segunda-feira, maio 06, 2013

PERCA O MÊDO E GANHE A ESTRADA!!




Olá garotas poderosas da Ramep, linda segunda feira para vocês.

Hoje nosso papo será sobre o pânico do volante.

O crédito é de Daniella De Caprio com Conteúdo ANAMARIA, apresentando-nos dicas para perder o medo de dirigir. A autora nos mostra 7 lições para confiar no próprio taco e perder o medo de dirigir.

Vejamos os detalhes.

O primeiro passo para vencer o medo é descobrir (e aceitar) que ele existe. Cecília Bellina, psicóloga especializada em comportamento de motorista, ensina aqui as 7 maiores lições que podem ajudá-la a vencer essa luta. 

Vamos lá?

7 lições para confiar no seu taco!

Se já sabe como funciona o carro, aprendeu as técnicas de direção e tem carteira de motorista, siga estes passos:

1. Faça o exercício de tirar e pôr o carro na garagem, quantas vezes forem necessárias para que você consiga completar a tarefa sem tremedeiras. Quando se sentir segura e fizer isso com facilidade, vá para o próximo passo.

2. Dê uma volta no quarteirão, e celebre essa conquista.

3. Dirija por dois quarteirões. Repita o percurso uma vez por dia, por uma semana. Se achar que consegue, vá para o próximo passo.

4. Tente dar uma volta no seu bairro.

5. Trace 10 destinos para ir de carro, como a escola de seu filho ou uma padaria.

6. Coloque os objetivos na ordem do mais fácil para o mais difícil. Leve em conta a largura das ruas, a sinalização dos cruzamentos e o trânsito local.

7. Um por um, dirija até cada destino da lista. Se não conseguir, tente de novo outro dia, quando estiver calma.

O medo não existe à toa!

Os principais motivos do medo são: traumas passados e trânsito agressivo. Outro fator de insegurança é a má formação dos motoristas: muitas autoescolas ensinam a pessoa a passar no exame, e não a dirigir com segurança.

Buscar ajuda especializada não é vergonhoso. Procure já!

Qual destes sintomas você sente ao entrar no carro?

· Taquicardia

· Boca seca

· Suor excessivo

· Tremor

· Vontade de fazer xixi

· Dor de barriga

· Ânsia de vômito

· Formigamento nas mãos, nos pés ou nas pernas

· Dor de cabeça

Atenção: Se você marcou cinco ou mais dos sinais acima, está na hora de buscar ajuda especializada para superar esse medo e ser uma motorista segura e independente. Lute e vença.

Um beijo no coração de todo mundo e até amanhã

Ramep

Por

Iris de Queiroz

Projetos Sociais

domingo, maio 05, 2013

UMA FAXINA NO ORGANISMO!!





A desintoxicação, conhecida popularmente como detox, funciona como uma verdadeira faxina no organismo


Olá meninas da Ramep, domingo show para vocês.

Nosso encontro hoje vai abordar o tema exageo na comida e como fazer um detox para recuperar o bem-estar.

O crédito é da reportagem de Thais Szegö / Edição: MdeMulher com Conteúdo ELLE

A autora afirma que o detox ajuda a compensar os exageros na alimentação, melhora a saúde, aumenta o bem-estar e ainda faz bonito para a pele e os cabelos. Acredite: você ainda vai fazer um!

Vamos ver os detalhes.

Passamos o ano todo nos policiando para não derrapar e manter a alimentação o mais saudável possível. Mas aí chegam o Carnaval, a Páscoa, o Natal, o Réveillon, o nosso aniversário e as férias, entre tantas outras datas comemorativas, e a tentação fala mais alto do que qualquer coisa. Resultado? Uma overdose de gordura, sal, açúcar, conservantes e bebidas alcoólicas, que pesam no corpo. "Esses excessos comprometem o bom funcionamento do fígado e do intestino, deixando a metabolização dos nutrientes deficiente e comprometendo vários aspectos da saúde", alerta a nutricionista Beatriz Botequio, de São Paulo. "Eles também fazem com que haja o aumento na quantidade de toxinas no organismo e, por tabela, de radicais livres", completa a nutricionista Paula Castilho.

Os primeiros sintomas percebidos por quem ultrapassa os limites nas garfadas e nos goles são cansaço excessivo, falta de concentração, dores de cabeça, diarreia ou prisão de ventre, ganho de peso, dificuldade de fazer o ponteiro da balança baixar e piora na celulite. "Há também a retenção de líquido, que provoca inchaço, e o aparecimento dos gases", acrescenta Andrea Frias, que é PhD em nutrição, da capital paulista. "A longo prazo, isso também favorece o envelhecimento precoce e nos deixa mais vulneráveis ao surgimento de doenças", reforça Paula Castilho.

Limpando a área

Uma boa maneira de amenizar o estrago é lançar mão da desintoxicação, conhecida popularmente como detox, que funciona como uma verdadeira faxina no organismo. O primeiro passo é retirar completamente do cardápio os produtos industrializados, refinados e ricos em sal, açúcar, gorduras ruins e aditivos, e bebidas alcoólicas. "No lugar disso, colocamos alimentos repletos de fibras e substâncias antioxidantes, como as frutas e as verduras", diz Paula. Carnes brancas, sementes de linhaça, gergelim, chia e grãos como feijão, grão-de-bico e ervilha, além de carboidratos integrais, também são bem-vindos nessa fase. E, claro, a hidratação é fundamental - pode investir pesado em litros e litros de água, chás e sucos naturais.

Equilíbrio

O período em que o detox deve ficar em cena depende de quanto você exagerou e da sua disciplina. Normalmente, em poucos dias já é possível perceber os seus efeitos, em especial a redução do inchaço na barriga e a sensação de leveza e bem-estar. "O indicado é que ele dure no máximo um mês", diz Beatriz. Depois disso, o ideal é manter uma alimentação livre de substâncias nocivas. "Como não é possível ficar totalmente a salvo delas, é importante que a pessoa repita esse tipo de dieta mais radical de vez em quando para que o organismo se mantenha funcionando a todo vapor", recomenda Andrea Frias.

Drenagem linfática

Marcar uma massagem também é bom para quem precisa eliminar o excesso de toxinas, diminuir o inchaço e combater a celulite. "A mais indicada, nesse caso, é a drenagem linfática, pois ela melhora bastante o fluxo dos líquidos corporais, proporcionando a sensação imediata de conforto e aumentando a eficácia geral do sistema imunológico", explica Ana Cristina de Oliveira Markowski, fisioterapeuta de São Paulo. "O recomendado é que, no início, sejam realizadas duas ou três sessões semanais, dependendo do caso. Mas os benefícios já podem ser notados na primeira", garante a especialista.

Tá na cara que exagerou

A pele, obviamente, também sofre com os abusos. "A má alimentação e o consumo de bebidas alcoólicas, somados à poluição, à mistura de muitos cremes e ao uso de maquiagem sem a correta limpeza, fazem com que o tecido fique opaco e sem viço", conta a dermatologista Karla Assed, do Rio de Janeiro. "E ainda aumenta as chances do aparecimento de acne em quem tem tendência ao problema." Os ajustes na dieta oferecem uma boa melhora no quadro. Mas, segundo Karla, investir em um detox específico para o rosto mensalmente garante um efeito melhor. O processo consiste em retirar profundamente as impurezas com a ajuda de máscaras próprias para essa ação desintoxicante e, em seguida, aplicar um bom hidratante. O resultado é uma pele mais uniforme, sedosa e luminosa. "O tratamento pode ser feito em casa como manutenção. No consultório, costuma ser mais eficaz, pois podemos combinar com peelings potentes", diz Karla.

E no cabelo também

Outra parte do corpo que merece passar por um detox são os cabelos. "Fatores como o sol, a água do mar e da piscina, a poluição, o cigarro e os resíduos de produtos, como os leave-ins e as pomadas, deixam os fios com o aspecto sujo, ásperos e apagados", conta o cabeleireiro Wilson Eliodorio, de São Paulo. "Para reverter esse quadro e deixar os cabelos hidratados, fortes, com vitalidade e muito brilho, fazemos uma limpeza profunda dos fios e do couro cabeludo", conta Dilma Baptista, cabeleireira e terapeuta capilar, do Rio de Janeiro. Quem já se submeteu a processos químicos e tem o costume de usar muitos produtos nos cabelos deve agendar uma sessão a cada 15 dias. 

Do contrário, uma vez por mês é o suficiente.

O tratamento feito no salão, que custa entre 200 e 400 reais, é mais profundo, mas ele também pode ser feito em casa. "Quando sentir que os cabelos estão pesados e sem vida, lave-os com um xampu de limpeza profunda, enxague e repita a operação com um xampu hidratante", ensina Eliodorio. "Enxague bem, aplique o condicionador, enxague novamente e finalize com uma máscara de hidratação adequada ao seu tipo de cabelo, que deve ser retirada com bastante água, de preferência fria."
Recado dado, vamos em frente que o dia promete.
Beijão para todas e até amanhã com muito carinho.

Ramep

Por

Iris de Queiroz

Projetos Sociais

sábado, maio 04, 2013

PARA CONVIVER COM O DIFERENTE



Olá amigas queridas da Ramep eu desejo um bom sábado para vocês.
Hoje falaremos sobre a responsabilidade dos pais na convivência infantil com diferenças para evitar preconceito.

O crédito é do site Delas/Filhos por Raquel Paulino, especial para o iG São Paulo.

A autora inicia afirmando que trocar experiências, brincar e estudar com quem tem outra realidade ou vem de outras origens evita que o medo do diferente se transforme em algo nocivo.

Vejamos na íntegra.

Quando procurou uma escola para o filho João Lucas, hoje com 10 anos, a maior preocupação de Adriana Dutra era a acessibilidade do local. O garoto nasceu com câncer na coluna e o tumor comprimiu sua medula, impedindo-o de movimentar as pernas. Para receber um aluno cadeirante, o colégio precisava, no mínimo, ter rampas de acesso. “Demorou até eu encontrar um acessível, o Dante Alighieri (SP), que se mostrou disposto inclusive a fazer reformas para adequar o espaço”, recorda.

Com isso garantido, a mãe, que também é presidente da ONG Atitude Paradesportiva, mal teve tempo de se preocupar com a adaptação dele ao ambiente escolar. “Logo nos primeiros dias de aula algumas mães me disseram que os filhos delas adoravam ajudar o João, que eles eram melhores amigos. Eu achava até engraçado, por serem melhores amigos demais”, diz.
O comportamento dos colegas tem ligação direta com o modo como o colégio prepara as crianças para lidar com as diferenças. “Abordamos a inclusão desde os primeiros anos. A melhor maneira de tratar o assunto é esclarecendo casos do dia a dia, como por que alguns precisam usar óculos e outros não conseguem ficar em pé”, explica a diretora geral pedagógica Silvana Leporace. “Quanto mais informação a criança recebe, melhor lida com as situações. E conversamos com os pais de todos para que o discurso da escola continue em casa”.

No cotidiano de João Lucas, o resultado desse trabalho é uma infância feliz aolado da mãe e do irmão, Luiz, de 13 anos, com quem tem “uma relação normal, sem proteção por estar numa cadeira de rodas”, nas palavras de Adriana. “O que mais gosto de fazer é jogar futebol com meus amigos, tanto na escola quanto no prédio”, conta o menino, que prefere matemática às outras disciplinas e fez uma participação especial na novela “Carrossel” (SBT), no papel de Tom.

“O medo é a mãe do preconceito”

Assistindo à mesma “Carrossel” de que João Lucas participou, Ricardo, de 7 anos, reclamou com a mãe, a funcionária pública Maria Helena de Rezende, que só tinha coleguinhas brancos como ele na escola. “Ele é fã do Cirilo (interpretado pelo ator Jean Paulo Campos) e não se conformava”, diz Maria Helena, cujos amigos negros têm filhos muito novos ou muito velhos para brincar com Ricardo. “Resolvi levá-lo ao Ibirapuera aos sábados, porque famílias de todas as cores e credos frequentam a parte infantil do parque. Ele agora tem a turminha de lá. São meninos brancos, negros, mestiços, japoneses. Essa convivência é essencial para as crianças crescerem sem preconceitos”, acredita.

João Lucas, 10, frequenta a mesma escola que o irmão Luiz: para a mãe, Adriana, relação entre os dois não tem protecionismo.

O pai da performática Elke Maravilha pensava dessa maneira, mas usou métodos menos delicados para fazer a filha entender a diversidade. A atriz russa radicada no Brasil desde os 6 anos de idade conta que, assim que chegou ao país, viu negros pela primeira vez e morreu de medo: “Era medo do diferente, coisa de criança. Meu pai falou para eu parar com aquilo, que eram pessoas iguais a nós. Fomos morar em Itabira (MG) e nossos vizinhos eram uma família negra. Fiquei com medo, e ele foi perdendo a paciência”.

Ao externar medo de novo, Elke foi levada à casa dos vizinhos. “Meu pai me deixou lá e falou ‘Se vira!’. Foi a melhor coisa que poderia ter feito. Em cinco minutos eu nem lembrava de medo. Ele quase teve que me dar umas porradinhas para eu voltar para casa”, diverte-se. Retomando o tom sério, a atriz revela também ser, vez ou outra, alvo de certo medo. “Tem crianças que olham para mim e se assustam, por eu ser extravagante. Se os adultos não tomam uma atitude, isso pode se repetir quando virem um negro, um índio. Crescem uns monstrinhos. O medo é a mãe do preconceito, e os pais têm a responsabilidade enorme de se antenar para impedir que os filhos tornem-se preconceituosos”.

Das 12h45 às 13h30, de segunda a sexta, Quézia de Sá do Nascimento tem tempo para se preparar para passar as próximas horas em uma realidade social bem diferente da sua. É nesses 45 minutos, dentro de um ônibus, que a estudante de 13 anos vai da escola pública onde cursa o oitavo ano do ensino fundamental pela manhã para o colégio privado Poliedro, um dos mais renomados de São José dos Campos (SP), onde assiste a aulas de reforço do mesmo ano à tarde. Ela é bolsista do projeto Alicerce do Instituto Social para Motivar, Apoiar e Reconhecer Talentos (Ismart), pelo qual poderá fazer o ensino médio na instituição particular gratuitamente, caso seja aprovada em um “vestibulinho”.

“É como se fossem dois mundos. Às vezes tenho a sensação de que de manhã estou em um lugar e, à tarde, em outro universo. Mas não vejo isso como algo ruim, acho positivo”, opina. Foi assim que ela aprendeu que, embora as preocupações sejam diferentes entre os alunos das duas escolas, as linhas de raciocínio são semelhantes. “Há uma curiosidade sobre o que acontece, principalmente dos meus amigos da escola pública em relação à particular”, diz. “Ser bolsista não muda meu convívio com ninguém. Eu me dou bem e posso dizer que tenho amigos também entre os alunos do Poliedro”.

Com a bolsa-auxílio que recebe do projeto (em torno de um salário mínimo), Quézia se alimenta entre os períodos e paga as passagens de ônibus. A volta para casa, no final da tarde, pode chegar a uma hora e 20 minutos, o que não a desanima. “Desde pequena, tinha o desejo de estudar para me tornar um ser humano melhor. Tive medo de não dar conta de um colégio tão conceituado, mas consegui. Não tem barreira quando a gente quer muito alguma coisa”.

Um grande abraço para todas e até amanhã com muito amor

Ramep

Por

Iris de Queiroz

Projetos Sociais

sexta-feira, maio 03, 2013

DINHEIRO PARA SAIR DO PAPEL!!



Olá amigas da Ramep, excelente sexta feira para vocês.

É com muito prazer que hoje vamos falar de como levantar fundos para projetos.

O crédito é do site M. de Mulher por Silvia Amélia de Araújo Conteúdo GLOSS, onde se ensina como encontrar pessoas dispostas a pagar por aquele projeto que você abandonou por falta de grana.

Vejamos os detalhes.

Uma ideia criativa quase sempre precisa de dinheiro para sair do papel. E quem não consegue o patrocínio de uma empresa (ou da família) muitas vezes acaba tendo de desistir de seu projeto genial. Existe uma forma de evitar que isso aconteça: é só fazer uma vaquinha. O velho método de arrecadar dinheiro coletivamente ficou mais organizado, foi parar na internet e ganhou um novo nome - virou crowdfunding, algo como "financiamento pela multidão". E agora ajuda a viabilizar projetos pessoais e/ou profissionais como livros, peças de teatro, vídeos e pesquisas científicas.

Na prática funciona assim: o projeto fica "exposto" em sites que organizam a arrecadação do dinheiro durante alguns meses. Quem se interessa por ele e gostaria de vê-lo realizado doa alguma quantia por meio de um cartão de crédito. Se o valor necessário para a produção da ideia for arrecadado, quem doou ganha um prêmio estipulado pelo autor - que varia de acordo com o tamanho da contribuição. E o projeto pode então ser produzido.

Nos Estados Unidos, o site Kickstarter já arrecadou US$ 35 milhões para mais de 14 mil iniciativas. No Brasil, o método ainda é novo. A maioria dos projetos dos sites daqui está ligada à área artística. São ideias de documentários, CDs, filmes, exposições. "Mas já temos outros em fase de formatação, como projetos científicos, de eventos esportivos e desenvolvimento de produtos", diz o cineasta Micael Langer, um dos responsáveis pelo site brasileiro Incentivador.

Qualquer um pode montar e inscrever um projeto, mas é preciso antes passar pelo crivo dos organizadores do site, que podem aprová-lo ou não. Contam na avaliação a capacidade do autor de realizar o que propõe e o impacto social que sua ideia vai gerar.

Depois de definidos o valor a ser arrecadado, que pode ser o custo total ou parcial do projeto, e o prazo de arrecadação (a média é de dois meses), a ideia vai para o ar. O tamanho da empreitada pode variar: os projetos em andamento hoje pedem valores de R$ 1 000 a R$ 150 000. Mas o dinheiro só é debitado da conta dos doadores quando o valor é arrecadado integralmente. Um projeto que precisa de R$ 5 000 e consegue apenas R$ 3 000 não leva nada. Mas, se a ideia receber um valor maior do que o solicitado, os autores ganham uma grana extra fazer o trabalho.

E por que alguém investiria em um projeto de um desconhecido? Para Micael Langer, existem três motivações principais. A primeira é a identidade com a causa que o projeto defende. Cicloativistas provavelmente terão interesse em contribuir com ideias que ajudem a difundir o uso de bicicletas, por exemplo. Outro atrativo é o nome do autor. "Quem admira o trabalho daquela pessoa vai confiar na sua ideia." E há ainda as contrapartidas: os doadores podem ganhar produtos ligados à obra, ter o nome ou a logomarca divulgados nos créditos ou ainda participar do processo produtivo.

Como participar

Escolha a empresa de crowdfunding que tenha a ver com a sua ideia. Há várias no Brasil: incentivador.com.br, catarse.me, movere.me, sensoincomum.com.br.

Apresente sua proposta de forma resumida junto com um currículo ou algo que comprove que você é capaz de realizar o projeto.

Grave um vídeo explicando o que quer fazer. Seja simpática e direta. O vídeo poderá ser usado depois para convencer os futuros doadores.

Pense em prêmios que serão dados aos financiadores da ideia. Pode ser o próprio produto (livro, DVD), um brinde (camiseta, pôster) ou uma citação nos créditos da obra.

Calcule o valor necessário para realizar o projeto incluindo o gasto com as contrapartidas. Lembre-se de que entre 5% e 10% do total recebido fica com os administradores do site.

Projeto aprovado, o tempo começa a rodar! Use todas as suas redes sociais para mobilizar as doações.

Vamos à luta meninas e até amanhã.

Ramep

Por

Iris de Queiroz

Projetos Sociais

quinta-feira, maio 02, 2013

OPINIÕES SEM VALOR?




Oi meninas, bom dia.

Já ocorreu de ninguém lhe ouvir no trabalho e suas ideias são sempre as primeiras a serem descartadas? Suas opiniões parecem sem valor?

Pois, saiba como mudar essa situação.

O crédito é da poderosa Danielle Nordi, iG São Paulo.

 “Costumo dizer que quem não participa, boicota. Não importa se for apenas uma ideia ou um grande projeto”, afirma Marcelo Cuellar, executivo da Michel Page, empresa de recrutamento especializado em gerência e alto executivo. Por isso, afirma Marcelo, a importância do gestor dar oportunidade aos seus funcionários para que participar das reuniões trazendo novas ideias e propostas é enorme. Com isso, a equipe permanece mais focada e unida.

Por outro lado, o executivo explica que existe diferença entre realmente não ser ouvido e ter a sensação de que ninguém leva suas opiniões em consideração. “Muita gente acha que ser ouvido é ter uma ideia aceita, mas isso não é verdade. A realidade hoje é muito mais competitiva do que há 30 anos. Tudo é mais contestado. As ideias não deixaram de ser ouvidas, apenas não são mais tão facilmente aceitas”, aponta.

Alguns gestores realmente têm dificuldade para ouvir seus funcionários. Nestes casos, a falha é da empresa que não possui um procedimento que possibilite aos seus colaboradores uma contribuição mais efetiva. “Poder se expressar é muito importante no ambiente corporativo, pois é a base de grandes ideias”, afirma a consultora de Recursos Humanos da Catho Online Rafaela Almeida. Mas e se a empresa estimula o funcionário a participar e a contribuir com novas propostas e mesmo assim alguns não conseguem se impor? Neste cenário, o funcionário precisa entender onde está errando.

Problemas comuns

De acordo com com a diretora da Stanton Chase, empresa de recrutamento de executivos, Selma Morandi, um dos problemas mais comuns é não ter segurança suficiente para defender seu ponto de vista. “O enfrentamento é inevitável. Para poder encarar todos os questionamentos que uma ideia nova provoca é preciso entender muito bem do que está falando.”

Segundo Rafaela, no ambiente corporativo, é preciso ter jogo de cintura e saber o momento adequado de falar. “Além, claro, de ter ótimos argumentos. Para expor suas ideias, utilize dados concretos. Evite dar apenas opiniões.”

Marcelo diz que muitos funcionários ainda não sabem como contribuir com novas perspectivas da forma correta. “A maneira como algo é mostrado importa muito. Email, por exemplo, não tem tom de voz nem sensação de urgência. Não é a melhor forma de comunicação se você precisa ‘vender’ seu ponto de vista.”

Ousadia também é fundamental, diz Selma. “Pessoas tímidas ou inseguras, que tenham medo de críticas, apresentam mais dificuldade em se expor. Isso não quer dizer que elas não tenham nada para acrescentar, apenas que não sabem como fazê-lo.” Ela afirma que são justamente os mais ousados os primeiros a se sobressaírem. “O marketing pessoal, hoje, vem em primeiro lugar. Um profissional pode ser ótimo, mas se não souber se ‘vender’ terá mais dificuldade em ser notado.”

Marcelo ressalta que procurar outro emprego pode ser uma forma precipitada de resolver o problema. “A pessoa pode ter dificuldade em se expressar. Se mudar de emprego, a inabilidade de se comunicar ainda estará lá. Antes de tomar essa atitude, é preciso identificar se o problema é o funcionário ou a empresa.” Se for a empresa, segundo ele, aí sim a troca de local de trabalho deve ser pensada.

Discordar do chefe pode?

E se o ponto de vista que o funcionário deseja expor vai de encontro ao do chefe? Nestes casos, civilidade é a palavra-chave. Quando for discordar de alguém hierarquicamente superior, os argumentos precisam estar bem apurados e a maneira de se expressar deve ser cordial.

“O essencial é ouvir o chefe primeiro e entender suas motivações. A gente pode e deve discordar se temos opinião contrária”, diz Marcelo Cuellar. Segundo Selma Morandi, é importante que o profissional não concorde com uma ideia do chefe apenas para agradar. “A divergência de opiniões existe, sempre de forma civilizada. Ter dados para balizar seu ponto de vista também ajuda muito quando se discorda do chefe.”

Dicas de como ser ouvido no trabalho

O iG reuniu as dicas dos especialistas consultados nesta matéria e preparou um guia para você poder aprender a se comunicar e expor suas ideias de maneira mais eficiente no ambiente corporativo.

-Procure dar idéias pessoalmente. Email deve ser usado apenas para oficializar algo que já foi discutido

-Conheça não só o assunto e como também o posicionamento da empresa em situações parecidas.

- Utilize argumentos objetivos sempre. Evite opiniões

- Não seja agressivo ao defender uma ideia

- Tenha postura profissional mesmo durante uma discussão acerca de sua opinião

- Seja respeitoso ao se dirigir a um colega ou ao superior

- Não leve a discussão para o lado pessoal

- Seja ousado e não tenha vergonha de se expor diante de todos

- Seja flexível e receptivo às ideias dos colegas

- Seja cortês e humilde. A empatia é muito útil no ambiente de trabalho

- Não deixe conflitos pendentes. Qualquer tipo de desconforto deve ser esclarecido para evitar discórdia e fofocas que ofusquem suas opiniões.

Um beijão no coração de todas e até amanhã.

Ramep

Por

Iris de Queiroz

Projetos Sociais

quarta-feira, maio 01, 2013

FICOU BEM NA FOTO?


Olá meninas lindas da Ramep, saúde para vocês neste lindo mês de maio que ora se inicia.

Nosso encontro hoje traz a reportagem de Job Henrique Casquel / Edição MdeMulher com Conteúdo VIVA!MAIS, mostrando como a foto de perfil poderá ajudar nossa carreira se veiculada de modo certo nas redes sociais.

O texto afirma que nas redes sociais, a nossa imagem vale mais que mil palavras. Preparamos um guia para você escolher o retrato mais adequado e fazer bonito online.

Vejamos os detalhes.

Quem está em busca de um novo emprego e participa de processos seletivos está sujeito a ser "xeretado" pelos entrevistadores nas redes sociais. Pode-se dizer que a internet abriu um novo critério na hora do recrutamento.

A foto é a primeira coisa que olhamos em qualquer perfil de rede social. Vacilar no retrato compromete sua imagem na internet. Para se sair bem, não é necessária uma grande produção. Se você gosta de se olhar no espelho, já deve ter encontrado seu melhor ângulo. Poses infantis e ou "biquinho" estão fora de cogitação. A seguir, dicas para evitar os erros mais comuns e arrasar no Facebook, Twitter, Instagram etc.

Cada um no seu quadrado

Nas redes sociais as fotos são quadradas e nas câmeras, retangulares. Ao colocar um retângulo num quadrado, o rosto sai do centro. Evite isso com o zoom ou fique perto da câmera. Se a foto já foi tirada, use o PhotoScape.

O amigo das fotos

O PhotoScape é um programa gratuito e leve. Ideal para trabalhos simples, seleciona um pedaço da foto ou diminui seu tamanho. Para ousar, aposte nos filtros, mas cuidado para não exagerar! Baixe em abr.io/PhotoScape

Atenção à resolução

Imagine uma sacola de supermercado, com a logomarca na lateral, esticada até não poder mais. Fica distorcida, né? O mesmo acontece quando você usa uma imagem pequena na sua exibição, dando aquele efeito de quadradinhos. Se ocorreu isso com alguma foto sua, escolha outra.

Faça sua foto brilhar!

Mais frustrante do que um perfil sem foto é um perfil com foto escura. As sombras podem dar um certo tom de mistério e sensualidade na medida, mas perder a mão e estragar a foto é muito fácil. Na dúvida, não arrisque e ligue o flash da câmera!

O perfil é seu, não nosso!

Deixe fotos em grupo para o álbum ou para a capa da Linha do Tempo, no caso do Facebook. Se você saiu linda em uma foto em grupo, recorte seu rosto. Quem não a conhece terá dificuldades em descobrir de quem é o perfil.

Formal na medida certa

Uma postura descontraída demonstra segurança e tranquilidade. Um sorriso é sempre bem-vindo, mas mostrar a língua é um exagero. Também não precisa fazer cara de poucos amigos. Encontre um meio-termo amigável e comportado. Fotos com bebida alcoólica estão proibidas!

Quem mostra o passado é museu!

Você pode estar linda naquela foto tirada há cinco anos, mas muita coisa mudou nesse tempo. Usar uma foto antiga no perfil engana os visitantes. Por mais fofa que seja a sua foto quando criança, use imagens que foram tiradas no máximo há três anos. Isso evita decepções na hora de um encontro pessoalmente.

Um beijão no coração de todas e até amanhã.

Ramep

Por

Iris de Queiroz

Projetos Sociais