sábado, julho 12, 2014

TRANSFORMANDO TUDO?


Olá amigas queridas da Ramep, saúde e prosperidade para vocês.

Hoje nossa reflexão se fará sob o texto de Beatriz Prieto Conteúdo VIVA!MAIS, onde se afirma que 7 dias: é tudo que precisamos para transformar a nossa vida.

A autora afirma que se duvidamos devemos dar uma olhada no método abaixo que promete realizar todos os nossos desejos.

Vamos conferir?

Seu dia a dia é estressante, sua conta bancária vai de mal a pior, seus objetivos de vida foram deixados de lado e você anda frustrada, achando que sua vida não tem solução. Pare agora de pensar assim! Dá para transformar tudo isso ainda nesta semana. Quem promete é o renomado hipnotista inglês Paul McKenna. No livro Mude sua Vida em 7 Dias (ed. Sextante, ), sucesso de vendas no mundo todo, ele diz que dá para transformar atitudes e pensamentos rapidamente e reforça que é mito essa história de que é necessário um tempo enorme para mudar de vida. Como? Com o método ao lado, que programa a sua mente para atrair tudo aquilo que deseja!

Dia 1 -  Aceite seus defeitos

Este método começa com um exercício de autoimagem, ou seja, a maneira como você se enxerga. Reflita sobre si mesma: como você reage às situações? É insegura? Quais são suas fraquezas? Segundo o autor, aceitar os defeitos e parar de escondê-los é o primeiro passo para viver uma transformação rápida!

Dia 2 - Programe a mente

Acione o “botão” da confiança: pense numa situação em que sentiu confiança em si mesma. Relembre-a com detalhes enquanto pressiona o dedo médio (o do palavrão) com o polegar. Repita isso várias vezes no dia para treinar o cérebro a associar esse gesto à confiança. Use a técnica sempre que precisar de coragem!

Dia 3 - Faça as perguntas certas

No terceiro dia, você vai aprender a fazer perguntas do jeito certo, afinal elas influenciam (muito) nossos pensamentos! Quando você se questiona com a frase “Por que nunca consigo fazer isso?”, está supondo que nunca vai conseguir. Em vez disso, pergunte: “Qual a melhor forma de fazer isso?”. Sentiu a diferença?

Dia 4 - Alimente fantasias

Tudo o que se torna realidade passa antes pela imaginação, sabia? Para McKenna, a realização dos sonhos exige que você visualize mentalmente o que deseja. Ele sugere incluir nos pensamentos até mesmo sensações de felicidade, pessoas que vão ajudá-la, elogios que receberá. Vá longe, gata!

Dia 5 - Sinta-se forte e sadia

Estudos comprovam: quem só pensa em doença enfraquece o sistema imunológico. Para sentir-se forte, imagine-se dentro do seu corpo e pense que ele está em guerra com tudo o que é ruim. Esse hábito, que parece bobo, afasta todo tipo de mal-estar!

Dia 6 - Pense em dinheiro

Imaginar-se rica atrai energias financeiras. Além de controlar os gastos, faça um álbum de riqueza, com fotos de lugares e coisas que quer ter. Outra tática? Pegue o extrato bancário, risque o saldo negativo e reescreva colocando cifras com vários zeros. Olhar todos os dias para esses valores traz um “sentimento de riqueza”.

Dia 7 - Conquiste a felicidade

Se chegou até aqui, você já aprendeu a criar novas formas de pensar e de agir e conhece as técnicas para conquistar um estado de espírito positivo que atrai o que deseja. É só usá-las! A maior lição do sétimo dia, diz McKenna, é que a “felicidade não é um resultado – é tanto um estado de espírito quanto físico”. Ele fala ainda que, nesta fase, é preciso buscar novos desafios e não sentir culpa por estar feliz.

Um beijão no coração das amigas, minha gratidão ao site M. de Mulher e a ilustre autora pelas excelentes dicas de bem viver.

Ramep

Por

Iris de Queiroz

Projetos Sociais

terça-feira, julho 08, 2014

DEPILAÇÃO SEM PROBLEMAS!!


Olá amigas da Ramep Blog, meu carinho e afeição para todas vocês nesta linda terça feira de oportunidades.

Nessa oportunidade vamos refletir sobre a matéria de Manuela Pagan do site Minha Vida, onde se publicou um texto excelente sobre a depilação íntima e os cuidados para evitar dor, queimaduras e pelos encravados.

A ideia é a preparação da pele e tipo de cera que garantirão resultado lisinho sem machucados e irritações.

Vamos ver os detalhes.

Você já fez depilação íntima com cera alguma vez? O método pode ser bastante doloroso, mas a maioria das mulheres aprova os resultados. Tanto que a chamada brazilian wax (em português, depilação brasileira) já ultrapassou as fronteiras do país e virou febre internacional. Esse tipo de depilação é caracterizada pela remoção quase que total dos pelos da região íntima feminina, sendo preservado apenas um fino filete de pelos na região frontal, mas há quem prefira a remoção total. São removidos os pelos localizados nos grandes lábios, na parte externa e interna.

A dermatologista Angélica Pimenta, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, conta que a pele da região íntima é mais delicada em comparação com as demais partes do corpo e, por isso, os cuidados vão além daqueles que você tem quando remove os pelos de outras regiões, como a perna, por exemplo. Portanto, quem abre mão de realizar a depilação íntima com uma profissional para tentar o método em casa precisa de muita atenção para não se machucar. Seja sua opção fazer a depilação íntima caseira ou no centro de estética, siga os dez cuidados que listamos a seguir, minimize os riscos e otimize os resultados.

Escolha o melhor período do mês

O ideal é evitar realizar a depilação próxima ao período menstrual, pois a sensibilidade à dor fica mais intensa nessa época. "A fase da menstruação potencializa a dor devido à liberação de uma substância inflamatória chamada prostaglandina", explica Angélica Pimenta. Além disso, as mulheres tendem a reter líquidos nesse período, e como o inchaço comprime as terminações nervosas, a sensibilidade à dor aumenta.

Esfolie dias antes

Para garantir a pele lisinha e sem pelos encravados em qualquer método de depilação, a pele deve estar sempre bem tratada. "O ideal é, de dois a três dias antes da depilação, massagear delicadamente a pele da região íntima com um esfoliante suave", recomenda a dermatologista Angélica Pimenta. Assim, os pelos obstruídos desencravam e a remoção fica mais fácil.

Hidrate sempre

O ritual da depilação começa bem antes da retirada dos pelos. Independentemente do método utilizado, hidrate sempre a pele do corpo todo, em especial a área que será depilada. Os cuidados com a pele antes garantem a eficácia da depilação e evitam o surgimento dos pelos encravados.

Tome um banho com o melhor sabonete

Durante o banho, optar por um sabonete íntimo pode garantir maior limpeza da área. "Além de promover a higienização da região íntima feminina, os sabonetes íntimos possuem em suas fórmulas substâncias que diminuem a irritação causada pelo uso de cera e lâminas para remoção dos pelos", explica Angélica Pimenta.

Escolha o tipo de cera

"As vantagens da cera quente estão na dilatação dos poros causada pelo calor, permitindo a saída mais fácil dos pelos, e na aderência maior, mesmo a pelos mais curtos", explica a dermatologista Angélica Pimenta. "Já a cera fria oferece o diferencial de ser, obrigatoriamente, descartável, evitando a proliferação de bactérias e outros micro-organismos que podem surgir em consequência do reaproveitamento da cera". Independente do tipo escolhido, certifique-se de que a cera utilizada é descartável.

Para aliviar a dor: "existe uma substância conhecida como óleo de cravo - ou eugenol - que vem sendo cada vez mais introduzido nas ceras de depilação tradicionais por aliviar a sensação de dor dos puxões", explica Angélica Pimenta. O eugenol atua como antisséptico e anestésico. As ceras depilatórias com uma mistura dos anestésicos lidocaína e prilocaína garantem que a dor da técnica diminua até 70%, além de conter anti-inflamatório e hidratante.

Para evitar irritações: para garantir que não vá causar nenhum tipo de irritação na pele é importante que a pessoa que for usá-la faça um teste de alergia antes de dar início ao procedimento.

Precaução ao usar anestésicos locais

Antes da depilação com cera podem ser usados cremes anestésicos, mas lembre-se de passar em pequenas áreas, já que o medicamento em grandes quantidades pode ser absorvido pelo organismo e provocar efeitos colaterais, como tontura e hipotensão. "Além disso, o creme anestésico tem um pH diferente da região íntima e pode causar dermatites, coceiras e irritações", explica o dermatologista Claudio Mutti. Use sempre com cuidado: "deixe na pele por no máximo 30 minutos e não use sozinho, já que a sensação de dor pode ser alterada e você pode se ferir sem perceber".
A lidocaína é o analgésico tópico mais usado, não é necessária receita médica para comprá-lo, porém o ideal é sempre pedir orientação a um dermatologista.

Se for fazer em casa

Os especialistas são unânimes: é preferível sempre submeter-se à depilação íntima com profissionais especializados. "A falta de experiência pode fazer com que as tentativas caseiras resultem em queimaduras na pele", conta a dermatologista Angélica Pimenta. Mas se você for se arriscar a fazer sozinha, tome os seguintes cuidados:

- Se for usar cera quente, teste a temperatura da cera antes de aplica-la na pele;

- O ideal é pedir ajuda de outra pessoa. "Esta se trata de uma área de dobra em que a pessoa não tem acesso visual completo", explica Claudio Mutti.

Lembrando que é fundamental ter agilidade na puxada para remover os pelos, do contrário o resultado pode ser uma qrande quantidade de cera grudada ou ainda feridas na pele em decorrência do excesso de puxadas:


- Sempre aplique a cera no sentido do crescimento dos pelos e puxe a cera no sentido contrário.

Quanto remover?

A dermatologista Angélica Pimenta explica que os pelos genitais oferecem maior proteção à mulher, funcionando como uma barreira para entrada de impurezas na vagina, o que pode ajudar na proteção contra infecções. A remoção completa de pelos na região frontal torna essa área mais suscetível a irritações, coceira e pelo encravado. Entretanto, quando há pelos em excesso, resíduos se acumulam e a higiene não é completa, o que ajuda na proliferação de micro-organismos. Portanto, os pelos podem ser retirados parcialmente se o procedimento for realizado de forma correta e segura, deixando o suficiente para proteger a vagina.

Para aplicar depois

"Após o procedimento, o ideal é aplicar produtos que acalmem a pele - à base de alatopina, alantoína, bisabolol ou aloe vera -, além de evitar exposição ao sol em seguida, para não provocar manchas", explica Angélica Pimenta. "A esfoliação semanal também está indicada para afinar a camada de queratina e ajudar a saída do pelo".

Prefira roupas leves

Vale ressaltar que a depilação íntima pode provocar traumas na região por conta do contato e atrito direto da pele com a roupa, absorvente e até desodorante íntimo. Evite roupas apertadas e opte por tecidos naturais, como o algodão.

Obrigada aos especialistas do Minha Vida pelos excelentes esclarecimentos.

Ramep

Por

Iris de Queiroz

Projetos Sociais

domingo, julho 06, 2014

ESSA DOR PASSA?


Olá pessoal da Ramep, bom domingo para vocês.

No nosso encontro de hoje abordaremos uma matéria excelente sobre separação conjugal e como lidar com a dor do término, do site M. De Mulher, por Sara Stoppazolli e conteúdo GLOSS.

Na oportunidade a autora afirma o fim de um relacionamento pode doer tanto quanto a morte de alguém querido e não existe receita certa para encarar esse difícil momento. Mas ele passa...

Vejamos os detalhes.

O sofrimento causado pelo fim de um relacionamento pode ser tão devastador quanto o da perda de um ente querido. É um luto marcado por cinco etapas: negação, barganha (tentativa de mudar as coisas), raiva, depressão e, por fim, aceitação. "Não somos ensinados a lidar com a dor", diz o psicanalista Hemir Barição, professor da PUC-SP. "Aprendemos com as experiências."

Trinta e dois anos depois da legalização do divórcio no Brasil, os números do Registro Civil comprovam que os casamentos se desfazem cada vez mais. Nos últimos 23 anos, a taxa de divórcios cresceu acima de 200% por aqui. Hoje, a cada quatro novas uniões, uma separação é registrada. Isso sem falar nos relacionamentos que passam ao largo das estatísticas.

Mesmo com tantos fracassos por aí, e com o verso "Que seja infinito enquanto dure", de Vinicius de Moraes, transformado em mantra amoroso, separar-se não se tornou menos difícil. "O que machuca não é só a perda de um companheiro, mas o medo de ficar sem todo um pacote: a vida social, a segurança financeira, entre outras coisas", diz o psicólogo Ailton Amélio da Silva, professor de relacionamento amoroso da Universidade de São Paulo (USP) que oferece em seu consultório tratamento para a dor de fim do amor.

PREPARANDO A SEPARAÇÃO

Assim como uma relação precisa ser construída, uma separação também. Não só do ponto de vista prático mas também emocionalmente. Despedir-se, digerir a ideia do nunca mais leva tempo. Mas, na melhor das hipóteses, é até possível viver esse drama em parceria.

A recepcionista Priscila Josefick, 22 anos, e o biomédico Danilo Inada, 23, formaram um casal por mais de quatro anos e, há um, conseguiram encerrar sua história do mesmo jeito que começaram: como amigos. "Foi uma decisão dos dois", diz Danilo. "O namoro começou a esfriar e se encontrar virou um fardo. Depois de quatro meses assim conversamos e tomamos a decisão", completa Priscila. Como frequentam a mesma turma, um mês depois os dois acabaram se encontrando. Sentiram-se confortáveis na presença um do outro e tiveram a certeza de que o fim... era mesmo o fim.

Quando a vontade de terminar surge de um lado só, o processo é mais penoso. Decidir pelo adeus às vezes é mais complicado e sofrido do que colocá-lo em prática. Esse processo não deveria ser solitário. A terapeuta de casais Maria Helena Matarazzo sugere tentar negociar queixas e mágoas com o parceiro com a ajuda de um especialista.

"Em geral ninguém sabe negociar, e conversar acaba piorando os desentendimentos", diz ela, lembrando que a iniciativa de terminar costuma partir muito mais das mulheres do que dos homens. "Elas se queixam de solidão no relacionamento. É bastante comum que esperem ser salvas pelo outro em vez de cuidar de si. Mudam de parceiro e continuam insatisfeitas." 

DANDO UM TEMPO

Além da terapia, o clássico "dar um tempo" pode ajudar a colocar as coisas em perspectiva. A psicóloga Marina Álvares, 28, adotou essa medida depois de um ano e meio morando junto com o engenheiro Rafael Gotti, 27. Marina reclamava que dedicava muito mais tempo à relação de quatro anos do que ele, o que causava muitas brigas. "A intenção era esfriar a cabeça e depois reatar melhor, mas não foi o que aconteceu", diz ela. "Na distância ficou claro que éramos mais amigos do que amantes."

Às vezes, é preciso muitas idas e vindas até acertar na decisão. Trata-se de esgotar as possibilidades, viver o relacionamento até a última gota. A publicitária Carolina Fantini, 21, e o designer Thiago Vavassori, 23, ficaram um ano ensaiando o término do romance de mais de seis anos, enfim decretado há cinco meses.

"Você conversa, briga, 'dá um tempo', volta, mas sempre continua na mesma, até o momento em que respira fundo e aceita que o sofrimento do término um dia vai acabar e que a vida continua", conta ela. "Quando as lembranças do passado são as que sustentam a vontade de ficar, em vez das do presente, não tem mais jeito." Sim, vai doer. Mas acredite: uma hora passa.

Um grande abraço para todas as amigas, gratíssima ao site M. de Mulher e envolvidos pelas excelentes explicações.

Ramep

Por

Iris de Queiroz

Projetos Sociais


sábado, julho 05, 2014

TPM - CONHEÇA OS TIPOS E SINTOMAS


Oi meninas lindas da Ramep, neste sábado de luz eu desejo para todas muita saúde muita paz.

Para quem curte nosso espaço eu trouxe hoje da Poderosíssima Carolina Serpejante do site Minha Vida, um tema excelente sobre a TPM nossa de todo mês, onde se nos apresenta a classificação da doença por tipos e ainda nos mostra os sintomas e tratamentos.

Na oportunidade a diva nos afirma que a ansiedade, depressão e o desejo por doces podem sim, ser controlados.

Vejamos na íntegra.

Inchaço, dor abdominal, mau humor, dor de cabeça... Esses são apenas alguns dos sintomas que podem acometer as mulheres antes ou durante a menstruação. A TPM, ou Síndrome Pré-Menstrual (SPM), se caracteriza pelo conjunto de sensações que ocorrem cerca de 10 dias antes do início do ciclo menstrual, e atinge cerca de 70% das mulheres brasileiras, segundo dados do Ministério da Saúde.

Durante aproximadamente 28 dias, o corpo da mulher sofre diversas alterações que preparam o útero para receber um bebê. Nos primeiros 14 dias ocorre o período de ovulação, e junto com ele a elevação dos níveis de estrógeno. Esse hormônio é um dos responsáveis por controlar o nosso bem-estar. Nos 14 dias seguintes, a parede do útero começa a engrossar, como se estivesse preparando uma "cama" para o possível bebê. Nessa fase ocorre uma queda nos níveis de estrógeno e elevação nas taxas de progesterona.

"Essa alteração, quando muito brusca, já pode causar uma série de sintomas, como ansiedade, alterações do humor, dores nos seios e outros tantos conhecidos das mulheres", explica a endocrinologista Andressa Heimbecher, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia. Passados esses 14 dias, o endométrio - parede que recobre o útero - começa a descamar e ser eliminado na forma de menstruação, gerando com ela uma outra queda hormonal, dessa vez na progesterona e no estrógeno. Por isso em algumas mulheres os sintomas podem ser ainda mais intensos durante a menstruação.

Mas você sabia que nem todas as mulheres sentem os mesmos sintomas durante a TPM? São tantas sensações que a medicina separou a tensão pré-menstrual em cinco tipos diferentes, que podem acontecer separadamente ou ao mesmo tempo nas mulheres. E para cada tipo existe um tratamento mais eficaz. Conheça todos eles:

TPM A: foco é a ansiedade

A TPM tipo A está relacionada com a ansiedade. A queda do hormônio estrogênio, que ajuda a baixar o estresse, e maior liberação de adrenalina e cortisol, dupla que contribui para o estresse.

Os principais sintomas são:

- Ansiedade
- Tensão
- Dificuldade para dormir
- Irritabilidade
- Alterações de humor.

 "Em alguns casos a mulher também pode se sentir mais desatenta e atrapalhada, derrubando coisas, batendo em objetos", explica a endocrinologista Andressa Heimbecher, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia.

Segundo a ginecologista Carolina Carvalho Ambrogini, coordenadora do Ambulatório de Sexualidade Feminina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a melhor maneira de amenizar esses sintomas é praticando exercícios físicos, além de manter uma dieta adequada. "A atividade física ajuda a liberar endorfinas, hormônios que dão sensação de prazer", afirma. Para casos mais graves, existem alguns medicamentos, como os ansiolíticos, que podem ser usados para amenizar os sintomas. Mas só um médico, que pode ser o ginecologista, o endocrinologista ou um psiquiatra, poderá passar o melhor tratamento para o paciente.

TPM C: o foco é a compulsão alimentar

A TPM tipo C está relacionando principalmente a compulsão alimentar. Ela recebe a classificação C porque vem do inglês craving, que significa desejo. Se durante a menstruação ou antes dela você prefere os restaurantes mais gordurosos ou ataca o chocolate que está no armário, esse é o seu tipo de TPM.

Os sintomas que se encaixam na TPM C são:

- Compulsão por doces ou salgados

- Vontade de comer guloseimas ou comidas diferentes.

- Dores de cabeça.

Essa TPM está relacionada com os mecanismos de recompensa que temos no cérebro. Quando você come um alimento rico em açúcar ou gordura, algumas áreas no seu cérebro são ativadas, dando a sensação de prazer. Como durante a TPM os hormônios estão alterados, esse mecanismo pode gerar uma reação exagerada, causando uma sensação de prazer ainda maior.

Para amenizar esse tipo de sintoma, primeiramente deve-se tentar fazer escolhas alimentares mais saudáveis ou então praticar atividade física - que também pode ajudar a amenizar a dor de cabeça.

Manter uma dieta equilibrada e rica em ômega 3, presente nos peixes e frutos do mar, pode ajudar a controlar essa compulsão. "O uso de ansiolíticos e alguns medicamentos para compulsão em casos específicos também pode ser receitado", diz a endocrinologista Andressa. De acordo com a especialista, algumas mulheres relataram que suplementos como ômega 3 e óleo de prímula ajudam na redução dos sintomas de desejo.

"A enxaqueca e dor de cabeça pode ser prevenida com o uso de medicamentos, como o topiramato", diz Andressa. "Mas só um médico poderá receitá-lo", acrescenta. Além disso, o uso de anticoncepcional de baixa dose também pode ser utilizado, ou mesmo analgésicos comuns focados para o alívio da dor.

TPM D: o foco são sintomas depressivos

A tensão pré-menstrual do tipo D está relacionada com os sintomas depressivos.
Os principais sintomas dessa TPM são:
- Raiva sem razão
- Sentimentos perturbadores
- Pouca concentração
- Lapsos de memória
- Baixa autoestima
- Sentimentos violentos.

"Essas sensações são causadas geralmente pela redução de serotonina e à resposta exagerada que corpo pode dar diante às oscilações hormonais normais do período", afirma a endocrinologista Andressa. A ginecologista Carolina recomenda o uso de antidepressivos se os sintomas forem graves, mas que no geral podem ser controlados com uma dieta equilibrada, prática de atividade física e cessação de vícios, como álcool e tabaco.

TPM H: o foco é inchaço

A TPM tipo H tem esse nome porque está relacionada à palavra "hidratação".
Pessoas que tem a TPM do tipo H sentem:
- Retenção de líquidos (inchaço)
- Ganho de peso (por conta da retenção de líquido)
- Inchaço abdominal
- Sensibilidade e inchaço em mamas
- Inchaço nas extremidades do corpo, como mãos e pés.

"Em alguns casos o uso de diuréticos pode ser necessário", explica a endocrinologista Andressa. No entanto, as especialistas afirmam que o principal é reduzir o consumo de alimentos que promovem a retenção de líquidos, como sal e cafeína. Isso ajuda a reduzir o inchaço e sensibilidade.

TPM O: outros sintomas

Existem outros sintomas menos comuns que também podem estar relacionados à TPM, entre eles estão:
- Alteração nos hábitos intestinais
- Aumento da frequência urinar
- Fogachos ou sudorese fria
- Dores generalizadas, incluindo cólicas
- Náuseas
- Acne
- Reações alérgicas
- Infecções do trato respiratório.

"A liberação de agentes inflamatórios relacionados com o fluxo menstrual podem interferir no fluxo intestinal e causar dores, como cólicas", declara a endocrinologista Andressa. O uso de anti-inflamatórios nos dias que precedem o fluxo menstrual e nos primeiros dias pode ajudar a regularizar.

Devido à retenção hídrica o organismo pode tentar se autorregular, levando ao aumento na frequência do urinar na sequência. "Reduzir o consumo de sódio é a principal medida", declara a ginecologista Carolina. Já os fogachos e sudorese fria, se forem realmente incômodos, podem ser tratados com o uso dos anticoncepcionais de baixa dosagem. "Isso evita as oscilações hormonais maiores e com isso previne as queixas relacionadas aos fogachos", explica Andressa.

A acne terá tratamento local para redução da oleosidade e uso de anticoncepcional com ação antiandrogênica, ou seja, bloquear a ação hormonal masculina sobre a pele. "A náuseas e infecções do trato respiratório tem um tratamento preventivo mais global, com prática exercícios, redução de sal, cafeína, álcool, açúcar e cigarro."

Quando a TPM é uma doença

Algumas mulheres sofrem com sintomas tão fortes durante a TPM que podem ser incapacitantes, nesse caso é classificada como uma doença chamada de desordem disfórica pré-menstrual. "Em alguns casos pode ser que ela nem consiga levantar da cama, de tanta dor", diz a ginecologista Carolina. Nesse caso, o tratamento médico deve ser feito de perto, com medicamentos para controle dos sintomas específicos. Não existe, portanto, um único remédio para toda mulher que sofre com TPM, mas sim tratamentos tópicos, conforme o que ela está sentindo.

Anticoncepcionais x TPM

Mulheres que tem sintomas leves podem se beneficiar do uso de anticoncepcionais para eliminar a TPM. "Isso porque os medicamentos mantem os níveis de estrógeno sempre elevados, evitando a queda brusca que ocorre antes da menstruação e causa dos sintomas", afirma Andressa Heimbecher. Os anticoncepcionais sem pausa são os que mais beneficiam nesse quesito. No entanto, é preciso ficar atenta: anticoncepcionais com altas taxas de hormônio podem ter efeito contrário, pois quando a mulher faz a pausa os níveis de estrógeno sofrem uma queda brusca, podendo causar e agravar a TPM. "O melhor a fazer é conversar com seu ginecologista", diz a ginecologista Carolina.

Beijão para todas as amigas queridas, um final de semana glorioso, meu carinho e agradecimento ao site Minha Vida e a diva Carolina Serpejante e ginecologistas envolvidos pelas excelentes informações.

Ramep

Por

Iris de Queiroz

Projetos Sociais

sexta-feira, julho 04, 2014

A RAMEP FESTEJA AS NOVAS MANICURES!!





PAJUÇARA ESTÁ EM FESTA COM AS NOVAS MANICURES !!

PARABÉNS PARA TODAS!!

PODEROSA TODO DIA!!


Oi meninas, boa sexta feira para vocês.

Hoje nossa reflexão apresenta uma matéria de Simone Cunha, especial para o iG São Paulo, onde se publicou os seis passos para ativar o poder de sedução.

A especialista defende que nós mulheres precisamos pensar em sexo e investirmos em estímulos múltiplos. Será?

Vejamos na íntegra.

Uma pesquisa realizada pela Durex Global Sex Survey, que analisou o comportamento sexual em vários países, sendo 1.004 homens e mulheres entre 18 e 65 anos no Brasil, apontou que metade dos brasileiros está insatisfeita com a sua vida sexual.

Outro estudo recente, feito pela Universidade do Kansas, nos Estados Unidos, mostrou que 68% das mulheres já fingiram o orgasmo. Para a fisioterapeuta íntima e educadora sexual, Paula Milena, uma das razões para explicar esses resultados é o fato de que muitas mulheres mantêm suas zonas erógenas adormecidas.

“Elas precisam pensar mais em sexo e investir em estímulos”, ensina.

Um deles é o exercício que fortalece a musculatura vaginal, pois isso deixa a região mais sensível.

“Deitada ou sentada, a mulher deve fazer um movimento para contrair o ânus, como se estivesse segurando os gases. Contar até vinte e relaxar”, ensina a fisioterapeuta. Segundo Paula, isso pode ser repetido 20 vezes, no mínimo, três vezes ao dia. Com essa atividade regular, naturalmente a região vai ficando mais sensível, o que aumenta o prazer na relação sexual.

“Durante a penetração, a mulher pode contrair essa musculatura, apertando o pênis, pois isso também garante mais prazer ao casal”, acrescenta.

Outra dica é apostar nos vibradores que, de acordo com Paula, são uma ótima opção para ajudar a mulher a descobrir e estimular suas áreas mais sensíveis.
“Há modelos menores e mais discretos, eles são indicados porque ativam a parte física e também contribuem com a questão psicológica, pois ajudam a mulher a se sentir mais confiante na hora de explicar ao parceiro o que gosta e como quer ser estimulada”, comenta.

Em busca do prazer

A Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual (ABEME) divulgou recentemente que as mulheres continuam sendo as principais consumidoras deste mercado, com 60% do consumo. Para a educadora sexual, Neusa Pandolfo, isso prova que as mulheres estão buscando alternativas para investir no relacionamento.

“Infelizmente, muitas pessoas que enfrentam crise no relacionamento, tentam salvá-lo indo a um sex-shop. É importante manter o desejo e a sexualidade em alta antes que a rotina tome conta do relacionamento”, orienta ela.

Para Neusa, recorrer ao mercado erótico pós-crise pode até intensificá-la, afinal, a sintonia entre o casal já estará comprometida. Por isso, ela sugere investir nisso como uma prevenção.

“Só não vale ficar refém desses itens”, alerta. A especialista diz que usá-los de vez em quando é o mais correto, pois assim se cria uma expectativa em relação à brincadeira.

“Um encontro com algo diferente e quatro sem nada novo”, ensina. Para Neusa, isso tende a aproximar o casal e, o melhor, aumenta a autoestima de ambos.

“Com o tempo, a mulher vai estimulando seu parceiro, ela pode sugerir que ele compre algo diferente ou até o convidar para ir a um sex-shop e escolher juntos alguma novidade para esquentar a relação”, completa.
Paula diz ainda que o casal não pode abrir mão dos cuidados diários do relacionamento.
“Mensagens sacanas, beijo na boca com desejo, jantares e, claro, expor e realizar suas fantasias sexuais”, diz. Para ela, a melhor maneira de manter o desejo ativo é se reinventar diariamente, alimentar a intimidade e nunca perder a vontade de fazer coisas juntos.

Veja a seguir seis passos para manter o desejo sexual ativo:

Vença a timidez

A mulher precisa de estímulo e, sentir-se desejada, é uma forma de ativar a sensualidade. “Comece devagar, aos poucos, vencendo a timidez e agindo de maneira natural. Um bom exercício, é passar o creme hidratante pelo corpo em frente ao parceiro”, ensina. A ação parece corriqueira, mas cria um clima sedutor. Com certeza, ele vai observá-la com desejo e isso irá alimentar a sua autoestima.

Lingerie certa

Saia do banho nua e desfile em frente ao parceiro. Despois escolha uma lingerie sexy e coloque-a sem pressa. A ação parece corriqueira, mas tem um grande potencial para despertar o desejo entre o casal. Ele vai prestar atenção em cada detalhe e querer tirar a peça logo em seguida.

Busque inspirações

Outra maneira, segundo Paula, para manter o desejo ativo é ler contos eróticos e assistir filmes com apelo mais sensual. “A mulher precisa deste estímulo, um romance com uma ‘pegada’ mais sedutora já mexe com os sentidos femininos”, diz a especialista.

Fantasie!

Isso mexe com o imaginário e eleva a autoestima. Deixe fluir a imaginação, mesmo que nem tudo possa ser concretizado. Se imaginar que o seu marido é o galã da novela te excita, deixe rolar, sem culpa, afinal isso não é traição, apenas alimento para o desejo.

De olho no visual

Com o tempo, o casal tende a relaxar com o próprio visual. Por isso, cuidado. Se sentir desejado é essencial para manter o desejo ativo, portanto se arrumar para o parceiro é um hábito que não pode ser esquecido.

Teste novidades

Por fim, arrisque! Busque novidades e teste-as antes de o sexo esfriar. Existem muitos cosméticos eróticos que estimulam e causam efeitos diferentes na hora da relação. O casal pode brincar e descobrir quais agradam mais.

Gratíssima pela atenção dispensada e até amanhã.

Ramep

Por

Iris de Queiroz

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