segunda-feira, junho 11, 2012

TAMBÉM PREJUDICA SUA CARREIRA!!


Olá pessoal, um bom dia para vocês.

Hoje eu trouxe do site Bolsa de Mulher, coluna Estilo de Viver, um artigo da redação do mesmo site onde se diz que fumantes enfrentam problemas na carreira. Vocês já tinha pensado nisso...?

Vamos ver então o artigo e refletir.

Ausentar-se muitas vezes durante o horário de trabalho para fumar um cigarro é uma atitude que consome tempo. Com a falta de fumódromos nas empresas, quem fuma deixa seu local de trabalho e busca a rua para atender o vício. Esta prática é considerada inadequada e começa a gerar problemas na carreira dos fumantes, pois seu desempenho profissional é consideravelmente inferior ao daqueles que não precisam parar o que estão fazendo a toda hora para alimentar o hábito. “Se o fumante não consegue permanecer longos períodos sem fumar, o rendimento pode cair. Para atividades mais braçais, que requerem esforço físico, ele precisa cuidar para que dificuldades pulmonares, como falta de fôlego, não prejudiquem sua performance”, avalia Fátima Brandão, gerente de projetos do Grupo Foco.

Para evitar que o vício interfira na produtividade e no resultado do trabalho, Brandão aconselha usar o bom senso e fazer poucos e breves intervalos. “O bom senso deve ser usado sempre. Com certeza, se ele precisar se ausentar a cada 30 minutos para fumar e perder 10 minutos em cada pausa, no final do dia sua carga horária terá sido insuficiente para cumprir os compromissos”, calcula a gerente.

Segundo Marcelo Maron, diretor executivo do Grupo PAR, situado em Brasília, cada cigarro fumado equivale em média a 15 minutos menos de trabalho, entre descer e subir elevadores, tempo do fumo e deslocamentos.

"Um fumante leve, que fume seis cigarros durante o dia, representará uma hora e meia a menos de dedicação ao trabalho. Isso sem contar que uma pessoa, quando deixa sua cadeira, tem um tempo para voltar ao ritmo, dependendo do tipo de concentração que o trabalho exige”, complementa. E o outro problema levantado é justamente a falta de concentração. “Acredito que, quando chega a prejudicar a concentração, a pessoa deve procurar a ajuda de especialistas”, recomenda Fátima Brandão.

Na hora da contratação, ser fumante será um fator decisivo para o desempate, de acordo com Maron. “Se na disputa pela vaga os candidatos tiverem a mesma bagagem acadêmica e experiência, o fumante será preterido. Sem contar que esta exclusão normalmente é velada”, pondera o executivo, que fala ainda sobre a crescente discriminação contra os fumantes: “Pessoas que fumam e trabalham em áreas de linha de frente, por exemplo, no atendimento a clientes, podem causar má impressão, algo que o consumidor transfere da pessoa para a empresa. Então, nesse sentido, muitas organizações estão evitando colocar fumantes no relacionamento direto com o cliente, o que termina por limitar o espaço de atuação dessas pessoas”, assinala.

Apesar de avaliar que as empresas não podem ditar hábitos aos seus funcionários, Brandão faz uma observação. “Empresa nenhuma pode ditar os hábitos de ninguém, mas tem o direito de não querer em seus quadros pessoas que tenham hábitos indesejáveis. E fumar é um deles”, finaliza.

Um abraço para todos e até amanhã.

Elas São Des

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Iris de Queiroz

Projetos Sociais

sábado, junho 09, 2012

VERDADE OU MITO?


Olá amigas queridas do Elas São Des, um carinho para todas.

Hoje no nosso encontro vamos apreciar o artigo de Renata Losso, especial para o iG São Paulo, sobre o mito dos pais perfeitos.

A autora indaga: educar os filhos ficou mais difícil? Especialistas discutem as diferenças de criar uma criança no mundo de hoje.

Vamos aos detalhes.

Com tantas mudanças no mundo ao longo das últimas décadas, da entrada massiva da mulher no mercado de trabalho aos avanços da tecnologia, a família com papéis previamente determinados – o “pai-provedor” e a “mãe-cuidadora” – perdeu seu lugar, assim como a posição invariavelmente autoritária (e não de autoridade) dos pais diante dos filhos.

De acordo com a psicóloga e psicopedagoga Elizabeth Monteiro, autora do livro “Criando Filhos em Tempos Difíceis – Atitudes e Brincadeiras para uma Infância Feliz” (Editora Mercuryo), os pais ficaram um pouco perdidos diante deste cenário. “Aquilo que servia deixou de servir, mas um novo papel não foi encontrado para ser reposto”. E assim começou a dificuldade dos pais.

Caio Feijó é psicólogo e autor do livro “Pais Competentes, Filhos Brilhantes – Os Maiores Erros dos Pais na Educação dos Filhos e os Sete Princípios Fundamentais para Prevenir essas Falhas” (Novo Século Editora). Para ele, o sistema familiar atual se tornou horizontal: o pai não está mais no topo da pirâmide e, agora, quem tiver mais sentimento de culpa se submeterá a quem se colocar como vítima. É nesta hora que os filhos dominam os pais.

Muitas crianças passam boa parte do dia com babás, na escolinha ou com outro parente. Os pais, trabalhando muito e passando pouco tempo com os filhos, caem na armadilha da permissividade e deixam de estabelecer limites como uma forma de barganha.

Falta de limites e insegurança

Trabalhar e dar a devida atenção aos filhos é possível, embora difícil. Mas se os pais ainda não sabem exatamente o que fazer, o cenário se complica. Segundo a psicóloga infantil especialista em família Pat Spungin, da Inglaterra, a autoridade dos pais também enfraqueceu ao longo do tempo e eles ficaram relutantes em dizer “não” às crianças por não se sentirem seguros de seus papéis como pais.

“Cinquenta anos atrás não se pensava em que tipo de pai se era, os filhos apenas eram tratados da mesma maneira com que os pais tinham sido criados. Hoje eles se sentem julgados e inseguros sobre como devem se comportar, já que ser pai é um papel em que algumas pessoas são boas e outras não”, diz. Se unirmos essa característica à facilidade de acesso à informação que a criança tem atualmente, já podemos ver os riscos dobrando a esquina.

Para a britânica, hoje em dia as crianças estão mais expostas às drogas e começam a beber por volta dos 14 anos. Muitas vezes, ainda, se sentem pressionadas a fazerem sexo antes mesmo de se sentirem prontas. Do outro lado, muitos pais não sabem falar sobre estes assuntos com os filhos.

Três gerações

Maura Luisa Renoldi Fernandes, de 45 anos, é mãe de Maria Eduarda, de 13 anos. Quando a escola pediu à menina que lesse um livro sobre uma garota contaminada pelo vírus da AIDS, Maura ficou chocada: “Acho que estão agredindo a ingenuidade das crianças e tirando-a delas”.

A mãe de Maura, Norma Aparecida Renoldi Fernandes, de 65 anos, mora com a filha e participa ativamente da criação da neta. Para ela, à filha foi possível aprender muito mais dentro de casa do que fora – diferentemente da neta, que recebe tanta informação de fora. Por isso, avó e mãe acabam sentindo a necessidade de multiplicar as conversas sobre assuntos mais complicados.

Para a psicóloga especialista em crianças e adolescentes, Ceres Alves de Araújo, Maura é uma mulher de sorte. Ter a avó como fonte de referência para criar os filhos, hoje em dia, é raro. “Muitos pais aprenderam a cuidar dos filhos com as próprias mães, mas hoje não é mais tão possível”, diz Ceres, que também é autora do livro “Pais que Educam – Uma Aventura Inesquecível” (Editora Gente). As avós muitas vezes ainda estão no mercado de trabalho e, além disso, muitas famílias se distanciaram.

O isolamento pode ser prejudicial para a aquisição de valores. Elizabeth Monteiro observa, em seu consultório, que muitas famílias só se reúnem no Natal. “Antigamente os avós, os tios, os primos, as cunhadas, todo mundo se ajudava. Hoje as crianças crescem em uma família fechada, olhando para o próprio umbigo. Faz um mal danado”.

Cada um no seu quadrado

De acordo com Pat Spungin, não é apenas o trabalho dos pais que dificulta a criação e o vínculo com as crianças. “Muitas vezes as crianças estão escolhendo atividades que os mantêm longe dos pais e, mesmo em casa, ficam no computador, no videogame ou na televisão”, diz. Quando não há limites ou postura crítica, a tecnologia serve de porta de entrada para o consumismo infantil e para o ideal utópico da perfeição.

Buscar o modelo do pai ou da mãe ideal na casa do vizinho ou na mídia só vai deixar os pais mais perdidos. O mundo não é perfeito e não poderia ser diferente com você. Em vez de tentar ser um pai ou uma mãe perfeita, portanto, o melhor é ter como meta ser “bom o suficiente” e encarar a tarefa com responsabilidade, mas mais tranquilamente. “Não existe uma maneira perfeita para se criar um filho. Cada forma é diferente e o que funciona com um pode não funcionar com outro”, diz Pat Spungin.

Trabalhar o triplo para dar à criança o tênis da moda não vai levar a nenhum benefício de longo prazo: é preciso estar atento ao que realmente essa criança precisa e requer. Para a britânica, isso acaba sempre se resumindo a amor, limites e liberdade para serem elas mesmas – e não um produto de seus pais.

Um sábado maravilhoso para todas e até amanhã com muito carinho.

Elas São Des

Por

Iris de Queiroz

Projetos Sociais

sexta-feira, junho 08, 2012

ELAS NO COMANDO - VAI ENCARAR ?



Olá amigas, saúde para vocês hoje e sempre.

Nosso encontro dessa sexta feira pós feriado é um artigo excelente de Paloma Lopes, especial para o iG, esclarecendo como lidar com chefes mulheres e o que pensam os homens sobre a crescente presença feminina em postos de chefia.

Vejamos os detalhes.

Se no passado elas já se desdobravam em mil para dar conta da casa, do marido e dos filhos, hoje as mulheres estão ainda mais versáteis. Não só entraram com tudo no mercado de trabalho nas últimas décadas como vêm assumindo cada vez mais posições de destaque dentro das grandes empresas e instituições brasileiras. Uma pesquisa da Fundação Seade, de São Paulo, confirma: o número de mulheres em cargos de chefia tem aumentado. Nos últimos anos, o percentual passou de 13,5 para 30%. Mas e os homens, o que pensam a respeito? Como encaram a presença feminina liderando equipes e tomando importantes decisões no mundo dos negócios?

“Em geral, as mulheres são mais exigentes e quando estão em um posto de chefia, muitas vezes são mais duronas do que os próprios homens" Marshall Raffa, executivo

Marshal Raffa, diretor executivo da Ricardo Xavier Recursos Humanos, afirma que esse crescimento significativo do número de mulheres em cargos de chefia sinaliza não só uma mudança de cultura dentro das empresas como também ressalta o nível de competência dessas profissionais. "A sociedade ainda está se transformando. É claro que a presença masculina em posições de destaque ainda é maior, mas não podemos negar que é crescente o número de mulheres que vem liderando equipes nas grandes empresas. Por isso, hoje observamos que o mercado está mais preocupado com a qualidade do líder e com os resultados que ele deve atingir, independente de esse líder ser homem ou mulher", ressalta.

No entanto, segundo Raffa, quando estão no comando, as mulheres precisam atingir um nível de comprometimento e de superação muito maior do que os homens. Precisam provar que estão naquela posição não por algum tipo de favorecimento ou privilégio, mas sim por mérito próprio. "O preconceito já foi maior, mas ainda existe. Isso porque durante muito tempo a mulher foi vista como frágil, insegura e emotiva. O que as pessoas precisam entender é que se a mulher alcançou um cargo de liderança dentro de uma empresa é porque ela sabe perfeitamente conciliar - e separar - o lado profissional e o lado pessoal", garante.

O diretor da Ricardo Xavier acredita que é da natureza feminina cobrar mais de si e do outro. "Em geral, as mulheres são mais exigentes e quando estão em um posto de chefia, muitas vezes são mais duronas do que os próprios homens", diz.

“O homem foca mais nos objetivos, nos resultados; a mulher costuma olhar mais para o contexto todo” Sidnei Cardoso, executivo

Para Sidnei Cardoso, executivo em uma multinacional no Rio de Janeiro, esse comportamento pode acabar sendo prejudicial para a própria mulher. "Já tive chefes de ambos os sexos e percebo que algumas mulheres tentam imitar os homens, ou seja, assumem uma atitude mais masculina no trabalho. Isso gera um conflito interno quando saem do ambiente profissional e vão para casa", diz.

Sidnei considera que as mulheres possuem uma visão mais abrangente quando estão ocupando um cargo de liderança. "O homem foca mais nos objetivos, nos resultados; a mulher costuma olhar mais para o contexto todo. Se ela precisa atingir uma meta em um determinado trimestre, por exemplo, já está pensando também no trimestre seguinte", opina. Essa visão feminina mais "macro", segundo Mariana Horno, gerente da divisão de Legal da Robert Half, empresa especializada em recrutamento de executivos para média e alta gerência, de fato é uma característica das mulheres "chefas". "O homem tem um perfil mais empreendedor, impulsivo e racional na hora de tomar uma decisão. Já a mulher pondera mais e avalia todas as consequências antes de bater o martelo", observa.

“Nos trabalhos liderados por mulheres o feedback é mais espontâneo” Juca San Martin, biólogo

Tanto Marshal Raffa quanto Mariana Horno afirmam que as mulheres costumam ser mais abertas ao diálogo quando são chefes. "Os feedbacks são muito importantes e frequentes quando uma mulher é líder. Ela geralmente gosta tanto de dividir suas impressões com seus subordinados quanto de ouvir as opiniões da equipe", diz Raffa. Mariana complementa: "A mulher lida melhor com essa questão de ego, é mais humilde e está sempre aberta a receber ajuda e a melhorar".

Juca San Martin, biólogo e doutorando em Botânica pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS), identifica essa pré-disposição feminina em promover o diálogo e conceder retornos imediatos no ambiente profissional. "Sempre senti mais necessidade de receber elogios de chefes homens. Acho que quando os trabalhos são liderados por mulheres, os feedbacks são mais espontâneos e frequentes. Já em projetos liderados por homens, isso não é corriqueiro. As mulheres conseguem separar melhor as etapas de um trabalho e vão dando sinais no decorrer do processo, enquanto os homens precisam ver a coisa pronta pra dar um feedback", avalia.

“As mulheres têm humor mais instável do que os homens” Helio Burzaca, empresário

Para o industrial Hélio Burzaca, as mulheres têm mais instabilidade de humor do que os homens. "Existe uma coisa de querer agradar a todos, de buscar uma aceitação que às vezes foge do âmbito profissional", opina. Ele lembra que teve uma chefe que não se contentava em manter uma relação amistosa com seus subordinados somente no trabalho. "Ela queria que todos gostassem dela a qualquer custo, mas meu santo não batia. Claro que eu a respeitava e cumpria com minhas obrigações no trabalho, apenas não via sentido em transformar aquela relação profissional em uma amizade", explica.

“É um paradigma que assombra muitos homens: se reportar a uma mulher e, eventualmente, pedir ajuda; mexe com o ego” Marshall Raffa, executivo

Raffa diz que quando uma mulher é promovida em uma empresa e passa a gerenciar um time, muitas vezes seus subordinados homens apresentam, de imediato, certa dificuldade para expor dúvidas e dificuldades que podem surgir no dia a dia. "É um paradigma que assombra muitos homens: se reportar a uma mulher e, eventualmente precisar pedir ajuda, mexe com o ego. Mas isso costuma ser amenizado com o tempo", avalia.

O biólogo Juca San Martin conta que nunca se sentiu intimidado na hora de expor dúvidas e pedir orientações para sua ex-chefe. "Pelo contrário: com ela aprendi a nunca ter medo de aprender", diz. Segundo ele, quando são chefes, as mulheres se envolvem tanto com o que fazem que fica difícil separar trabalho e lazer. "Claro que estou falando de um nicho específico, pois pesquisadores costumam se envolver demais com o trabalho. A verdade é que somos apaixonados pelo que fazemos e nos divertimos trabalhando", complementa.

Abraços para todas e até amanhã.

Elas São Des

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Iris de Queiros

Projetos Sociais

quinta-feira, junho 07, 2012

TODOS OS ESTILOS

APROVEITE SEU DIA!!

Recados para Facebook


ELAS TRAEM MAIS QUE OS HOMENS?




Olá meninas lindas do meu blog, um lindo feriado para vocês.

Hoje nosso assunto vem site Delas, onde se diz que a ideia da mulher trair menos que o homem é colocada em dúvida. Em pesquisa recente da BBC, os especialistas apontaram equívocos nos estudos que relatam superioridade masculina na infidelidade amorosa. Será??

Vamos ver o que a pesquisa diz:

É comum ouvirmos dizer que os homens são mais infiéis às parceiras do que elas a eles. Será que isso é verdade? E se a infidelidade é cometida com outra mulher, será que é matematicamente possível essa superioridade masculina na traição amorosa?

À primeira vista, as estatísticas não são muito favoráveis a eles. Em uma pesquisa feita nos Estados Unidos em 2006, a American General Social Survey, quase duas vezes mais homens do que mulheres admitiram ter tido relações sexuais com pessoas que não eram suas esposas ou maridos.

O último estudo de grande porte sobre comportamento sexual realizado na Grã-Bretanha, a National Survey of Sexual Attitudes and Lifestyles (Natsal), feita em 2000, concluiu que 15% dos homens tinham tido relacionamentos "sobrepostos" no ano anterior - em comparação com apenas 9% das mulheres.

A pesquisadora Catherine Mercer, chefe de análises do estudo Natsal, disse que a discrepância pode ser explicada, em parte, porque as mulheres estão menos inclinadas a admitir a infidelidade do que os homens.

"Não podemos observar diretamente a infidelidade, então temos de nos basear no que as pessoas nos dizem, mas sabemos que existem diferenças entre os gêneros na forma como as pessoas relatam comportamentos sexuais", disse Mercer.

Mas os números poderiam ser explicados de outra forma. Por exemplo, a diferença entre as estatísticas para a infidelidade de homens e mulheres poderia resultar de uma situação onde um número menor de mulheres cometem adultério, porém, aquelas que são infiéis o fazem com mais frequência.

Todas as evidências do estudo Natsal, no entanto, indicam que mulheres, de maneira geral, têm menos parceiros sexuais do que os homens - e não o contrário.

Outra possível explicação para a diferença nos índices teria a ver com idade.

"Nós sabemos que, em média, os homens tendem a ser ligeiramente mais velhos do que suas parceiras mulheres", disse Mercer.

"Se você imagina um cenário onde um homem casado tem um caso com uma mulher mais jovem, que pela probabilidade tende a ser solteira, porque é mais jovem, ele teria sido infiel, mas ela não".

Se uma pessoa considera ou não que uma mulher que tem relações sexuais com um homem casado está sendo cúmplice em adultério, isso vai depender dos seus conceitos morais.

Também é importante notar que alguns relacionamentos são abertos e, em relacionamentos desse tipo, sexo com outros parceiros não seria considerado infidelidade. Mas não há flexibilidade nas estatísticas para acomodar essas nuances.

Sobreposição e não traição

Mercer, inclusive, nem usa a palavra 'infidelidade' em sua pesquisa. Ela prefere usar termos mais neutros, como "sobreposição" ou "simultaneidade" de relacionamentos.

"Infidelidade é uma palavra tendenciosa, ao passo que pensar em sobreposição de parceiros é mais apropriado quando estamos pensando sobre o contexto epidemiológico desses dados", diz Mercer. "Estamos pensando, por exemplo, sobre a transmissão de infecções transmitíveis sexualmente e HIV", explica.

Homens que pagam por sexo podem também explicar seus índices mais altos de "relacionamentos sobrepostos". O último estudo Natsal revelou que cerca de 4% dos homens tinham pago por sexo nos cinco anos anteriores.

Se partimos do pressuposto de que há um número menor de mulheres vendendo sexo do que o número de homens pagando por ele, a prostituição pode também explicar algumas das discrepâncias.

Isso também pressupõe, é claro, que muito menos mulheres pagam por sexo do que homens. Estudos anteriores não perguntaram às mulheres se elas pagam por sexo, então não há dados concretos. Mas isso será perguntado no próximo estudo Natsal.

Há uma outra falha na metodologia. Estudos anteriores não perguntaram explicitamente se os entrevistados tinham relacionamentos sobrepostos. Em vez disso, os estudos pediram as datas das primeiras e últimas relações sexuais dos entrevistados com seus parceiros mais recentes.

Com bases nas respostas, os pesquisadores analisaram as datas em busca de sobreposições. Mercer explicou que esse método pode dar a impressão de que houve infidelidade quando na verdade ela não ocorreu. "Imagine uma situação onde um casal começa a namorar na escola, se separa e depois volta a namorar alguns anos mais tarde", questiona a pesquisadora.

"Nesse ínterim, cada um teve outros parceiros. A data de sua primeira relação sexual ainda vai ser quando estavam na escola. A data da relação sexual mais recente bem pode ser na semana anterior. Mas as datas (de suas relações sexuais) com os outros parceiros vão indicar que foram infiéis quando na verdade não foram", prossegue Mercer.

Homem jovem e sem religião

Será que algum desses estudos seria capaz de nos dizer que tipo de homem está mais propenso a ser infiel? O coordenador da pesquisa American General Social Survey, Tom Smith, identificou vários fatores.

"Entre os grupos que estão mais propensos a ser infiéis estão os menos religiosos e as pessoas que ficam separadas (da parceira ou parceiro) por longos períodos - viajando ou trabalhando longe de casa", disse Smith.Mercer, por sua vez, disse que jovens tendem a relatar mais relacionamentos sobrepostos do que outros grupos etários.

O que nos dá o perfil da pessoa mais propensa ao crime da traição: homem jovem sem religião que passa grandes períodos longe de casa.

Dificuldades de medir a infidelidade

Petra Boynton, psicóloga especializada em sexo e relacionamentos afirma que é difícil medir a infidelidade de uma maneira geral e não só pelo sexo de quem trai. De acordo com ela, o primeiro problema acontece na maneira como é feita pergunta. Algumas pesquisas fazem isso de maneira acusatória, analisa a especialista.

"Em segundo lugar, quando você está falando sobre a infidelidade, o que você realmente quer dizer? As pessoas têm conceitos diferentes. Beijar é infidelidade? Algumas pessoas dizem que ver pornografia ou falar no Facebook é infidelidade", questiona Petra.

"Quando falamos sobre relacionamentos e sexo, temos obssessão por gênero. Estabelecemos esses parâmetros fixos. Poderíamos pensar em termos de idade, ou tipo de relacionamento, ou cor do cabelo", continua a especialista.

Petra continua seu questionamento, dizendo: "Por que estamos tão interessados em dizer que homens são mais infiéis do que mulheres? Por que tem de ser um ou o outro? E por que falar sobre isso? Essas questões nos remetem ao estereótipo negativo de que os homens são mais sexuais, mais promíscuos e menos confiáveis. E de que as mulheres são mais virtuosas".

"É bem possível que homens exagerem e que mulheres minimizem (sua infidelidade). Historicamente, tem sido perigoso, às vezes, para as mulheres, admitir infidelidade. E em algumas partes do mundo esse ainda é o caso - para homens e mulheres", finaliza Petra.

Reflitam sobre o tema e tenham todas um lindo dia.

Elas São Des

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Iris de Queiroz

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segunda-feira, junho 04, 2012

O QUE DIZEM OS ESPECIALISTAS



Olá amigas do Elas São Des Blog, linda segunda feira para vocês.

Eu trouxe do You Tube para vocês e espero que vocês gostem.

Vejam os detalhes.

O óleo de coco é uma das substâncias mais comentadas do momento. Recentemente, pesquisadores da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, adicionaram o óleo de coco virgem a bolinhos, consumidos por voluntários.

O estudo mostrou que aqueles que ingeriram os bolinhos emagreceram além do esperado. Na região do abdômen, a perda de centímetros foi sete vezes maior, quando comparada ao grupo que não incluiu o óleo de coco na rotina alimentar.


A nutricionista Adriana Castro, da clínica Club Corpus, explica que "a gordura de coco é capaz de gerar calor e queimar calorias, favorecendo a perda de peso". O médico Guilherme Giorelli, membro da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) lembra que "o óleo também é indicado para diminuir os triglicérides e o mau colesterol (LDL), aumentar o bom colesterol (HDL) e por sua característica anti-inflamatória".

A seguir, confira as dicas dos dois especialistas para consumir o óleo de coco:

Quantidade ideal

Para quem deseja emagrecer, a nutricionista Adriana Castro aconselha a ingestão de até quatro colheres de sopa por dia. "Essa quantidade diminui o apetite e favorece a perda de peso, já que eleva o gasto energético do organismo. Quem segue dietas com restrição de gorduras deve começar com uma dose de meia colher de sopa ao dia e aumentar o consumo gradualmente", pondera. Ela reforça que o óleo de coco não é um medicamento e, sim, um alimento complementar. Sendo assim, é preciso consumi-lo todos os dias para perceber os benefícios.

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2 Combinação com outros alimentos

Segundo Adriana, "o óleo de coco virgem tem sabor agradável e pode ser consumido puro. Ele também não altera o sabor de outros alimentos, o que permite usá-lo em substituição ao óleo de soja ou canola, e ainda misturá-lo em sucos e vitaminas, como tempero para saladas ou na receita de bolos e doces". O nutrólogo Guilherme Giorelli completa: "Nas refeições ricas em carboidrato, o óleo de coco virgem pode diminuir o índice glicêmico da refeição, deixando o prato mais saudável".

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3 Óleo de coco X óleo de coco virgem

É importante ressaltar que os benefícios estão no óleo de coco virgem. "O óleo de coco é dividido em duas categorias: refinado e virgem. A versão refinada é obtida a partir do coco seco (sem umidade), chamado de copra, e não mantém suas propriedades benéficas. O óleo de coco virgem é obtido, por processos físicos, a partir de cocos frescos (de casca marrom) e úmidos. O alimento passa pelas etapas de prensagem e filtração, preservando seus fitoquímicos naturais", diz Adriana Castro. A nutricionista informa que o óleo virgem pode ser preparado em casa.

Nutricionista ensina a fazer óleo de coco virgem em casa. Confira!

4 Cápsulas de óleo de coco virgem

Guilherme diz que "as cápsulas de coco ainda necessitam de estudos clínicos para comprovar sua ação benéfica".

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5 Demais indicações

De acordo com Adriana, o óleo de coco virgem é capaz de prevenir certas doenças. "De todas as gorduras vegetais, a de coco apresenta a maior concentração de ácido láurico - mesmo ácido graxo presente no leite materno.

O óleo de coco virgem melhora a absorção dos nutrientes, elevando todas as defesas do organismo. Ele também age na prevenção e no combate de fungos, como a cândida, e parasitas, como a giárdia", complementa.

A nutricionista diz que o óleo também regula a função intestinal, combate a fadiga crônica e a fibromialgia e ajuda no controle da diabetes, já que não estimula a liberação de insulina.


Beijão para todas e até amanhã.

Elas São Des

Por

Iris de Queiroz

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