quinta-feira, maio 23, 2013

QUEM AMA CUIDA, DEIXA VIVER LIVRE E FELIZ


Olá amigas queridas, saúde para todas nesta linda sexta feira de maio findo.

Hoje vamos refletir através da coluna ZÍBIA E VOCÊ, do site M. de Mulher, onde se afirma que Quem ama cuida e deixa viver feliz e livre!

O crédito é da Redação do Viva!Mais.

Há quem diga que ciúme é prova de amor. Não creio. Claro que, em um relacionamento amoroso, há certo cuidado em manter acesa a chama do interesse para que o amor “seja infinito enquanto dure”, como disse o poeta. O que tenho observado é que o ciúme, quando em excesso, transforma a vida a dois em um inferno, acaba com o amor.

Se você está amando, quer construir uma relação duradoura e prazerosa, terá de aprender a dominar esse sentimento, pois ele é uma armadilha que vai atrair exatamente o que você teme. Por isso, é bom perceber as várias causas que podem provocá-lo e libertar-se delas:

1- Falta de confiança em si mesma.

2- Crenças adquiridas sobre a poligamia masculina, acreditando que todo homem trai.

3- Desavenças familiares vivenciadas na infância.

4- Mimo que exagera tudo.

O mimo faz você entrar no papel de “pobre de mim”, exigindo sempre que seu parceiro “prove” que a ama. Mesmo que ele tenha paciência para isso, você nunca se sente satisfeita. Esse comportamento acaba com qualquer relacionamento. É exaustivo, deprime e destrói o respeito. Para que duas pessoas convivam em harmonia é preciso que haja respeito. Ele é mais importante que o amor.

Quem diz que ama e não respeita o ser amado, não lhe dando espaço para que se expresse e cresça, provoca dois resultados: separação ou fingimento. Quem se sente pressionado usa a mentira para evitar brigas. Uma situação falsa nunca dá bons resultados.

É humilhante ter que dar explicações a todo instante, dizer aonde vai, viver sob a mira do relógio. Por outro lado, é muito agradável sair sem destino, sentir-se livre para poder fazer o que quiser, mesmo que não faça nada. Nada substitui o prazer da liberdade. Tolher esse espaço do companheiro sufoca, e um dia ele acaba deixando você.

Além disso, o ciúme é uma porta aberta para a obsessão de espíritos perturbadores que se aproveitam de sua fraqueza, projetando em sua mente cenas de traição que você “vê”. Também, quando você dorme, eles levam seu espírito e lhe mostram os “clichês astrais” que eles criaram, onde seu parceiro está com outra. Eles agem assim para dominá-la e sugar suas energias para manterem-se ligados ao mundo material do qual não querem se afastar. Se você lhes der crédito e os alimentar, acabará atraindo à sua vida exatamente o que teme. As cenas que vê se materializarão em sua vida!

Tente mudar. Procure um bom psicólogo, com o qual se identifique. Vá a um centro espírita, peça ajuda espiritual, faça tratamento para eliminar as “formas pensamentos” que criou e que estão presentes e atuando em sua mente com energias perturbadoras. Reaja. Faça sua parte!

Ao sentir ciúme, não tente controlá-lo. Reconheça que é ciumenta e que seu ciúme é o que provoca os pensamentos de traição. Eles não são verdadeiros! Você não tem fatos, só suposições. Saia da ilusão!

A verdade é que seu parceiro está com você porque a ama. Repita isso sempre. Acredite nele. Respeite- se, acredite-se capaz de ser amada! Respeite seu companheiro dando-lhe espaço para progredir e fazer o que gosta. Quanto mais o deixar livre, mais ele se chegará a você. Experimente e verá!

Um excelente final de semana para vocês.

Ramep

Por

Iris de Queiroz


Projetos Sociais

quarta-feira, maio 22, 2013

PARA SER MAIS FELIZ NO DIA A DIA



Olá amigas queridas da Ramep, prosperidade para vocês hoje e sempre.

Hoje nosso encontro traz o texto de Bianca Castanho, iG São Paulo, lembrando as 9 atitudes simples para ser mais feliz no dia a dia.

A autora afirma que a felicidade não nasce só do resultado de um grande projeto ou de uma conquista a longo prazo. De meditar a arrumar a cama, veja o que você pode fazer para ser feliz todos os dias.

Segundo o livro The Myths of Happiness ou “Os Mitos da Felicidade” (Penguim Group, sem tradução no Brasil), da professora de Psicologia da Universidade da Califórnia Sonja Lyubomirsky, um dos enganos mais comuns sobre o tema é vincular a felicidade à chegada de algum evento – casamento, filhos, emprego novo. Buscar a satisfação a longo prazo e na dependência de um fator externo, no entanto, não é algo saudável. Que tal começar a ser feliz agora?

“A primeira coisa que a pessoa tem que fazer é perguntar ‘o que me faz feliz?’. É dançar? É sair tomar café com os amigos?”, ensina a life coach Cibele Nardi. Para ela, a auto indagação deve ser constante. “As pessoas que não se questionam não sabem o que é importante para elas. É comum observarmos o comportamento dos outros, mas esquecemos que é preciso nos observar, nos conhecer.”

Cibele defende que felicidade não é algo que se busca ou procura, mas está dentro de cada um. “Construída dia após dia, a felicidade não está longe”, acredita.

Dizer obrigado, por exemplo, é uma das pequenas atitudes cotidianas que melhoram a qualidade dos relacionamentos interpessoais – e a satisfação diária. Segundo pesquisa publicada em maio de 2012, no “Journal of Personality and Social Psychology” , um simples ‘obrigado’ entre casais pode fazer com que o cônjuge se sinta apreciado pelo seu parceiro, fazendo com que o comprometimento se fortaleça.

O efeito da gratidão vai além. “Não só melhora a qualidade de vida como afeta a sociedade e todos os tipos de relacionamento. Demonstrando gentileza e gratidão, recebemos gentileza e conseguimos atingir as pessoas”, reforça Cibele.

Exteriorizar o que se sente também é uma medida necessária para ser feliz. “Diga para as pessoas o que sente: se você ama, se você é grato. Use palavras de generosidade”, recomenda a coach. Nem sempre, porém, estamos no melhor dos dias. Quando isso acontece, não significa que é permitido descarregar suas angústias em cima de todo mundo. Mas também não precisa engolir. “Ninguém consegue estar 100% estável. É importante sorrir quando está com vontade; porém, quando não está, é igualmente importante dizer à pessoa ao seu lado que você não está bem, mas deixá-la consciente de como você aprecia tê-la ali”, diz.

Doar também pesa na balança da alegria. Segundo estudo lançado em 2008 pela revista norte-americana Science, “gastar dinheiro com outros pode ter um impacto positivo maior na felicidade do que gastá-lo com você mesmo. Participantes que foram escolhidos para gastar seu dinheiro com outras pessoas experimentaram uma sensação de gratidão maior do que aqueles selecionados para gastar com eles mesmos”. Ou seja, fazer doações ou presentear alguém traz uma sensação de serenidade.

Não esperar algo em troca é ainda mais gratificante. Ao dar ou receber algo, cria-se uma pressão inconsciente de retribuir à altura. Não criar expectativas, além de nos livrar deste sentimento, nos torna mais sinceros conosco e com as outras pessoas. “O importante é mostrar quanto a pessoa agregou à sua vida”, explica Cibele.

Meditar pelo menos um minuto por dia também é um dos caminhos para ser feliz diariamente. Segundo uma pesquisa realizada em maio de 2012 pelo pesquisador Todd Kashdan, da Universidade de George Mason, na Virgínia. Dos participantes da pesquisa, aqueles que tiveram maior contato diário com a espiritualidade apresentaram maior autoestima e pensamento positivo.

“A meditação é um caminho que traz a possibilidade do ser humano conhecer a si mesmo. Não tem como se declarar plenamente feliz sem se conhecer”, afirma Salvador Hernandes Esteves Neto, instrutor de yoga e meditação especializado em medicina comportamental. “Todo ser humano é capaz de meditar, só é preciso aprender. O ideal seria que cada um buscasse um instrutor para passar orientações, mas ler sobre o tema também é um caminho”.

Ter pouco tempo disponível não é desculpa. “Existem várias técnicas. Uma que se encaixa no estilo de vida das pessoas atualmente é a meditação em um minuto”, diz Salvador. Basta procurar um local onde você não vai ser interrompido, fechar os olhos para se desligar dos estímulos externos, prestar atenção na própria respiração e, lentamente, acompanhar apenas o ato de respirar, deixando todo o resto do lado de fora.

Um estudo de 2009 publicado no veículo Journal of Sexual Medicine relata que fazer sexo tem ligação com a felicidade, principalmente para as mulheres. Pesquisadores da Universidade de Harvard já diziam em estudo publicado na revista Science em 2010: durante o sexo as pessoas ficam mais concentradas, resultando em um sentimento de realização mais profundo do que em outras atividades do dia a dia. “Conseguir manter-se presente no momento da união com o parceiro afetivo faz com que este seja um momento pleno”, conta o instrutor de yoga Salvador.

A relação entre trabalhar menos, curtir o ócio e ser feliz é uma tendência percebida há tempos. Em um momento em que a importância social é pesada de acordo com sua eficiência e resultados, o ócio fica relegado aos considerados ‘preguiçosos’. “Havia anteriormente uma capacidade de despreocupação e divertimento que foi de certo modo inibido pelo culto à eficiência. O homem moderno pensa que tudo deve ser feito pelo bem de alguma outra coisa, e nunca por seu próprio bem”, escreveu Bertrand Russell, lá em 1932, no seu livro “O Elogio ao Ócio” (Editora Sextante).

Arrumar a cama – ou realizar atividades, das menores às maiores, no tempo estipulado – pode trazer um enorme sentimento de realização. Durante pesquisa para seu livro, The Happiness Project, ou “O Projeto Felicidade” (Editora HarperCollins, sem tradução no Brasil), a blogueira Gretchen Rubin alega que uma das coisas que ela percebeu foi que arrumar a cama pela manhã era um segredo para a felicidade. Como? “Arrumar a cama faz com que tudo fique mais limpo, arrumado. Você consegue achar seus sapatos, seu quarto parece um lugar tranquilo. Para muitas pessoas, a ordem do lado de fora contribui para a calma do lado de dentro”, relata em seu site.

Outro motivo que a escritora apresenta é o fato de que completar uma resolução traz satisfação. “Se decide realizar uma mudança, você se apega a isso. Fazer a cama pela manhã é uma das primeiras coisas que se faz no dia, e isso contribui para que se comece o dia se sentido mais eficiente, produtivo e disciplinado”.

Uma simples visita a um museu de arte também ajuda a contar pontos para a felicidade. De acordo com estudo publicado em maio de 2011, na revista “Journal of Epidemiology and Community Health”, homens que praticam atividades culturais, como visitar museus e galerias, estão mais satisfeitos e com saúde melhor do que aqueles que não têm esse costume. Livros também se encaixam: muitas dicas e técnicas para viver melhor estão compartilhadas nas páginas de livros.

O filósofo Alain de Botton, por exemplo, é responsável pela criação do The School Of Life, uma escola para ensinar filosofia aplicável no dia a dia, além de oferecer meios para a busca do homem por respostas além da religião – como cultura, literatura, artes, psicologia. Botton é autor de livros como “A Arquitetura da Felicidade” (Editora Rocco) e “Como Proust Pode Mudar Sua Vida” (Editora Intrínseca).

Não adianta focar nas grandes expectativas e ações: a busca pela felicidade começa aos poucos, em cada atitude do dia a dia. “Felicidade é fazer o que você acha que pode e consegue fazer, dentro do seu alcance”, resume Cibele.
Um beijão para todas e até amanhã.

Ramep

Por

Iris de Queiroz

Projetos Sociais

terça-feira, maio 21, 2013

PELÍCULAS ESTAMPADAS DÃO DINHEIRO?



Olá amigas queridas da Ramep, lindo dia para vocês.

Hoje eu trouxe uma reportagem de Mariana Gabellini / Edição: MdeMulher Conteúdo VIVA!MAIS, sobre unhas decoradas, onde a autora nos convida a ganhar dinheiro vendendo películas estampadas.

Segundo o texto as películas são fashion, estampadas,  estão com tudo, são fáceis de fazer e podem render quase R$ 3 mil!

Vamos ver os detalhes.

A película para decorar as unhas é uma novidade que está fazendo o maior sucesso. É uma maneira de estampar as unhas sem precisar ser uma expert em desenho, por exemplo. Dá pra lucrar R$ 2.800 por mês com a venda de cerca de 500 cartelas. Gostou, né? Aprenda a fazer com a gente e engorde sua renda!

Você vai precisar de

- Pasta em L de plástico (encontrada em papelarias)

- Base para unhas incolor

- Pincel

- Cola branca

- Impressora a jato de tinta

- Tesoura

PASSO A PASSO

Prepare o molde

1. Você vai precisar do programa de computador Word. Na barra de ferramentas, clique em "Inserir" e depois em "Formas". Na janela aberta, escolha o retângulo de lado arredondado. Em qualquer lugar da página em branco, clique e arraste o mouse para formar o retângulo (deve ter cerca de 1,5 x 2 cm)

2. Com o retângulo selecionado, clique na aba "Ferramentas de Desenho" e depois em "Preenchimento da Forma" e em "Imagem". Localize a foto ou o desenho que você quer usar e selecione "Inserir".

3. Ainda com o retângulo selecionado, aperte ao mesmo tempo as teclas "Ctrl" e "C". Clique com o mouse em uma área em branco da página e aperte as teclas "Ctrl" e "V". Repita até ter 12 retângulos (uma cartela). Complete a página com dez cartelas diferentes.

Aprenda a fazer a película

1. Com uma tesoura, corte a pasta em L em duas partes (neste tutorial você usará só uma) com tamanho de uma folha de A4.

2. Coloque a base para unhas na pasta e espalhe com o pincel para ficar uma camada bem fina. Espere secar.

3. Passe a cola branca sobre a base aplicada e deixe secar bem durante quatro horas. A película está pronta!

4. Ponha a pasta na impressora, com o lado da película voltado para onde sai a tinta e mande imprimir o molde (com dez cartelas) que você fez.

5. Corte as cartelas e pronto, pode começar a vendê-las! Faça uma embalagem bacana!

Dicas de sucesso

- Divulgue seu trabalho nas redes sociais e mostre as fotos das unhas das suas clientes.

- Ofereça bastante variedade nos modelos de estampas.

- Em cada embalagem de cartela, coloque um texto com as instruções para aplicar e seus contatos, claro.

- Faça cartelas exclusivas para cada cliente. Você pode criar películas com fotos, por exemplo. Elas custam o mesmo que as outras, mas podem ser vendidas por um valor mais alto por serem personalizadas.

- Venda por preços competitivos. Na última Hair Brasil, uma das maiores feiras de beleza do país, as películas estavam custando R$ 8 em média. Se você cobrar um valor um pouquinho mais barato, vai ter lucro na certa!

Veja como é bem fácil de aplicar

Não existe segredo pra colocar as películas. Passe uma camada fininha de esmalte na unha para evitar que a película enrugue. Sugestão: use sempre um esmalte que combine com a estampa da película.

1. Corte os retângulos, e de cada um separe as películas da pasta. Esmalte e espere 3 minutos (não deixe o esmalte secar completamente).

2. Em seguida, aplique a película sobre a unha e pressione delicadamente com a ajuda de um palito de unhas. Retire o excesso da película com alicate e acerte as rebarbas com uma lixa de unha.

3. Use um palito com algodão embebido em acetona para limpar os cantinhos que restaram. Finalize com extrabrilho.

Sucesso para todas e até amanha.

Ramep

Por

Iris de Queiroz

Projetos Sociais

domingo, maio 19, 2013

CUIDADO COM AS CRÔNICAS!!



Olá amigas da Ramep, saúde e prosperidade para vocês

Neste domingo lindo vamos abordar o tema: Doenças no ambiente de trabalho.

O crédito é de Cáren Nakashima e Livia Valim, especial para o iG., onde se afirmou que doenças crônicas que exigem monitoramento ou cuidados especiais não devem afetar a nossa carreira nem prejudicar nosso desempenho.

Vamos ver os detalhes.

Especialista aconselha o candidato a informar se é portador de alguma doença durante o processo seletivo

Paulo*, 42 anos, analista fiscal de uma empresa de transporte de bens* foi demitido após a quarta vez consecutiva em que chegou atrasado ao escritório. No departamento de Recursos Humanos, ele explicou que o motivo dos atrasos constantes era a doença que estava tratando há mais de quatro anos: alcoolismo. O diretor de RH da empresa, que prefere não se identificar, interveio e Paulo não foi demitido. “Em vez disso, optamos por acompanhar o caso de perto, oferecendo inclusive benefícios extras, como tratamento psicológico. Afinal de contas, o funcionário tinha quase 10 anos de casa e sempre teve conduta exemplar”, justifica o diretor de RH.

Situações assim são exemplares, mas não são regra no mercado de trabalho. Na falta de legislação específica, cada empresa elabora suas próprias políticas internas para lidar com esses casos e, portanto, a postura do trabalhador é decisiva nesta relação delicada. “Geralmente os empregadores criam políticas específicas para funcionários portadores de doenças que exigem tratamento diferenciado. Por exemplo, no caso da diabetes, que atinge 12% da população do Brasil (segundo dados de 2008), algumas companhias adotam até mesmo cardápios especiais, com o intuito de auxiliar no controle dos níveis de glicose no sangue”, diz Marcos Minoru Nakatsugawa, executivo de RH e presidente em exercício do Centro Avançado de Profissionais de Recursos Humanos (CEAP– RH).

Nem todo portador desse tipo de doença, no entanto, reconhece a necessidade de cuidados especiais no trabalho. O diabetes de Matheus Lopes, 27 anos, editor de vídeo da agência Novacia, em São Paulo, foi diagnosticado ainda na infância e a questão no ambiente de trabalho só complica na hora de incluir sua rotina médica no dia a dia da agência. “Na realidade, nunca imaginei a doença como sendo um problema em potencial para um empregador, por isso nunca tratei desse detalhe em uma entrevista de emprego, sempre foquei as entrevistas apenas nos aspectos profissionais. Minha grande preocupação é inserir na falta de rotina da minha área o cuidado com a alimentação e as três aplicações diárias de insulina”, conta.

Exatamente por isso, Marcos Minoru acredita que o ideal é que o candidato portador de alguma doença crônica que exija monitoramento especial, como diabetes, cardiopatias, esclerose múltipla, síndrome do pânico e demais quadros de depressão, câncer etc, informe a condição durante o processo seletivo. “Isso para que a empresa planeje as contramedidas que precisa implementar para garantir a salvaguarda física e emocional do profissional, por meio da adoção de programas específicos de controle e tratamento dessas doenças”, afirma.

O medo existe

“Sofro de transtorno bipolar há cerca de 10 anos e isso é um problema porque sei que terei que omitir esta informação na hora de conseguir um emprego. Além do mais, o tratamento pode atrapalhar meu desempenho porque alguns medicamentos apresentam efeitos colaterais, como sono”, conta Aline Silva, 31 anos, pedagoga. Ela trabalha atualmente em uma agência da Previdência Social. Neste e em empregos anteriores ela informou ao médico apenas no momento do exame admissional que fazia tratamento com antidepressivos. “Eles me pediram laudos do psicólogo e do psiquiatra que atestassem que eu poderia exercer a função. Mas acredito que mais difícil do que conseguir o emprego é mantê-lo. Afinal, durante as crises é bem difícil manter a rotina, inclusive a de trabalho, e isso não é bem visto”, acredita.

O estigma de que as empresas não veem com bons olhos certos históricos médicos vem do fato de que certas doenças não são amparadas pela legislação. “É o caso do HIV, doenças cardíacas, câncer, diabetes, depressão, alcoolismo e outras congênitas”, explica Edson Pinto, advogado especialista em tributos e diretor do Escritório Edson Pinto Advogados. Segundo o advogado, para justificar a manutenção do empregado no trabalho, tem sido usado como argumentação o dever de manter a dignidade da pessoa, segundo ele, “uma das causas pétreas da Constituição Federal”. “Além do mais, as empresas não podem recusar candidatos com esse perfil, de forma expressa, sob pena de recair em responsabilidade civil pré-contratual, com possível condenação a dano moral”, acrescenta.

As dez doenças que mais afastam as pessoas do trabalho

Licença do trabalho para tratar dependência química aumenta 24,4%
A gerente de Recursos Humanos, Carolina Cardoso, vai além e afirma que estas doenças, quando controladas e com acompanhamento médico, não atrapalham no desenvolvimento da carreira. “De acordo com a minha experiência, considero que tanto a empresa quanto o candidato devem ser transparentes e éticos no momento da entrevista, assim como no decorrer do desenvolvimento dentro da organização”, diz.

Existem precedentes jurídicos favoráveis aos portadores desse tipo de doença crônica. Recentemente, um portador de doença cardíaca conseguir provar na Justiça do Trabalho que sua demissão foi discriminatória. Além do emprego de volta, ele também conseguiu o direito a uma indenização por danos morais.

Do lado da lei

Comentando esse caso, Viviane Bender, advogada trabalhista do escritório Santos Sales, confirmou que em casos semelhantes, a legislação trabalhista vigente no Brasil assegura a reintegração ao emprego do trabalhador. O tratamento deve ser o mesmo dado aos casos de doenças profissionais, mesmo que a doença crônica não tenha qualquer relação com o tipo de trabalho. “O empregador do portador de cardiopatia foi condenado p- Quando voltar ao trabalho é motivo de doençaorque havia conhecimento da empresa quanto à doença e porque a demissão aconteceu quando o quadro clínico do empregado encontrava-se agravado”, detalha.

De acordo com os advogados, pelo fato de não existir lei específica a respeito destes casos, fica por conta dos empregadores a concessão de tratamentos. “Porém, se este empregado deseja reivindicar o auxílio-doença, a melhor forma é perante a Previdência Social. Considerando que a cobertura de algumas doenças pode ser negada pelo INSS, o funcionário poderá fazer tratamentos mediante apresentação de atestado médico aceito pela empresa”, conclui Edson.

* Os nomes foram trocados e/ou omitidos a pedido dos entrevistados.

Um grande abraço para todas com votos de uma semana brilhante.

Ramep

Por

Iris de Queiroz

Projetos Sociais

sábado, maio 18, 2013

ABRACE ESSA LUTA!!


MAIS CONFIANÇA E SATISFAÇÃO NA CAMA!!



Olá meninas da Ramep, sabadão show para vocês.

Hoje nosso assunto é um texto de Ricardo Donisete, especial para o iG São Paulo, onde um estudo apontou que a depilação melhora a autoestima sexual. Diz ainda a matéria que as mulheres que fazem remoção total ou parcial de pelos da região íntima apresentam mais confiança e satisfação na cama. Será?

Vejamos os detalhes.

As adeptas da depilação total ou parcial dos pelos pubianos têm uma vida sexual mais satisfatória do que as que optam pelo visual natural na região íntima. Esse é o indicativo de uma pesquisa conjunta da Universidade de Indiana e do Instituto Kinsey com 2.451 americanas. Ainda de acordo com os dados, 60% das mulheres jovens – entre 18 e 24 anos – optam pela remoção total dos pelos com frequência.

No mês anterior ao levantamento, 58,7% das pesquisadas não depiladas relataram ter recebido sexo oral. Já entre as que fizeram a remoção parcial, o índice subiu para 70,8%. As adeptas da depilação total se deram melhor ainda: 81,6% ganharam carinho com a boca de seus parceiros durante o período. Outras evidências apontadas foram: as depiladas são mais confiantes na cama e reportam mais satisfação sexual.

Os pesquisadores apontam que esse novo padrão na aparência vaginal é influenciado por diversos fatores. A presença constante de atrizes depiladas nos filmes eróticos é um deles. Outro é a mudança na modelagem das lingeries, que ao longo das últimas décadas foram ficando mais cavadas e se tornando inadequadas para o look “floresta” – propagado fielmente pela a atriz Claudia Ohana na revista Playboy de 1985.

Aliás, as celebridades também têm seu papel na tendência “carequinha”. Um exemplo disso é a modelo Kim Kardashian, estrela de um reality show sobre a sua família na TV americana, que provocou burburinho ao declarar: “Mulheres não devem ter pelos em nenhum lugar além da cabeça”.

Mas a influência forte desta onda nos Estados Unidos é mesmo verde-amarela. Na década de 90, as depiladoras brasileiras começaram a fazer sucesso naquele país com o “brazilian wax”, técnica que remove completamente os pelos pubianos deixando apenas uma pequena faixa decorativa na região frontal. A moda até virou tema de um episódio da série “Sex and The City”, em 2000, quando a protagonista Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker) se rende ao estilo, digamos, minimalista.

Ryan mostra os tipos de depilação

Proprietária do Reny's Skin Care, na Califórnia, a depiladora brasileira Reny Ryan diz que o “brazilian wax” faz sucesso porque melhora a autoestima sexual e o prazer durante o sexo oral. “Antes do aparecimento da depilação brasileira nos Estados Unidos, as gringas só abriam as pernas para duas pessoas: o parceiro e o ginecologista”, conta. Por lá, a depilação íntima completa chega a custar mais de R$ 100. No Brasil o serviço sai bem mais em conta. Nos centros estéticos do Rio de Janeiro e São Paulo o custo fica numa média de R$30.

Mas nem todo mundo está disposto a pagar esse ou qualquer outro preço para aderir à moda, pelo contrário. Em dezembro do ano passado, um grupo de feministas em Londres liderou até um protesto, a “Muff March”, contra essa nova estética. Com pequenas perucas que simulavam pelos pubianos sobre as calças, as participantes da “Marcha das Peludinhas” pediam nos cartazes:

Um beijão para todas e até amanhã.

Ramep

Por

Iris de Queiroz

Projetos Sociais


sexta-feira, maio 17, 2013

NINGUÉM VAI PARA A CADEIA POR ISSO?



Olá amigas queridas da Ramep, saúde e prosperidade para vocês.

Hoje eu trouxe do site Maracanaú Agora essa matéria onde se divulgou que são mil Denúncias Por Mês, E Ninguém é Preso Por Violência Contra A Mulher No Ceará

Vejamos na íntegra

Às vezes, quem está ao seu lado pode cometer um delito que o machucará não só fisicamente, mas psicologicamente também

“Qualquer ato ou conduta que cause morte, dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico à mulher, tanto na esfera pública quanto na privada, é considerado violência.” Esta definição já tem quase 20 anos e foi definida na Convenção Interamericana, em 1994. O objetivo do evento foi prevenir e erradicar a violência contra a mulher.

No Ceará, o número de denúncias de violência doméstica gera cerca de 400 processos por mês. Mas a quantidade de prisões realizadas somente em 2012 (de janeiro a dezembro) resultou em nenhuma.

Érica Samires, da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), afirma que o número de denúncias sobre violência doméstica só tem aumentado com o passar do tempo. Ela explica que a violência é a mesma e que o aumento de denúncias significa que as mulheres estão com mais coragem e dando mais credibilidade à Lei Maria da Penha.

Segundo Érica, por mês são registradas em média mil denúncias. “Os casos se repetem. São geralmente crimes de ameaça, injúria e lesão corporal”, disse. Além disso, ela ressaltou que as medidas protetivas, como o afastamento do parceiro, podem ser solicitadas a partir do registro do Boletim de Ocorrência.
Contradições

De acordo com a titular do Juizado da Violência Doméstica e Familiar da Mulher, Rosa Mendonça, há cerca de 400 processos por mês. Com tantos processos, o espanto é causado ao ter acesso ao número de presos no Ceará registrados pelo Ministério da Justiça, em 2012, por infringir a Lei Maria da Penha: ao todo zero.

O dado se torna mais estranho se comparado ao resto do país, com 3.835 pessoas presas pela violação de tal lei, tendo os estados de São Paulo (599), Pernambuco (550) e Mato Grosso (477) com o maior número de punidos. O número de prisões dobrou nos últimos 5 anos, segundo a pesquisa do Estadão.

A juíza Rosa Mendonça afirmou que muitas vezes a própria vítima causa a perda do processo, não dando continuidade ou provas suficientes para se chegar a uma audiência. Segundo a delegada Érica, as denúncias de ameaça e injúria necessitam de representação criminal, após o registro do BO, “A mulher tem seis meses, a partir do dia do registro, para representar criminalmente a denúncia. Se ela não procurar, infelizmente a demanda é prejudicada”, disse.
Ela ainda explicou que isso não acontece com os crimes de lesão corporal, já que mesmo que a mulher não se apresente na delegacia, em caso de denúncia, ela e o agressor são notificados e, a partir daí, é instaurado um inquérito.

Lei Maria da Penha

A Lei Maria da Penha, de número 11.340, foi sancionada no dia 7 de agosto de 2006, determinando o aumento no rigor das punições das agressões contra a mulher, quando ocorridas no âmbito doméstico ou familiar. A lei entrou em vigor no dia 22 de setembro de 2006, e, já no dia seguinte, o primeiro agressor foi preso, no Rio de Janeiro, após tentar estrangular a ex-esposa.

A lei alterou o Código Penal Brasileiro e possibilitou que agressores de mulheres no âmbito doméstico ou familiar sejam presos em flagrante ou tenham sua prisão preventiva decretada. Além disso, os agressores também não podem mais ser punidos com penas alternativas.

Inspirada na história de Maria da Penha Maia Fernandes, espancada de forma brutal e violenta diariamente pelo marido durante seis anos de casamento, a lei recebeu seu nome como homenagem a sua luta. Em 1983, por duas vezes, ele tentou assassiná-la, por causa de ciúme. Na primeira vez, com arma de fogo, deixando-a paraplégica, e na segunda, por eletrocussão e afogamento.

Após a segundo tentativa, Maria da Penha tomou coragem e o denunciou. O marido só foi punido depois de 19 anos de julgamento e ficou apenas dois anos em regime fechado.

Serviço

Delegacia de Defesa da Mulher – DDM – Caucaia
End.: Rua José da Rocha Sales, 155 – Centro – Caucaia-CE
Fone: (0xx85) 3101.7926/ 3101.7927 CEP: 61.605-085

Delegacia de Defesa da Mulher – DDM – Crato
End.: Rua André Cartaxo, 478 – São Miguel – Crato-CE
Fone: (0xx88) 3102.1250 Fax: (0xx88) 3102.1180

Delegacia de Defesa da Mulher – DDM – Fortaleza
End.: Rua Manuelito Moreira, 12 – Benfica- Fortaleza-CE
Fone: (0xx85) 3101.2495/ Fax: (0xx85) 3101.2486

Delegacia de Defesa da Mulher – DDM – Iguatu
End.: Rua Martins Soares Moreno, s/n – Centro – Iguatu-CE
Fone: (0xx88) 3581.9454

Delegacia de Defesa da Mulher – Juazeiro do Norte
End.: Rua Joaquim Mansinho, s/n – Santa Tereza – Juazeiro do Norte-CE
Fone: (0xx88) 3102.1102

Delegacia de Defesa da Mulher – Maracanaú
End.: Rua Pe. José Holanda do Vale, 1961 – Piratininga – Maracanaú-CE
Fone: (0xx85) 3371.7834 /  3371.7835

Delegacia de Defesa da Mulher – Sobral
End.: Av. Lúcia Sabóia, 830, Centro -  Sobral-CE
Fone: (0xx88) 3677.4282

Cabe a todas nós divulgarmos e cobrarmos incessantemente um posicionamento das autoridades.

Beijão para todas e até amanhã.

Ramep

Por

Iris de Queiroz

Projetos Sociais