terça-feira, junho 10, 2014

VOCÊ CONTARIA?


Olá amigas queridas da Ramep, terça feira escadalosamente produtiva para vocês.

Hoje nosso assunto vem do iG São Paulo por Erisson Rosati, falando sobre a Paquera e quando contar que temos filhos?

O autor questiona: Falar já no primeiro encontro ou esperar a relação ficar mais íntima? Especialista em relacionamentos dá dicas para enfrentar esse dilema de toda mãe solteira.

Vejamos os detalhes.

Muita gente ainda acha que a maternidade é empecilho na hora de encontrar um novo amor. Para muitas mulheres jovens, o fato de ter um filho dificulta a aproximação com alguns homens e as torna mais exigentes quando a questão é aprofundar uma relação.

A dúvida de como e quando contar sobre a criança assusta, pois nem todos os homens lidam bem com a situação. Além disso, homens e mulheres têm modos diferentes de pensar, bem como perspectivas distintas sobre namoro, casamento e filhos.

No geral, não há uma regra que determine o sucesso ou o fracasso de uma relação com base no fato de um dos dois ter filhos e o outro não. Uma dica útil é tentar identificar o momento de vida pelo qual a pessoa está passando. Se está investindo na carreira ou acabou de mudar de casa e sair de um relacionamento fracassado, o primeiro encontro pode não ser a hora ideal para falar.

“É importante entender que não há um momento perfeito para falar sobre a existência de um filho. O fundamental é ser sincero e natural. Se o assunto surgir, deve ser tratado com transparência” – ensina o psicólogo e especialista em relacionamentos Alexandre Bez.

Foi assim com a administradora de moda Lara Regina (24), mãe de Giulia, de um ano e oito meses, que se separou logo após o nascimento da filha.

“Eu sempre falei que sou mãe logo que conheço o cara, sem rodeios. É natural que ao falar de minha vida, eu fale de minha filha. Ela é parte dela! E se for para rolar algo, prefiro ser verdadeira” – explica ela, que está em um relacionamento firme há quase um ano.

“Eu nunca percebi qualquer tipo de rejeição. Pelo contrário! Quando digo que sou mãe, eles logo querem saber mais”.

Atenções divididas

Um dilema constante na vida de mães que separam e voltam a namorar é sobre como dividir o tempo entre o filho e o namorado. Segundo Alexandre é preciso estabelecer arranjos que permitam flexibilidade para os dois lados.

“Você pode deixar de sair com o namorado aos sábados, mas é importante que compense em seguida, reservando um dia da semana, para um café e quem sabe um cinema”.

Em geral, os homens mais velhos costumam entender melhor essa dinâmica, em que a criança é uma prioridade. Para os mais jovens, que estão em um momento da vida no qual o foco é investir em formação, carreira, aquisição de independência, bens e recursos financeiros, a dinâmica de um relacionamento com uma mulher que é mãe, pode assustar – especialmente os mais inseguros. No entanto, nada impede que homens jovens levem a relação adiante, aponta o psicólogo.


Para resolver o conflito divisão do tempo, uma opção é incluir a criança no passeio do casal. No entanto, a decisão ainda gera controvérsia. Para Lara, a filha ainda é muito pequena para ter contato com outra figura masculina que não o pai (que a visita regularmente). Ela crê que isso poderia causar confusão de sentimentos e evita aproximações.

“Já aconteceu de o próprio cara sugerir levar minha filha junto para um passeio de final de semana, quando eu disse que não poderia vê-lo. Eu neguei na hora.”

Para o psicólogo, a aproximação da criança e do pretendente deve ser cautelosa. Antes de tudo, a mulher deve se perguntar se realmente tem a intenção de dar continuidade àquela relação. Se a resposta for positiva, aí sim pode-se apresentar as duas partes. Tudo para evitar que o filho venha a se apegar a essa presença masculina para, logo depois, sofrer com um eventual rompimento.

“Até os sete anos, a criança está formando a personalidade e é preciso evitar traumas de separação, principalmente nos casos em que o pai é mais ausente. Por isso, a mãe deve ter certeza da continuidade da relação” – explica o especialista. No caso de crianças maiores um possível rompimento se torna mais fácil, pois já existe uma facilidade em conversar com a criança e explicar a situação.

Passado e futuro

Um problema comum enfrentado por quem namora uma mulher com filhos é quando o pai da criança ainda tem sentimentos pela mãe e deseja uma reaproximação. Cria-se aí uma disputa na com a qual nem todos os homens conseguem lidar. Para que isso não ocorra, a mulher precisa ser decidida e pontual na forma de se relacionar com o ex. Deixar o namorado atual a par de todos os acontecimentos e mostrar para ele que não há interesse nenhum dela em reatar o passado.

Outro ponto delicado é a questão de ter ou não mais filhos. Muitas mulheres, após a experiência da maternidade, preferem esperar mais ou não desejam ter outros filhos. É o caso de Lara, que não pensa em casar tão cedo e afirma que só terá novos filhos quando Giulia estiver com mais de 10 anos. Para alguns homens isso pode ser um grande problema. Por isso, é fundamental conversar sobre os objetivos de vida de cada um antes de deixar as coisas ficarem mais sérias. Se o homem deseja ser pai em um futuro próximo e a mulher não quer ter mais filhos, a relação pode se tornar inviável.

“A partir do momento que há o desejo mútuo de uma relação séria, é importante ser 100% sincero desde o princípio, inclusive discutindo o futuro da relação”, diz Bez.

Se houver mesmo o afeto, as partes precisam entrar em um acordo para que nenhuma delas se sinta prejudicada, o que poderia gerar cobranças e rancores futuros. Em geral, em nome da continuidade da relação, o casal acaba formando novos acordos que satisfaçam os dois.

Então estão aí meninas as dicas excelentes de como proceder na hora estrema, que cada qual faça o melhor para si.


Beijão para as amigas e até amanhã.

Ramep

Por

Iris de Queiroz

Projetos Sociais

segunda-feira, junho 09, 2014

PARA QUEM TEM GASTRITE!!


Olá mulheres lindas da Ramep, saúde e paz para vocês nesta linda segunda feira de junho.

Hoje nosso assunto é um presente do site Minha Vida por seu especialista Dr. Roberto Navarro – Nutrologia que nos orienta sobre os cuidados na alimentação das pessoas com gastrite.

Ele nos diz quais as comidas e bebidas que devem ser evitadas e as mudanças necessárias nos hábitos alimentares.

Vamos apreciar com muito carinho

DR ROBERTO NAVARRO
Uma das queixas muito frequentes atualmente nos consultórios médicos é a "dor no estômago", chamada pela classe médica de dor epigástrica ou epigastralgia. A "queimação" no estômago ou azia também acompanha o repertório de queixas que pode indicar algum problema no aparelho digestivo.

A abordagem médica inicial tem como objetivo compreender melhor se os sintomas citados realmente podem ser por problemas estomacais, ou se podem ser por alterações de outros órgãos envolvidos como fígado ou pâncreas, que podem confundir o diagnóstico mais preciso. Uma vez suspeitando-se ser o estômago o órgão desencadeador dos sintomas, exames complementares podem ser solicitados para confirmação diagnóstica, ficando a critério do médico assistente a necessidade ou não dos mesmos.

A gastrite (inflamação da mucosa do estômago) pode ser desencadeada por várias causas, como algumas citadas abaixo:

Colonização por bactéria (Helicobacter pylori).

Uso de medicação por tempo prolongado que agride a mucosa gástrica (anti-inflamatórios, ácido acetilsalicílico)

Aumento da secreção ácida do estômago por estresse (gastrite "nervosa")
Intolerância (individual) a alguns alimentos irritantes da mucosa gástrica.

Dentro dos tratamentos iniciados para o paciente com gastrite, além da medicação específica, há grande importância para a questão alimentar, sendo muitas vezes decisiva na melhora do quadro clínico.

Cuidados ao se alimentar

Primeiramente, é importante evitar dar intervalos muito grandes entre as refeições, pois para alguns pacientes predispostos geneticamente o contato do suco ácido do estômago diretamente com as células da mucosa gástrica pode levar à uma irritação local e desencadear a gastrite. Isto não acontece quando o alimento está no estômago funcionando como uma barreira física entre o ácido clorídrico produzido pelo estômago e sua mucosa. Muitas horas sem se alimentar também pode piorar a azia. O ideal é comer de 3 em 3 horas.

Alguns hábitos devem ser estimulados no paciente com gastrite, como fracionar a alimentação em volumes menores, evitar refeições "pesadas" com muitos alimentos, de fácil mastigação e digestão (refeições mais leves) em temperaturas não muito elevadas, a fim de contribuir para a melhora do quadro clínico.

Alimentos que devem ser evitados

Alimentos mais gordurosos geralmente necessitam de uma digestão mais intensa, exigindo uma produção maior de suco digestivo pelo estômago que, por ser muito ácido, pode piorar o quadro da gastrite, como é o caso das frituras, carnes gordurosas, manteiga, chocolate, queijos gordurosos (amarelos), biscoitos amanteigados, croissants e embutidos como bacon, salame, presunto gordo, salsichas e mortadela. Alguns temperos e condimentos fortes também podem trazer desconforto ao paciente com gastrite, como pimentas, noz-moscada, vinagre, mostarda, cravo-da-índia e páprica, sendo melhor evitá-las principalmente na fase inicial dos tratamentos. 

Alguns pacientes, mas não todos, referem piora da gastrite com algumas frutas mais ácidas como as cítricas: limão, abacaxi, maracujá, laranja, acerola, tangerina e morango. No início dos tratamentos é prudente evitá-las. Alimentos em conserva como o caso dos picles, enlatados, tomates e seus subprodutos como molhos e extratos também são descritos como mal tolerados pelos pacientes, tendo suas ingestas desencorajadas do ponto de vista alimentar.

Cuidados ao ingerir líquidos

As bebidas alcoólicas causam uma irritação direta na mucosa gástrica, além de estimular o aumento da produção do suco ácido do estômago, sendo portanto proibido seu uso nos pacientes com gastrite. O café (que contém cafeína) também é descrito como alimento a ser descontinuado, pelos mesmos motivos anteriormente citados, embora alguns pacientes tolerem pequenas quantidades. 

Beber muito líquido nas refeições pode dificultar o processo adequado da digestão, devido à diluição do suco gástrico, sendo o volume máximo de 200 ml o permitido para não atrapalhar a eficiência digestiva e desencadear a sensação de "estufamento" após a refeição. A cultura popular de tomar leite para diminuir a acidez do estômago deve ser evitada, pois ao diminuir abruptamente essa acidez, o corpo interpretará em seguida como "falta" de acidez no estômago e passará a produzir uma quantidade exagerada de suco gástrico, que é ácido, algum tempo depois da ingesta do leite, voltando o sintoma de "queimação", fenômeno chamado de efeito rebote, piorando mais a ainda os sintomas dispépticos.

Outros cuidados

O tabaco (cigarro) pode estimular a produção de ácido clorídrico pelo estômago elevando demasiadamente a acidez local, podendo contribuir para o aparecimento ou para a piora da gastrite, devendo ser formalmente evitado.

Diminuir o estresse, reservando horários para momentos de lazer e relaxamento, buscar psicoterapia de apoio para casos específicos de transtornos da ansiedade e ajuda de medicação específica (sob prescrição médica) em casos mais extremos são atitudes importantes na busca do tratamento da gastrite "nervosa".

Alimentos aliados contra a gastrite

Quanto aos hábitos alimentares que podem contribuir para a melhora da gastrite ainda é um assunto polêmico na medicina, mas certamente as observações das experiências acumuladas no dia a dia do consultório permitem predizer alguns fatos, como descritos abaixo:

Verduras (cozidas) como couve e espinafre são coadjuvantes no controle da acidez estomacal excessiva, podendo fazer parte das escolhas do dia a dia.
Chás de melissa, erva-cidreira, espinheira santa, erva-doce e camomila podem contribuir como coadjuvantes no alívio dos sintomas, mas jamais substituem os tratamentos medicamentosos.

Por fim, procurar ajuda de médicos e nutricionistas é fundamental para o diagnóstico correto da gastrite e seu tratamento envolvendo também o direcionamento nutricional adequado.

Desde já meu agradecimento ao site Minha Vida que tanto nos orienta e em especial ao Dr. Roberto Navarro – Nutrologia, pelos excelentes esclarecimentos.

Um beijo para as amigas, muito obrigada pela atenção e até amanhã.

Ramep

Por

Iris de Queiroz

Projetos Sociais

terça-feira, junho 03, 2014

SE DANDO BEM POR CONTA PRÓPRIA!!




Olá meninas lindas da Ramep, tudo de ótimos para vocês nesta terça feira.

Hoje falaremos sobre as 7 dicas para quem trabalha por conta própria.

O crédito é MdeMulher com Conteúdo MÁXIMA.

Nessa oportunidade os especialistas afirma que quem trabalha sem registro em carteira também pode ter uma vida financeira organizada nos fazendo por fim conferir as dicas para ser uma excelente profissional autônoma.

Vejamos os detalhes.

A ideia de trabalhar por conta própria pode ser muito sedutora. Porém não ter salário fixo exige um maior controle sobre as finanças. Se você pretende fazer parte desse grupo, veja algumas dicas e previna-se:

1. Diminua as despesas mensais, tanto as fixas quanto as variáveis. Isso engloba o aluguel, as contas de luz, gás... Assim, se faturar um pouco menos, o valor dos pagamentos não vai pesar no orçamento.

2. Evite fazer dívidas comprando em intermináveis parcelas. "Com a incerteza da sua receita, o pagamento à vista ou a curto prazo são mais adequados", diz o economista Marcelo D’Agosto*.

3. Cadastre-se como contribuinte individual do INSS para contar com a aposentadoria pública. "Em caso de dúvida sobre como e quanto contribuir, o ideal é consultar um contador", orienta Marcelo.

4. Separar pelo menos 10% do rendimento mensal para suprir a ausência de FGTS e 13º

5. Mantenha uma reserva financeira num tipo de aplicação conservadora que permita o saque a qualquer momento, como a poupança. Nunca se sabe quando a necessidade irá aparecer!

6. Se tiver empresa, verifique no banco os benefícios de abrir uma conta de pessoa jurídica. "Às vezes é possível negociar vantagens nessa modalidade. Vale pesquisar e comparar", finaliza.
7. Antes de fechar qualquer tipo de acordo profissional, faça um contrato de parceria e assegure que o combinado seja cumprido. No documento, inclua todas as informações que comprovem interesses de ambas as partes. Especifique condições de remuneração e descritivo minucioso das atividades.
*Consultor de valores mobiliários registrado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Abraços para todas as amigas e até amanhã.

Ramep

Por

Iris de Queiroz


Projetos Sociais

domingo, junho 01, 2014

MUDANDO PARA FICAR MELHOR?


Olá gatas da Ramep, que este junho chegue trazendo muito sucesso para todas.

Nosso encontro hoje apresenta as 4 dicas para incorporar os bons hábitos e mudar de vida.

A ideia é parar de comer bobagens, treinar mais, levar uma vida leve.

Vocês acham que está difícil pôr em prática tantas promessas?

Então nós agora vamos descobrir como torná-las parte da rotina.

O crédito é das poderosas Rita Trevisan e Suzel Tunes - Edição: MdeMulher com Conteúdo Boa Forma

Vamos para os detalhes.

1. Reduza o stress

Você é do time que buzina a toda hora no trânsito, não tem paciência para ficar em fila, responde de maneira atravessada a quem a contraria? Pois saiba que o stress e a irritabilidade também são hábitos - que, por sua vez, nada mais são do que ações que fazemos de maneira automática, sem pensar.

Por isso, evite reações impensadas. Antes de responder de forma grosseira, pare, pense e respire. Em vez de mandar o e-mail malcriado, guarde e releia no dia seguinte.

2. Aprenda a comer melhor

Regra número um: sente-se à mesa! Não coma diante da televisão ou fazendo outra atividade. Quem come distraidamente mastiga menos os alimentos e exagera na quantidade. E, se ligar a televisão ao pegar o prato é um ato automático, mude a TV de lugar ou faça sua refeição em outro local. O ambiente pode ter um papel decisivo na manutenção do hábito. Programe sua dieta saudável com alimentos de que você realmente goste (ou pelo menos não deteste).

3. Abandone os maus hábitos

Mesmo pequenos vícios, como roer a unha e atacar o chocolate, podem ser difíceis de lidar por estarem associados a fatores emocionais. O segredo é tentar identificar e tratar a origem do problema. Depois, é interessante estabelecer um plano de metas para reduzir o hábito gradualmente. Do contrário, seu organismo sentirá falta da sensação de prazer ou alívio antes proporcionada.

O importante é dar o primeiro passo e se preparar para as possíveis dificuldades, especialmente nos primeiros dias. Para evitar desistir durante o processo, podemos recorrer a estratégias mentais. "É fundamental trocar um pensamento que gera emoção negativa por outro de carga positiva. Em vez de 'nunca vou conseguir', reforce a ideia de que 'posso conseguir se persistir'", ensina Marcelo Quirino, psicólogo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Também ajuda focar-se no resultado e nos benefícios que virão depois do estabelecimento do novo hábito, tanto para a aparência e a saúde quanto para os relacionamentos e até para o desempenho profissional.

4. Incorpore a malhação ao dia a dia

Pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos em 2013 a pedido do Sesc (Serviço Social do Comércio) constatou que o brasileiro - e especialmente a brasileira - precisa se exercitar mais. O índice de sedentarismo atinge a marca de 71% da população do sexo feminino. A principal recomendação dos especialistas para mudar esse quadro é conciliar o exercício físico com o lazer. A atividade física tem que ser divertida para quem pratica e, quanto mais confortável você se sentir com ela, mais rápido a transformará em um hábito. Outra dica: a melhor academia é aquela a que você consegue ir (a que fica perto da sua casa ou do trabalho) e o melhor exercício é o que você gostar de fazer (não adianta se obrigar a treinar musculação se gosta mesmo é de aulas de dança).

Um beijão carinhoso para todas as amigas, meu carinho e agradecimento ao site M. de Mulher e autoras pela excelente orientação.

Ramep

Por

Iris de Queiroz

Projetos Sociais

sábado, maio 31, 2014

A EXCELENTE ÁGUA OXIGENADA !





Olá pessoal, bom sábado para todo o Mundo.

Hoje eu trouxe do Sr. Armenio Machado esse vídeo onde se conta os poderes e benefício da tão conhecida das manicures, Água Oxigenada traz.

Segundo o autor -90% das pessoas não sabem, porque não é divulgado,por ser um produto de fácil acesso e que não dá lucro por ser muito barata!

Por isso, ele pesquisou muito e traz as informações que vão nos auxiliar no dia-a-dia, acompanhe a lista de benefícios:

1- Mata os germes bucais;

2- Clareia os dentes (coloque uma colher de sobremesa de água oxigenada vol. 10 e faça bochecho, depois cuspa);

3- Tira os germes das escovas de dentes que causam gengivite e outros (mantenha a escova numa solução de água oxigenada por pelo menos 30 minutos);

4- Desinfeta as superfícies melhor que qualquer outro produto (excelente para banheiros e cozinhas);

5- Elimina fungos dos pés que causam chulé (utilize á noite sobre os pés, também evita frieira e outros fungos);

6- Evita infecções,

7- Desinfeta;

8- Ajuda na Cicatrização (use várias vezes ao dia, alguns casos de gangrena regrediram com o uso);

9- Mata germes e outros microorganismos nocivos;

10- Alivia o nariz que estiver com constipações, gripe ou sinusite (misture meio-a-meio com água pura e pingue no nariz, espere alguns minutos e assoar o nariz);

11- Ajuda manter a pele saudável (use no banho, pode ser usada em caso de Mico;

12- Desinfeta roupas que tiveram contato com sangue ou secreções corporais (Deixe de molho numa solução de água oxigenada antes da lavagem normal);
13- Mata bactérias na cozinha, inclusive salmonela (após o uso dos utensílios, desinfete com água oxigenada);

14- Remove tártaro dos dentes (molhe a escova com a água oxigenada e escove normalmente, o tártaro sai aos poucos);

15- Descolorir pêlos dos braços (aconselhável passar creme de óleo de amêndoas antes de iniciar o processo, use a água oxigenada vol. 40 + pó descolorante, passar sobre os pêlos que deseja descolorir e aguardar entre 10 á 30 minutos, lave o local onde passou a loção, após o processo);

16- Clareia as manchas no rosto (passe toda noite com pequenos ?toques? em cima da mancha que deseja sumir);

17- Clareia as unhas ( coloque num pote água quente e uma tampinha de água oxigenada ou uma colher de sopa do produto, deixe suas unhas mergulhadas nessa solução por 10 minutos e retire. 

Obs: As unhas devem estar limpas e sem esmalte);
18- Tira água do ouvido (Pingue uma gota de água oxigenada e tira aquele efeito aquário, quando fica muito tempo na água da piscina ou do mar);

19- Deixa os pés lisos, livre de rachaduras (coloque 10 comprimidos de melhoral adulto + 1 vidrinho de glicerina médio + 1 vidrinho de água oxigenada, triture o melhoral num recipiente, até ficar em pó, acrescente os demais ingredientes, misture e tampe. Use á noite, antes de ir dormir);

20- Tira manchas de vinho e de sangue das roupas (pingue em cima da mancha e depois lave normalmente, proceda com água fria de preferência).

Beijão meninas, vamos divulgar.

Ramep

Por

Iris de Queiroz

Projetos Sociais

sexta-feira, maio 30, 2014

A REALIDADE DA PET TERAPIA!!


Olá meninas maravilhosas da Ramep, saúde e paz para todas nesta linda sexta feira de sucesso.

Vamos falar hoje sobre a chamada “pet terapia”, que segundo o Site Minha Vida Por Nathalie Ayres, pode ajudar no tratamento da depressão, doenças cardíacas e estresse, já que os animais podem ser terapeutas.

Vejamos os detalhes.

Na alegria ou na tristeza, na saúde ou na doença. O juramento dos matrimônios se encaixa muito bem na fidelidade dos animais de estimação. Inclusive, hoje a última parte pode ser levada ao pé da letra: está se tornando cada vez mais comum que os pets colaborem para a recuperação de pacientes dos mais variados casos clínicos. "A Terapia Assistida por Animais (TAA) consiste em tratamentos na área da saúde, onde um animal é co-terapeuta e auxilia o paciente a atingir os objetivos propostos para o tratamento", ensina Laís Milani, psicóloga e membro da diretoria da área de Terapia Assistida por Animais do Instituto Nacional de Ações e Terapias Assistidas por Animais (Inataa).

No Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, a entrada de bichos de estimação é liberada desde o ano de 2009, desde que autorizado pelo médico responsável de cada paciente. "Na verdade sempre existiu essa solicitação, que partia de pacientes e familiares. Como existia demanda e isso até encurta a permanência das pessoas no hospital, de acordo com diversos estudos, criamos esse fluxo e o transformamos em uma rotina, com procedimentos claramente definidos e institucionalizados", explica Rita Grotto, gerente de atendimento ao cliente do hospital.

Muitas instituições e ONGs também trabalham levando esses animais até escolas, hospitais e centros de recuperações, como no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas e Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia em São Paulo, e na APAE de Nova Iguaçu e na Casa Abrigo Betel, ambas no Rio de Janeiro. E em muitos casos o animal terapeuta não precisa ser disponibilizado por uma organização não governamental, pode ser o próprio bichinho do paciente.
Qual o animal certo para a pet terapia?

Nem todo animal nasceu para ser um terapeuta, por assim dizer. "Ele precisa ser tranquilo, ter uma personalidade que as pessoas possam abraçar, beijar e apertar, sem que ele reaja", explica o adestrador José Luis Doroci, fundador do Projeto Novo Guia. Os animais mais comuns são os cães e os cavalos, que no geral tem um temperamento mais dócil. Mas gatos, jabutis, peixes, coelhos e aves também podem e são usados nesse tipo de projeto. Até mesmo botos, cobras e aranhas, animais bem mais exóticos, são terapeutas. Quando o pet pertence ao dono, um profissional especializado em TAA pode ajudá-lo a fazer a terapia em casa com o bicho de estimação.

Animais que curam

O benefício terapêutico dos bichos já vem sendo observado há algum tempo. "Em 1955, no Brasil, a psiquiatra Nise da Silveira relatou os benefícios desta interação no convívio de seus pacientes esquizofrênicos com cães e gatos adotados pela instituição aonde trabalhava", relembra Cristiane Blanco, também psicóloga do Inataa.

Não há uma recomendação específica de quem pode ser ajudado pela pet terapia. "Qualquer paciente pode ser beneficiado, desde que não haja alguma contraindicação, como por exemplo, medo de animais, alergia ou problemas de respiração, entre outros", observa a psicóloga Fabiana Oliveira, do Instituto para Atividades, Terapias e Educação Assistida por Animais de Campinas (Ateac). Porém, alguns tipos de pacientes e alguns quadros clínicos têm um resultado já atestado. Confira quais são eles.

Estimula crianças

Diversos problemas infantis podem ser melhorados com o convívio com animais. Um exemplo é a melhora do quadro de portadores de autismo. "Elas têm muita dificuldade no contato social e a simples presença de um animal treinado associada a atividades adequadas para eles auxiliam nesse desenvolvimento", relata Paula Lopes, neuropsicóloga da Associação Brasileira de Hippoterapia e Pet Terapia (Abrahipe) e do Centro de Reabilitação Gessy Evaristo de Souza. Estudos mostram que as crianças autistas apresentam diminuição nos comportamentos negativos, como agressividade, alienação, isolamento, entre outros com a presença de cães nas seções, por exemplo.

Hiperativos também encontram benefícios com essa terapia. "O bicho pode deixar a criança mais calma, eu mesmo trabalho com uma que até diminuiu a dose do remédio", conta José Luis Dorici, professor de educação física, adestrador de cães e fundador e coordenador do Projeto Novo Guia, que trabalha com TAA há 13 anos.

Benefícios para os idosos

Os animais são usados principalmente em idosos que apresentam o mal de Alzheimer, mas não existem ainda muitas pesquisas corroborando essa relação. "Observamos, porém, que o contato com o animal proporciona alguns benefícios que podem ajudar na diminuição do impacto emocional desta patologia", descreve a psicóloga Laís Milani, membro da diretoria da área de Inataa. Entre os benefícios estão a melhora do humor, relaxamento e diminuição da agressividade e do estresse, proporcionados pela doença.

O contato é muito benéfico para pessoas mais velhas em geral. José Luis Doroci, fundador do Projeto Novo Guia, de São Carlos, observa isso na prática. "Eles podem estar estressados, revoltados, mas quando você chega com o animal, começam a contar a vida dele, falar de seus problemas e melhoram", explica o educador físico e adestrador. À longo prazo, atividades e terapias com animais podem ajudar em sintomas depressivos, aumentar a socialização de alguns idosos e ate incentivar a adesão a outras terapias.

Tratamento contra o câncer

O tratamento do câncer, principalmente quando envolve radioterapia ou quimioterapia, resulta em muitos efeitos colaterais e desgastes para os pacientes. Nesses casos, há uma grande melhora terapêutica no convívio com animais, com uma série de benefícios. "Dentre eles podemos citar a maior interação com os profissionais envolvidos no tratamento, alívio da dor e desconforto, redução da ansiedade e de sintomas depressivos, diminuição da sensação de solidão ocasionada pelo tratamento, entre outros...", lista Cristiane Blanco, psicóloga do Inatta.

Tratamento de doenças cardíacas

Há uma literatura médica extensa sobre a relação entre animais e o tratamento de doenças cardíacas. Uma pesquisa realizada pela Baker Medical Research Institute comprovou que proprietários de cães e gatos apresentam taxas menores de colesterol e triglicérides que aqueles que não tinham animais. Ambas as taxas favorecem a aterosclerose, formação de placas que entopem as artérias, possibilitando infartos e outros problemas no coração. Além disso, ter um animal de estimação faz com que pacientes com maiores riscos de problemas cardiovasculares, por apresentarem fatores de risco como fumo e excesso de peso, melhoram seus hábitos ao possuírem um animal de estimação.

"Já existe um vínculo formado entre o animal de estimação e seu dono. Há de se pensar na empatia estabelecida entre ambos, o que reforça aspectos psicológicos positivos nesta interação, pois envolve emoções, lembranças", acredita a psicóloga Fabiana Oliveira, do Ateac.

Reduz o estresse

É comprovado que o contato com os animais ajuda a liberar diversos hormônios do bem: endorfinas beta, prolactina e oxitocina. Eles todos atuam regulando as taxas de cortisol, hormônio relacionado ao estado de alerta, o que reduz o estresse. A psicóloga Laís Milani, da Inataa, relembra outros benefícios: "Estudos indicam que a interação homem-animal traz uma sensação de bem-estar e conforto, resultando na diminuição dos níveis de adrenalina, relacionado ao aumento da pressão arterial". Além disso, essa convivência libera outro hormônio, a acetilcolina, que está relacionada ao estado de tranquilidade, diminuição da pressão arterial, frequência cardíaca e respiratória, todos sintomas do estresse.

Melhora o quadro de depressão

É um consenso entre os especialistas que estar com um animal de estimação aumenta a autoestima, senso de valor próprio, o estabelecimento de hábitos positivos e o interesse pelo outro. Tudo isso pode beneficiar pacientes depressivos, que apresentam problemas nessas áreas. "Estudos verificaram um aumento da produção e liberação da serotonina e dopamina, hormônios responsáveis pela sensação de prazer e alegria, após 15 a 20 minutos de interação com o cão", reitera a psicóloga Cristiane Blanco.

Ajuda no tratamento de paralisias

A pet terapia pode ajudar na reabilitação de pacientes de um derrame cerebral, vítimas de acidentes ou portadores de paralisia cerebral, entre outros quadros que envolvem a paralisia. São casos que envolvem muita fisioterapia e também uma queda de autoestima dos pacientes, portanto a interação com os bichos pode ser fundamental para evoluir a parte motora e também atuar no aspecto emocional do paciente. ?As crianças com paralisia cerebral se beneficiam demais, principalmente nos aspectos cognitivos, motores e emocionais?, relata Paula Lopes, neuropsicóloga da Abrahipe. Os cães, por exemplo, podem ser usados durante os exercícios inclusive, o que tira o foco do tratamento para a doença, e o torna uma brincadeira, mesmo para o adulto.

Já que assim é, precisamos tratar muito bem os animais que nos ajudam a cuidar da saúde das pessoas.

Beijão para as amigas e até amanhã.

Ramep

Por

Iris de Queiroz

Projetos Sociais