domingo, janeiro 12, 2014

COMIDA QUE TRÁS SAÚDE?


Olá queridas amigas da Ramep, um lindo domingo para vocês.

Nosso encontro hoje é uma matéria de Carolina Serpejante – Site Minha Vida ensinando-nos a prevenir nove problemas femininos com a ajuda da alimentação. Afirma ainda a autora que uma dieta adequada protege contra câncer de mama, depressão e osteoporose.

Vejamos os detalhes.

Que uma boa alimentação traz benefícios enormes para a saúde, ninguém discute. Além de deixar a mente mais ligada, uma dieta equilibrada está diretamente ligada à prevenção de doenças como hipertensão, diabetes e colesterol alto. "No entanto, poucas mulheres sabem que problemas típicos de seu gênero também podem ser prevenidos com ajuda da dieta", afirma a nutricionista Camila Freitas, da Vittali, em São Paulo. Pensando nisso, no Dia Internacional de Luta Pela Saúde da Mulher (28 de maio), listamos algumas complicações que são mais comuns no universo feminino e montamos um cardápio com os alimentos campeões para combater tais males:

Câncer de mama

De acordo com o Ministério da Saúde, o câncer de mama está entre as dez doenças que mais matam mulheres no Brasil. Segundo a nutricionista Débora La Regina, do Centro Paulista de Oncologia (CPO), uma dieta balanceada por contribuir diretamente na prevenção do câncer de mama. "Isso acontece porque, na maioria das vezes, faltam nutrientes essenciais na alimentação da mulher que ajudariam na prevenção desse tipo de câncer", diz.

Um estudo realizado pela Boston University e publicado no jornal American Journal of Epidemiology descobriu que mulheres que comem duas porções de vegetais por dia têm 45% menos chances de desenvolver câncer de mama. Segundo a pesquisa, alimentos como brócolis, mostarda, couve e hortaliças verdes desempenham um papel ainda maior na redução de chances de câncer de mama, pois são ricos em glucosinolatos, aminoácidos que tem uma função importante na prevenção e tratamento da doença. Além deles, outros alimentos como alho, nabo, alface, abóbora e espinafre possuem menores quantidades de gluconisolatos, e devem fazer parte da dieta.

Câncer de colo do útero

Geralmente causado pelo vírus do HPV, o câncer de colo do útero é facilmente identificado em exames de rotina, como o papanicolau, a colposcopia e a biópsia. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a doença apresenta 18.430 novos casos por ano. Além de evitar os fatores de risco mais comuns, como a diversidade de parceiros sem proteção, o tabagismo e a má higiene íntima, o câncer de colo do útero pode ser prevenido com a alimentação. Um estudo da Escola de Medicina da Universidade Vanderbilt (EUA) descobriu que consumir três ou mais porções de peixe por semana diminuía em 33% o risco de desenvolver câncer de colo do útero. De acordo com os autores, o poder anti-inflamatório do ômega 3, presente nos peixes, atua combatendo os pólipos adenomatosos - são crescimentos anormais na mucosa do cólon que podem se tornar um tumor.

Dor de cabeça

Segundo a Academia Brasileira de Neurologia, 76% das brasileiras sofrem com algum tipo de dor de cabeça. Entre as principais causas de cefaleia no público feminino estão estresse, má alimentação e alterações hormonais típicas do ciclo menstrual. "Durante o período de TPM, o organismo das mulheres produz em excesso um grupo de hormônios chamados prostalginas, e essas altas taxas de hormônios são as responsáveis pelas dores articulares, musculares, cólicas e a também a enxaqueca e cefaleia", afirma a endocrinologista Amanda Athayde, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).

Porém, uma pesquisa desenvolvida pela Escola de Ciências da Saúde da Universidade Griffith, na Austrália, descobriu que uma dieta rica em vitaminas do complexo B pode ajudar a prevenir crises de enxaqueca. A nutricionista Roseli Rossi, da clínica Equilíbrio Nutricional, afirma que essas vitaminas, principalmente a B12, são fundamentais para o pleno funcionamento do sistema nervoso, evitando alterações de sensibilidade no corpo, que podem causar crises de enxaqueca. Ela explica que ao redor dos nossos nervos existe uma espécie de "capa de gordura", chamada bainha de mielina, que é fundamental para a passagem do estímulo nervoso e a proteção do nervo. "Na falta de B12, ocorre a desmielinização, que é uma espécie de defeito na bainha de mielina", completa Roseli. Fígado de boi, mariscos, ostras cruas, atum, ovos e leite são boas fontes dessa vitamina.

Osteoporose

"Durante a menopausa ocorre a diminuição dos níveis de estrógeno, hormônio feminino imprescindível para manter a massa óssea, aumentando a incidência de osteoporose", diz a endocrinologista Amanda. O Ministério da Saúde afirma que a osteoporose atinge cerca de 10 milhões de pessoas no Brasil, sendo mais da metade mulheres, e 25% delas na pós menopausa. O principal causador da osteoporose é a deficiência em cálcio, nutriente responsável por calcificar os ossos. Para consumir as quantidades recomendadas de cálcio, o ideal é ingerir o equivalente a três copos de leite integral mais uma porção de queijo amarelo por dia. "Outros alimentos, como sementes e verduras verde-escuras também são ricas nesse nutriente, mas a melhor opção são mesmo o leite e seus derivados", afirma a nutricionista Camila Freitas, da Vittali, em São Paulo.

Depressão

Um levantamento feito pela Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 17 milhões de brasileiros sofram com depressão, sendo que a proporção é de duas mulheres para cada homem com a doença. De acordo com os especialistas, uma hipótese que justifica a maior prevalência em mulheres é que elas sofrem maiores oscilações hormonais, incluindo os níveis de serotonina, hormônio responsável pelo nosso bem-estar. "A doença pode acontecer porque a transmissão de serotonina não está tão efetiva quanto deveria no organismo, diminuindo o humor", explica a neurologista Dalva Lucia Rollemberg Poyares, da Unifesp.

A boa notícia é que um cardápio rico em vitamina D pode ser grande aliado contra a depressão. Pesquisadores da  Southwestern Medical Center, no Texas, Estados Unidos, encontraram ligação entre baixos níveis de vitamina e a doença após avaliarem mais de 12.600 participantes de estudos feitos entre 2006 e 2010. A principal fonte dessa vitamina é a luz solar, que estimula a produção da vitamina por nossa pele. A nutricionista Priscilla Baracat ensina que 10 a 15 minutos de contato com a luz do sol, de duas a três vezes por semana, evitando a exposição entre as 10h e 16h, já são suficientes. Outras fontes de vitamina D são: ovos, iogurte, fígado de boi, sardinha e óleo de fígado de bacalhau.

Menopausa

Ondas de calor, suores noturnos, ganho de peso, insônia, irritabilidade, entre outros sintomas, são característicos da menopausa, que afeta todas as mulheres, geralmente entre os 45 e os 55 anos de idade. Para se livrar das ondas de calor e da irritação, tão comuns na menopausa, invista em boas porções de soja. É o que afirma um estudo realizado pela Universidade de Delaware, nos Estado Unidos. Baseados na análise 19 estudos anteriores que envolveram mais de 1.200 mulheres, os cientistas descobriram que as isoflavonas presentes na soja têm um impacto direto na redução das ondas de calor e nas mudanças de humor. Para aproveitar esses benefícios, é necessário consumir pelo menos 54 miligramas de isoflavonas por dia - o equivalente a dois copos de leite de soja ou sete gramas de tofu.

Endometriose

Caracterizada pelo crescimento do endométrio fora da cavidade uterina (trompas, ovários, intestinos e bexiga), a endometriose ainda não tem causas conhecidas e atinge cerca de seis milhões de brasileiras, sendo que até 50% delas podem ficar inférteis. Apesar de as causas diretas ainda serem desconhecidas, um estudo publicado na revista Human Reproduction e desenvolvido pela Universidade de Harvard (EUA) concluiu que mulheres que consomem muitos alimentos ricos em ômega 3 tem uma chance 22% menor de serem diagnosticadas com endometriose. "Além dos peixes como atum e salmão, outras ótimas fontes de ômega 3 são as oleaginosas, como nozes, castanhas e amêndoas", diz a nutricionista Roseli. Para aproveitar os benefícios, basta consumir três unidades de qualquer uma delas por dia.

Infecção urinária

Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia, cerca de 20% da população feminina brasileira apresenta o distúrbio, que é caracterizado por dores ao urinar e desejo súbito e intenso de urinar, sempre em pequenas quantidades. "As mulheres tendem a ter mais infecções que os homens porque têm uma uretra mais curta e próxima ao ânus", explica o urologista Milton Skaff, do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo. Além dos hábitos de higiene íntima e da ingestão abundante de líquidos, a infecção urinária pode ser prevenida ou tratada com a ingestão de suco de cranberry, também chamada de mirtilo. É o que afirma um estudo publicado no Archives of Internal Medicine e desenvolvido por pesquisadores da Universidade Nacional de Taiwan, na China. Eles fizeram uma análise de mais de 10 testes clínicos feitos com a fruta, e descobriram que os riscos de uma infecção eram 62% maiores em mulheres que não consumiam cranberry. De acordo com o estudo, a hipótese que justificaria o efeito benéfico da fruta é a presença de compostos que inibem a aderência da bactéria Escherichia coli -  causadora da doença - na mucosa do trato urinário.

Hipotireoidismo

Segundo dados levantados pelo IBGE em 2011, cerca de 15% das mulheres adultas sofrem com o hipotireoidismo, incidência que é 10 vezes maior que nos homens. "Ela acontece principalmente no climatério, última menstruação antes da menopausa", diz a endocrinologista e metabologista Gláucia Duarte, da Universidade de São Paulo. "O hipotireoidismo mais comum acontece quando os próprios anticorpos do organismo encaram a glândula tireoide, como se ela fosse um corpo estranho no organismo", afirma. O que os pesquisadores da USP descobriram é que uma dieta rica em selênio é fundamental para o bom funcionamento da tireoide, prevenindo doenças relacionadas à glândula. "Uma boa fonte de selênio é a carne vermelha, também rica em zinco, outro nutriente importante para a produção hormonal", afirma a nutricionista Roseli. A especialista alerta, entretanto, que a carne também pode se tornar uma vilã da saúde, uma vez que contém quantias consideráveis de gordura saturada, prejudicial ao organismo quando em excesso. "Por isso, limite o consumo desse alimento a três bifes médios por semana", complementa.

Muita saúde para todas as amigas e até amanhã, sempre com muito amor.

Ramep

Por

Iris de Queiroz

Projetos Sociais

sexta-feira, janeiro 10, 2014

A PISCINA CAUSA DANOS?


Olá meninada linda da Ramep saúde e paz.

Hoje eu trouxe um texto da Dra Tatiana Gabbi Dermatologia e especialista do site Minha Vida, onde se afirma que a piscina pode causar danos diferentes aos cabelos.

Na oportunidade a articulista nos faz conhecer cada um dos tratamentos e entender como eles prejudicam os fios.

Vamos ver os detalhes.

Dra Tatiana Gabbi Dermatologia
Ah! O verão... A estação mais quente do ano lembra praia, sol, mar, piscina. As pessoas tendem a se expor a tudo isso, muitas vezes sem se dar conta de que, além da pele, esses agentes podem causar danos aos cabelos. O vento, o sol, o sal do mar: todos eles, em maior ou menor grau, isolados ou em conjunto, danificam a cutícula que recobre os fios dos cabelos, provocando desidratação. Isso pode levar ao surgimento de pontas duplas e o tão temido frizz.

Mas um dos agentes mais nocivos para os fios é o cloro da piscina! Por isso, neste artigo discutiremos os tratamentos alternativos ao cloro disponíveis para piscinas e os cuidados necessários para os cabelos em todas essas situações.

O tratamento convencional da água da piscina é o cloro granulado e algum algicida, como o sulfato de cobre. Os algicidas são produtos utilizados para eliminar as algas, que podem se acumular nas piscinas, dando um aspecto esverdeado lodacento. O pH deve ser mantido alcalino e é necessária uma certa quantidade de cloro residual na água para que ela fique livre de microorganismos, como bactérias e fungos, além das já citadas algas.

Neste contexto, os cabelos sofrem desidratação por conta do sol, cloro e vento. Além disso, pessoas loiras ou que fizeram descoloração nos cabelos, correm o risco de ficar com os cabelos esverdeados, por uma reação que ocorre com o sulfato de cobre.

Porém, hoje nem todas as piscinas são tratadas apenas com essa combinação. A seguir veremos as alternativas ao cloro e o que pode ocorrer nos cabelos com o contato com cada uma delas.

Ozonização

O ozônio é um produto natural formado a partir do oxigênio, que tem uma capacidade de oxidação bem alta. Apesar disso, é importante saber que o cloro não é totalmente dispensado neste tipo de tratamento. É claro que, por estar reduzido, há menor agressão para a pele, mucosas e cabelos, em comparação com uma piscina tratada exclusivamente com o cloro. No entanto, é bom lembrar que o sol e o vento ainda estarão presentes e os cuidados com os cabelos devem ser mantidos.

Ionização

Já a ionização, que não deve ser confundida com o método descrito acima, é um processo elétrico que não dispensa o cloro para tratar a parte orgânica, como no caso do ozônio. Esse processo elimina a necessidade de utilizar algicidas, mas não o cloro. Além disso, este processo deixa um excesso de metais na água, a saber: prata e cobre. Isso também pode, embora em menor grau, causar aquela temível coloração esverdeada em cabelos descoloridos.

Salinização

Na salinização, a água é tratada com uma quantidade extra de cloreto de sódio, o conhecido sal de cozinha. Uma corrente elétrica quebra essa molécula em íons de sódio e cloro, portanto existe cloro residual nesta água. O teor de cloro é reduzido e eliminado aos poucos, mas mesmo assim há cloro. Além disso, é uma água hipertônica, ou seja, à semelhança da água do mar, existe uma maior chance de desidratação dos fios, por perda de água.

Ultravioleta

Por fim, o ultravioleta é uma forma pouco efetiva de tratamento da água, sendo apenas bactericida. Ainda é necessário cloro ou ozônio para oxidar as matérias orgânicas presentes na água, tais como: urina, pele morta, suor, excreções etc.

Cuidados gerais

Como vimos, todos os tratamentos da água da piscina, em maior ou menor grau podem agredir os fios. Recomendo, em primeiro lugar, o uso de protetor solar específico para os cabelos, lavagem dos cabelos com água corrente após os banhos e a imediata reaplicação do filtro pós enxague. Além disso, utilizar bonés e chapéus, leave-ins, máscaras nutritivas e condicionadores durante as férias. É importante também fazer hidratação dos cabelos regularmente no salão, com um bom profissional, antes e depois das férias.

Quanto aos cabelos descoloridos, vale molhá-los com água corrente, antes e depois dos banhos de piscina. Mantê-los bem hidratados é fundamental, pois é a porosidade que facilita a reação de esverdeamento. Caso isso ocorra, recomendo utilizar leite integral nos fios e procurar um bom profissional.

Receitas caseiras com aspirina, suco de limão e vinagre podem até resolver o aspecto esverdeado, mas corre-se o risco de danificar ainda mais os fios.

Um beijão no coração das amigas e até amanhã.

Ramep

Por

Iris de Queiroz

Projetos Sociais

quarta-feira, janeiro 08, 2014

HIDRATANDO O TEMPO TODO!!??



Olá meninas lindas da Ramep, um janeiro fabuloso para todo mundo é meu desejo nesta linda quarta feira de oportunidades.

Hoje o assunto é a água termal que para quem ainda não sabe traz sete benefícios para a pele.

O crédito é de Hathalie Ayres – site Minha Vida onde se publicou que o cosmético pode parecer só água, mas ajuda na hidratação e até mesmo na cicatrização da pele. Será?

Vejamos os detalhes.

A água termal tem feito a cabeça de quem acompanha o mundo dos cosméticos. E por mais que no rótulo informe que ela só contém água, a composição do líquido é o fator mais importante e que justifica inclusive o preço do cosmético. "Ela conta com uma composição específica, pois passa por um processo de filtração próprio, que mantém seus minerais em ótimas condições e não apresenta bactérias", enumera a dermatologista Edislene Viscardi, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. "Além disso, a água termal tem menos sódio em sua composição e é mais rica em selênio, cálcio e manganês, quando comparada à água mineral", completa a especialista. Esse diferencial ocorre devido a temperatura mais alta da água termal, que normalmente é encontrada entre 37 e 50 graus.

Ela é normalmente comprada em spray, e deve ser borrifada sobre a pele antes de passar ou retocar o filtro solar, para não anular essa proteção. "Alguns cremes e loções hidratantes, podem vir enriquecidos com água termal, para otimizar sua ação calmante e suavizante na pele", considera a dermatologista Carla Albuquerque, membro efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia. O ideal é passar o suficiente para cobrir a área do corpo, mas não há problema no uso excessivo, já que o produto é apenas água com concentrações relevantes de minerais.

Além de se destacar das águas minerais comuns, cada composição mineral tem uma função diferente para a pele, que fica disponível na embalagem. Descubra qual é ideal para cada problema e compre a melhor para você.

Refresca

Por conter uma maior quantidade destes minerais e oligoelementos, a água termal refresca muito mais do que a água comum, mas depende do solo em que essa água foi filtrada. O ideal é borrifá-la no rosto ao longo do dia, principalmente nos dias mais quentes do verão. "Para sentir os benefícios da água termal, é necessário usar o produto entre duas e três vezes ao dia, aplicando antes do filtro solar pela manhã, no meio do dia, antes de reaplicar o filtro, e antes de dormir", ensina a dermatologista Edislene Viscardi, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Hidrata

Para a dermatologista Edislene, a água termal pode inclusive servir como hidratante para pessoas que tenham pele oleosa e não conseguem se beneficiar tanto com cremes e outros tipos de loções. Afinal, seus nutrientes também ajudam a fazer com que ela hidrate bem mais do que a água mineral ou de torneira. "Isso ajuda a dar um aspecto melhor à pele, impedindo que ela fique enrugada e sem brilho", comenta a especialista.

Repõe minerais perdidos

Com o suor, perdemos vários minerais não só da nossa pele como do corpo. E além do uso de isotônicos para recarregar o corpo, a água termal ajuda a revitalizar a cútis ao repor esses minerais, pois ela contém principalmente as substâncias magnésio, cálcio, ferro e zinco, como enumera o médico esteta Paulo Kogate. "Sem isso, a pele pode ficar desvitalizada, sem viço, com aspecto cansado", considera a dermatologista Carla Albuquerque, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Acalma a pele

Esse cosmético tem o poder de melhorar a vermelhidão e acalmar a pele. "A água termal apresenta uma rica composição em minerais e nutrientes antioxidantes importantes para proteção de barreira da pele por equilibrar o pH e diminuir o processo inflamatório", conta a farmacêutica Alexandra Lemos, consultora técnica da Galena. Além disso, ela protege nossa pele contra a agressão do sol, poluição e muito mais. Mas de maneira alguma substitui o protetor solar. "A água termal é capaz de nutrir e ajudar na proteção da pele contra fatores externos do dia a dia", frisa Kogate. Um dos minerais que contém mais essa ação é a sílica.

Tem propriedades cicatrizantes

A vermelhidão causada por cicatrizes e problemas de pele também podem ser amenizadas pela água termal, já que ela ajuda na cicatrização da pele. "Para ação cicatrizante é importante conter enxofre e zinco, pois esses dois minerais participam do processo de reparo tecidual", aponta a farmacêutica Alexandra. Alguns chegam inclusive indicar esse produto para problemas como rosácea, psoríase e eczema. "Mas nesses casos são mais indicados tratamentos mais completos nas estações de águas termais", frisa a dermatologista Carla.

Ajuda após tratamentos estéticos

Essa habilidade de cicatrização torna a água termal uma boa amiga de quem acaba de passar por procedimentos estéticos na pele. ?Ela é muito indicada após tratamentos a laser e peeling químico, já que estimula a renovação celular, qualidade da pele e regenera e estimula as defesas antioxidantes naturais?, lista o médico esteta Kogate. Ela também ajuda após limpeza de pele, peeling físico, preenchimento e aplicação de toxina botulínica (botox).

Além disso, ela protege a pele de fatores externos, o que é útil após esse tipo de procedimento, quando ele fica tão sensível.


Pode ter a ação que sua pele precisa

"A maior parte tem magnésio, cálcio, ferro e zinco, mas algumas têm diferenciais. As ricas em selênio têm ação antioxidante, por exemplo. Se houver bicarbonato, a água amaciará a pele...", comenta a dermatologista Edislene. Existem algumas águas com ação contra a oleosidade e antisséptica também, como as vindas de Águas de São Pedro. Uma outra forma de conseguir esse tipo de benefício é manipulando o produto, como destaca Alexandra.

Abraçando todas as amigas com muito carinho e até amanhã.

Ramep

Por

Iris de Queiroz

Projetos Sociais

segunda-feira, janeiro 06, 2014

BEIJAR MUITO EM 2014


Olá amigas queridas do meu blog, saúde e sucesso para todas.

Hoje eu trouxe da já conhecida nossa Manuela Pagan site Minha Vida, os oito bons motivos para você beijar mais, que além de deixar o astral lá em cima, também melhora a circulação e te protege de doenças.

Vamos ver os detalhes.

Que beijo é uma delícia, todo mundo já sabe, mas e os benefícios que ele traz para a saúde, você conhece? Esse gesto de carinho - quando praticado com amor e cumplicidade - pode desencadear reações no corpo todo, produzindo bem-estar, confiança e unindo ainda mais o casal. "A boca tem o mesmo número de terminações nervosas que a glande do pênis e o clitóris e, por isso, também é um canal de prazer", conta o ginecologista e sexólogo Amaury Mendes Junior, do ambulatório de sexologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Conheça os benefícios dessa demonstração de afeto.

Melhora a circulação

A excitação que acontece durante um beijo provoca uma vasodilatação no corpo todo. A abertura dos vasos, juntamente com a aceleração da frequência cardíaca, contribui para o aumento da quantidade de sangue oferecida aos tecidos. "Essa intensificação da circulação nutre as células e até ameniza dores no corpo, como a enxaqueca e a dor de cabeça", explica Amaury Mendes.

Previne e ameniza rugas

Um beijo apaixonado e cheio de cumplicidade movimenta 29 músculos da língua e do rosto. O gesto cheio de boas emoções, além de gastar calorias, funciona como uma ginástica facial. "Beijar combate a flacidez e a movimentação aumenta a circulação sanguínea no rosto, nutrindo as células e evitando o envelhecimento precoce e as rugas", explica o sexólogo Amaury.
Imunização
Você sabia que o beijo promove a troca de cerca de 250 bactérias? Antes de torcer o nariz, saiba que essa permuta protege o corpo de várias doenças. "Os micro-organismos trocados vivem em uma relação amigável com o corpo de forma a aumentar a imunidade, já que não são do tipo que provoca doenças", explica Amaury Mendes. Mas também é verdade que o beijo também pode transmitir alguns micro-organismos maléficos e causar doenças, como a mononucleose infecciosa. Por isso, é bom tomar cuidado antes de sair distribuindo beijos. 

Libera hormônios do prazer

O beijo libera os hormônios dopamina, epinefrina e ocitocina. "Respectivamente, esses hormônios atuam estimulando, gerando sensação de prazer e estabelecendo o vínculo entre o casal", explica o sexólogo Amaury. É um momento de plena intimidade que está ligado a uma série sensações, como calor, frio na barriga, ansiedade, arrepios e excitação. 

Estimula os sentidos

"O beijo não se resume ao contato entre os lábios - é um disparador para todas as sensações corporais", aponta o psicólogo e pesquisador Diego Henrique Viviane, do Instituto Paulista de Sexualidade. A ação de beijar inclui tato, do toque dos lábios e do encontro corporal; olfato, estimulado ao sentir o cheiro do parceiro; paladar, representado pelo gosto do parceiro; a audição, que permite ouvir a respiração e os ruídos que fazem parte de um bom beijo, e por fim a visão, a observação do outro.

Promove bem-estar

A liberação dos neurotransmissores chamados de endorfinas, que acontece durante o beijo, promove uma prazerosa sensação de bem-estar. Quando estão em níveis muito baixos no organismo, causam irritabilidade, sono, tristeza, impulsividade e uma série de dificuldades emocionais. "A produção de endorfinas em nível saudável eleva a sensação de bom humor", explica o psicólogo e pesquisador Diego Henrique Viviane, do Instituto Paulista de Sexualidade. Um bom beijo ajuda a equilibrar esse hormônio e a ter mais disposição para lidar com as questões do dia a dia, melhorando a qualidade de vida.

Melhora a autoestima

"O beijo romântico implica na sensação de ser amado e o beijar por beijar está ligado ao poder de conquista, de sedução, de ser atraente a outras pessoas, ou seja, o beijo está intimamente relacionado à autoestima", explica o psicólogo Diego. É como um ciclo: com mais autoconfiança, você se sente mais a vontade para beijar e expressar emoções e sensações, tanto de maneira verbal quanto não verbal. 

Ajuda a expressar as emoções

O beijo está ligado à expressão emocional, mas, por si só, não é suficiente para expressar todo o conteúdo amoroso, emocional e afetivo. Ele é, portanto, um aspecto da demonstração de afeto. "Em conjunto com a capacidade de lidar com as emoções de maneira verbal e direta, o ato beijar pode ser responsável pela qualidade de qualquer relação humana", conta o psicólogo Diego.

Abraçando a todas as amigas com muito carinho e votos de um dia formidável.


Ramep
Por
Iris de Queiroz

Projetos Sociais

domingo, janeiro 05, 2014

FATORES DE RISCO - CUIDADO!!


Olá meninas maravilhosas da Ramep, lindo domingo para vocês.

Hoje quem nos presenteia com um assunto excelente é a nossa amiga Carolina Serpejante do site Minha Vida.

Ela vem nos falar sobre a endometriose e nos mostrar os fatores de risco para a doença onde o histórico familiar e menstruação precoce são sinais de atenção.

Vejamos os detalhes.

A endometriose atinge de 10 a 15% das mulheres em idade reprodutiva, segundo dados da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia. Isso significa que mais de seis milhões de mulheres no Brasil sofrem com esse problema. A endometriose é uma condição na qual o tecido que reveste a parede interna do útero (endométrio) cresce em outras regiões do corpo, causando dor, sangramento irregular e possível infertilidade. Essa formação de tecido normalmente ocorre na região pélvica, nos ovários, no intestino, no reto, na bexiga e na pélvis. "Os sintomas principais da endometriose são as cólicas menstruais que não melhoram com medicação habitual, dores na relação sexual e sintomas urinários e intestinais como dor ao evacuar e sangramento", explica a ginecologista Sueli Raposo, do Laboratório Pasteur, em Brasília. Segundo a especialista, o diagnóstico da doença costuma ser muito tardio, uma vez que ela tem uma evolução lenta e muitas mulheres ignoram esses sintomas. Por isso é importante fazer o acompanhamento com o ginecologista e ficar atento aos fatores que podem favorecer a doença. Conheça-os:

Histórico familiar

Ainda não se sabe a causa exata da endometriose, mas sabe-se que o histórico familiar é um fator importante para se observar. "Mulheres com mãe ou irmã com endometriose apresentam maior risco de ter a doença e podem apresentar formas mais graves", explica a ginecologista Sueli Raposo, do Laboratório Pasteur, em Brasília. Por isso, se você tem algum caso da doença na família, converse com seu ginecologista e fique atento para o acompanhamento.

Número de menstruações

"Mulheres com ciclos menstruais mais curtos, fluxo menstrual intenso e primeira menstruação precoce parecem apresentar maior risco de endometriose", explica a ginecologista Sueli. Além disso, explica a especialista, alguns estudos mostraram que um menor número de gestações também pode estar associado a um risco para endometriose, pelo fato de a gravidez diminuir o número de gestações - mas ainda não há dados suficientes que comprovem essa tese. "Com a mudança na vida das mulheres, que hoje adiam a maternidade, isso leva a um maior número de ciclos menstruais durante a vida, aumentando as chances de ter a doença", afirma Sueli. Se compararmos com as mulheres do século passado, que tinham a primeira menstruação mais tardia e filhos mais cedo, além de passar longos períodos amamentando, o número de menstruações era bem menor do que agora - e a quantidade de menstruações está diretamente ligada com o risco de endometriose, sendo que quanto mais ciclos, maior as chances. Menos menstruações significam menos endométrio.

Tabagismo

Uma das teorias mais aceitas para a causa da endometriose é a Teoria Imunológica, e pode explicar por que só algumas mulheres desenvolvem a doença. "O que ocorre é uma falha no sistema imunológico, situação no qual as células do endométrio não são eliminadas corretamente devido a uma falha nesse sistema, e acabam migrando para a pelve, levando à endometriose", declara a ginecologista Sueli. Nesse cenário, o cigarro tem uma atuação importante no sistema imunológico, e como tal pode contribuir para o aparecimento da doença. "Importante lembrar também que o cigarro diminui em três vezes a chance de engravidar, pois a nicotina altera o funcionamento dos ovários, afeta a qualidade dos óvulos e diminui a regularidade das ovulações", ressalta a especialista. Em uma mulher com endometriose, que já tem o risco aumentado de infertilidade, o cigarro poderá só agravar a condição - portanto, se o tabagismo não contribuir para o aparecimento da endometriose, pode agravar as complicações da doença.

Sedentarismo

A alta produção de estrogênio também é um fator importante por trás da endometriose, uma vez que esse hormônio produzido pelos ovários faz parte do ciclo menstrual ? e quanto maior a produção de estrogênio, mais intenso o ciclo. "A atividade física regular irá regular esse hormônio, contribuindo para a prevenção da endometriose", explica a ginecologista Rosa. A recomendação é fazer atividades aeróbicas de três a quatro vezes por semana. De acordo com a ginecologista Sueli, a atividade física também vai melhorar a imunidade da mulher.

Estresse

Assim como o cigarro, o estresse também causa alterações no sistema imunológico, contribuindo para o aparecimento da endometriose. "Existem estudos que mostram o perfil da mulher com endometriose, e no geral elas são mais ansiosas e estressadas, exigentes, detalhistas e com dificuldade em dizer não, por isso muitas vezes um trabalho com psicoterapia também é necessário", aponta a ginecologista Sueli.

Usar ou não anticoncepcionais?

De acordo com as especialistas, o uso de anticoncepcionais pode diminuir o risco, uma vez que eles diminuem o fluxo menstrual. Inclusive, os anticoncepcionais são recomendados para mulheres que já tem endometriose. "O anticoncepcional oral combinado tem sido usado como tratamento com bons resultados na redução dos sintomas", explica a ginecologista Sueli Raposo. Dessa forma, se você usa anticoncepcionais hormonais, pode ser que suas chances de endometriose sejam diminuídas.

Idade

Segundo a ginecologia Rosa Maria Neme, do Centro de Endometriose São Paulo, a doença raramente aparece antes da primeira menstruação e tende a reduzir após a menopausa. "Mas não há relação entre a idade do diagnóstico e a severidade da doença", completa Sueli Raposo. A endometriose pode

aparecer a partir da primeira menstruação até a última com média de diagnóstico aos 30 anos. Dessa forma, é importante ficar atento aos sintomas: menstruações dolorosas, dor durante ou após a relação sexual e cólicas que duram semanas no período anterior ou após a menstruação são suspeitos para endometriose.


Novamente eu agradeço a nossa querida Carolina Serpejante e ao site Minha Vida pelos excelentes esclarecimentos.

Beijão para todas as amigas e até amanhã com muito carinho.

Ramep

Por

Iris de Queiroz

Projetos Sociais