acordar cedinho para malhar.

A autora afirma que nós vamos nos sentir ótimas por mandar embora calorias, em vez de dormir um pouco mais! Aqui, vantagens de começar o dia fazendo sua atividade física preferida.

Vamos ver os detalhes.

O mais difícil é pular da cama quentinha ao primeiro toque do despertador. Feito isso, pela manhã você tem menos risco de encontrar motivos para não ir à academia ou malhar ao ar livre - à medida que o dia passa, o cansaço, a fome, a vontade de ficar com o namorado, aquele presente que você precisa comprar no shopping são alguns dos pretextos que a gente usa para deixar a ginástica em segundo plano, já percebeu? Pode apostar: ao fim do treino, você vai estar orgulhosa da sua força de vontade. Veja outras vantagens:

1. Você fica feliz o dia inteiro

O alto-astral por causa da liberação de endorfinas durante o exercício dura até 12 horas, de acordo com um estudo da Universidade de Vermont, nos Estados Unidos.

2. E produz mais no trabalho

Outra pesquisa, da Universidade de Bristol, na Inglaterra, mostrou que, depois de uma sessão de malhação, você fica mais esperta e consegue administrar melhor seu tempo e as tarefas do dia.

3. Consegue resistir às tentações

O cérebro é mesmo seu parceiro e impede que, depois da ginástica, você queira cair de boca em doces e comidas calóricos. Pode até ser que saia com fome do treino, mas é quase certo que vai querer matá-la com uma fruta ou um alimento que não coloquem a perder o esforço que acabou de fazer.

4. Ganha a noite livre

Depois de um dia cheio, vai querer mais um compromisso? Tudo bem que malhar relaxa, mas sair com as amigas, fazer um jantar em casa, ir ao cinema ou só ficar agarrada com o namorado também, certo?

Beijão no coração das amigas e até amanhã.

Ramep

Por

Iris de Queiroz

Projetos Sociais