domingo, junho 24, 2012

SAÚDE DOS OSSOS!!


E aí meninas, um domingão lindo para vocês.

Hoje quem nos presenteia com um excelente artigo é a já nossa conhecida Gisele Macedo Sá, onde se afirma que a alimentação e exercícios são ótimos para prevenir a osteoporose.

A autora informa que prevenir a doença desde a juventude cuidando dos hábitos diários é a melhor forma de evitá-la

Vamos conferir.

Prevenir é a palavra chave para ter uma boa saúde. E com a osteoporose não é diferente, a doença causa o enfraquecimento dos ossos e por consequência as fraturas se tornam mais frequentes. Literalmente falando, osteoporose significa osso poroso, que sofre com falta de massa óssea.

A doença atinge mais mulheres do que homens, especialmente as que têm mais de 60 anos e já atingiram a menopausa. A diminuição de produção de alguns hormônios contribui para o enfraquecimento dos ossos.

Mas prevenir-se desde cedo pode ser uma boa solução contra o mal. Uma alimentação equilibrada aliada a uma rotina de atividades físicas são duas potentes armas contra a osteoporose.

A fisioterapeuta, da Acquaterapia (SP), Mariana Maia Vasconcelos explica que a massa óssea está diretamente ligada à ação da musculatura sobre o osso e por isso indica que a pessoa tenha uma rotina diária de exercícios.

“A musculação desenvolve e mantém a estrutura muscular e óssea e por isso é o exercício mais indicado contra a doença. Um programa ideal de atividade física deve ter também exercícios aeróbios de baixo impacto”, explica.

O fisioterapeuta da mesma clinica, Leandro Gomes Pistori recomenda que a atividade física seja realizada de forma regular por pelo menos três vezes por semana.

“Os exercícios tem importância significativa tanto na prevenção quanto no tratamento da osteoporose. Estudos mostraram que a partir de 6 meses de atividade física regular, já há um ganho significativo de massa óssea”, explica. Mas é muito importante passar por uma avaliação médica antes de começar qualquer treinamento.

Prevenção no prato

Outra forma de prevenir a osteoporose e ganhar massa óssea é através da alimentação. Mas engana-se quem acha que só o leite nosso de cada dia é suficiente para absorver o cálcio necessário para o corpo.

A nutricionista Juliana Menezes explica que além do cálcio, a vitamina D, o magnésio, zinco, cobre e boro também representam um papel importantíssimo no nosso organismo para manter uma boa saúde óssea.

“É muito importante consumir alimentos que sejam fontes de cálcio, porém sem a vitamina D no organismo o cálcio simplesmente não é absorvido e o corpo sofre com a deficiência desta importante substância”, complementa a nutricionista.

Para ser eficaz na prevenção da doença, o consumo destas substâncias deve ser diário. Mas quais alimentos são fontes destes nutrientes?

A nutricionista indica quais alimentos fornecem as substâncias que o seu corpo precisa para evitar a osteoporose:

Cálcio: consuma vegetais verdes escuros, como couve e brócolis; além de leite e derivados e outros alimentos como amêndoas, quinoa e semente de chia;

Vitamina D: presente na gema de ovo, no fígado, sardinha, atum, peixes com quantidades maiores de gordura. É possível obter a vitamina D também com a exposição ao sol;

Magnésio: consuma folhas verdes escuras, como couve e agrião; e as oleaginosas, como amêndoas e castanhas;

Zinco: está presente em carnes bovinas, peixes, aves, leite e derivados, ostras, mariscos, cereais, nozes e feijão;

Cobre: consuma fígado, nozes, leguminosas secas, cereais, frutas secas, aves e mariscos;

Boro: está presente no repolho, alface, ervilhas, maçã, ameixa preta, uva-passa, amêndoas e amendoim.

Mas há também as comidas que são verdadeiros vilãs e podem colocar sua saúde óssea em risco. São os alimentos ricos em fósforo, como os refrigerantes, a cafeína e o excesso de sal, que prejudicam a absorção de cálcio pelo organismo. “Uma dieta rica em proteína também pode ser prejudicial, pois em excesso ela contribui para a excreção de cálcio pelo organismo”, finaliza a profissional.

Um abraço para todas e ate amanhã com muito amor.

Elas São Des

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Iris de Queiroz

Projetos Sociais

quinta-feira, junho 21, 2012

NUNCA FUI SUBSTITUIDA POR UMA MULHER!


Olá garotas lindas do Elas São Des Blog, saúde e poder para todas.

Hoje eu trouxe do site Delas – uma matéria excelente da BBC crédito – Agência Petrobrás por Júlia Dias Carneiro, onde a presidenta da Empresa petrolífera Maria das Graças Foster afirma com todas as letras que é contra a discriminação positiva e que não tem “vocação feminista”.

Vamos ver na íntegra:

A presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, diz que não tem "nenhuma vocação feminista" e rejeita o estabelecimento de cotas para mulheres em empresas.

Graça Foster se posiciona contra cotas por serem discriminatórias

O que precisa ser combatido para promover a igualdade de gênero no mercado de trabalho é o preconceito, afirma em entrevista à BBC Brasil.

Foster participou do fórum de debates promovido pela ONU Mulheres durante a Rio+20 e foi aplaudida pela plateia feminina ao lembrar que é a primeira mulher a presidir uma das cinco maiores empresas de energia do mundo.

"Nós, mulheres, devemos ficar atentas ao preconceito contra as diferenças. A diversidade de raças e gêneros nas empresas é indutora da criatividade e faz a diferença em relação à concorrência", diz.

No painel, Foster afirmou que o empoderamento da mulher contribui para tornar a sociedade "ainda melhor", ressaltou que hoje as mulheres são mais de metade da força de trabalho brasileira - e têm obtido melhores coeficientes de rendimento nas universidades.

Abaixo os principais trechos da entrevista à BBC Brasil.

BBC Brasil - Como mulher, que mensagem a senhora acha importante transmitir na Rio+20?

Maria das Graças Foster - A diversidade de gênero é extremamente saudável e positiva. E faz a diferença. Nos negócios, é importante ter opiniões diferentes, com mulheres e o homens à mesa de discussão. Eu sou uma mulher de negócios. Não sei falar de outra coisa que não seja geração de riquezas em cima de investimentos que são feitos.

Não tenho absolutamente nenhuma vocação feminista. Nao crio valores como, por exemplo, cotas para mulheres, sou completamente contrária a esse tipo de discriminação positiva a favor da mulher. Acho que ela é negativa para os empreendimentos.

BBC Brasil - O que falta para haver uma igualdade maior de gênero no mercado de trabalho?

Maria das Graças Foster - Uma perseguição ao preconceito. Sou completamente contra o preconceito. Acho que ele é perverso e tem uma capacidade muito grande de destruir valor dentro das corporações.

Na Petrobras a diversidade é um valor da companhia e não aceitamos qualquer tipo de preconceito. Entendo que isso seja um bom começo. Só admitimos por concurso.

A indústria do petróleo tradicionalmente é masculina, porque são ambientes hostis, lugares que as mulheres evitam pelo desconforto. Mas a Petrobras hoje não tem qualquer restrição à admissão de mulheres nos quadros, como teve à minha época. Eu tenho 33 anos de empresa e lá atrás você não podia fazer concurso para todas as áreas da Petrobras. Há muito tempo já não temos mais essa restrição.

BBC Brasil - No mercado de petróleo, como se compara a abertura à mulher hoje com o que você viveu quando começou?

Maria das Graças Foster - Havia muito menos mulheres do que hoje. A Petrobras Holding tem 62 mil funcionários e essa força de trabalho tem 16% de mulheres e 84% de homens. À minha época, eram 5% mulheres e 95% homens.

É um processo (de mudança) lento e a motivação maior para isso é muito simples. Hoje há mais mulheres nas universidades no Brasil do que homens, elas concluem seus cursos com coeficiente de rendimento maior do que dos homens e conseguem um nível de aprovação bastante alto nas empresas.

BBC Brasil - Você é a primeira mulher presidente da Petrobras. Imagina que o quadro de funcionários pode chegar a 50-50?

Maria das Graças Foster - Não, não imagino. No curto prazo não e nem no médio. Porque há muito menos mulheres na Petrobras. Não é uma questão de "você não pode porque você é mulher". É porque há muito mais homens tendo a oportunidade de demonstrar o seu trabalho do que mulheres.

Isso é uma questão de tempo. Eu não sei se precisamos de 10 anos ou 20 anos. Nada impede que a próxima (presidente) seja mulher também. Mas se você olhar estatisticamente, a probabilidade é que tenhamos mais homens presidentes da Petrobras no curto prazo.

Quando eu olho para trás, em todos os postos que ocupei desde que entrei (na empresa), desde minha primeira gerência como chefe de setor da perfuração, sempre fui a primeira mulher. Mas depois não veio nenhuma mulher. Isso é que me preocupa. Nunca fui substituída por uma mulher. Mas é uma questão estatística e não de preconceito da Petrobras.

E vocês meninas, o que acham da opinião da Petrobrás?

Beijão para todas e até amanhã.

Elas São Des

Por

Iris de Queiroz

Projetos Sociais

quarta-feira, junho 20, 2012

SÓ SE FOR COM SAÚDE!!


Oi amigas e amigos do blog, bom dia para vocês.

Nosso encontro hoje é sobre dieta de engorda.

O crédito é do Novo Portal Zun - Adeni

O artigo afirma que a magreza pode até incomodar muitas pessoas, mas, assim como para os gordos, existem procedimentos que podem ajudar nessa situação.

Vamos ver?

Da mesma forma que muitos fazem um enorme esforço para emagrecer, alguns outros têm dificuldades parecidas, mas para engordar.

Essas pessoas, em número bem menor do que aquelas que querem emagrecer fazem de tudo para engordar, por isso, comem de tudo e aceitam os mais diversos conselhos na ânsia de engordarem ao menos algumas graminhas, mas que frustração ao subir na balança e ver que esta não se move do peso de sempre. Por que acontece isso?

A resposta está no velho e conhecido metabolismo.

Ser magro é doença?

Não necessariamente, porém ser magro, além de uma questão de biótipo, pode ter relação com problemas psicológicos, como a depressão e anorexia, é preciso estar atento, pois caso a pessoa comece a emagrecer repentinamente torna-se necessário um acompanhamento médico.

Outro fator que influencia é o metabolismo, que em algumas pessoas é acelerado em outras não, por isso, uns podem ser magros demais, outros obesos, mas caso esteja realmente disposto a uma dieta para engordar, o melhor a fazer é buscar um especialista, pois a busca de aumento de peso feito de forma errada pode desencadear uma alteração no metabolismo levando o indivíduo a obesidade.

Como engordar com saúde

Costuma-se dizer que o nosso corpo é aquilo que comemos.

Se alguém tem atividades que consomem mais energia, necessariamente precisam comer mais, porém o segredo é não tentar engordar através de bobagens alimentares, como salgadinhos fritos, guloseimas, sorvetes, açúcar e gordura, para qualquer pessoa, magra ou gorda, a regra segue a mesma: alimentação saudável e equilibrada, unida também a prática de exercícios físicos, para o ganho de massa muscular.

Muito cuidado com relação aos famosos medicamentos que dizem “abrir o apetite”, como trabalham na parte hormonal, podem comprometer o organismo, medicamentos e suplementos devem ser prescritos somente por um profissional.

Dicas nutricionais para engordar

O abacate é uma das melhores alternativas para quem quer começar a engordar.

Tem ótima gordura, suas fibras solúveis promovem a soma de energia, bem como, a regularidade do trânsito intestinal, aumenta o colesterol bom e desestimula a oxidação do colesterol ruim.

Você poderá consumi-lo em pedaços, na vitamina, amassado com limão, sal e alho, bem como, em pedaços num lanche natural.

Aumente o consumo de alimentos integrais, tais como a aveia, pães, granola, biscoitos, entre outros, também consuma alimentos oleaginosos, como as castanhas, amêndoas, nozes, etc.

Opte sempre pelo azeite no alimento que é energético. Enriqueça em termos calóricos todas as refeições habituais. Alimente-se de 6 a 8 vezes ao dia, e não se esqueça de ingerir água em pequenas quantidades durante todo o dia.

À noite, coma alimentos nutritivos e não pesados, sem esquecer-se dos vegetais e frutas, essenciais com seus nutrientes.

Saúde para todos e até amanhã.

Elas São Des

Por

Iris de Queiroz

Projetos Sociais

terça-feira, junho 19, 2012

GANHAMOS MENOS!!


Olá amigas do Blog, saúde e prosperidade para todas.

Hoje nosso encontro apresenta um artigo do site Delas, texto de Carina Martins, iG São Paulo, sobre o tema: Por que eu estudo e trabalho mais, mas ganho menos?

A autora diz que em todo o país, e em todas as categorias profissionais, as mulheres ganham menos do que os homens. Por quê?

A noção de que as mulheres ganham menos do que os homens é tão antiga quanto a chegada delas ao mercado de trabalho. Mas desde que os direitos passaram a ser iguais para todos, essa ideia muitas vezes se abstrai em estatísticas que dificilmente levam alguém a identificar-se individualmente. Afinal, se o empregador não corta fora deliberadamente um naco do contra-cheque toda vez que o RH decide que a contratada é uma moça, como explicar essa diferença? E como saber se ela existe mesmo?

Indicadores sociais divulgados pelo IBGE em 2009 mostram a discrepância entre a média salarial de homens e mulheres

Primeiro, as estatísticas. Elas são bem claras: em todo o país, e em todas as categorias profissionais, as mulheres ganham menos do que os homens. E não é um pouco menos: considerando-se a média salarial nacional segundo o IBGE, eles recebem quase 40% a mais que elas (veja quadro).

Até mesmo no segmento dos empregados domésticos, que é quase totalmente feminino, os homens ganham mais. Até mesmo na categoria de empregadores, em que não há um patrão responsável por definir a remuneração, as mulheres ficam atrás. Até mesmo no funcionalismo público, em que as vagas têm seus salários publicados oficialmente antes de serem preenchidas, e a escolha dos contratados é feita por concurso, o rendimento é menor.

Por quê?

Os caminhos que levam à discrepância são menos claros que os números. Grosso modo, segundo especialistas, dá para dizer que as escolhas profissionais femininas são influenciadas por aspectos culturais que acabam afetando, entre outras coisas, seu rendimento. A ideia de que existem carreiras mais “femininas” que outras, e a divisão de dedicação entre vida profissional e maternidade estão entre elas.

“Mesmo com o grau de escolaridade mais alto, a discrepância entre homens e mulheres no mercado de trabalho seguem elevadas.

As mulheres têm o rendimento menor que os homens e ocupam condições de trabalho não tão adequadas quanto as deles”, diz Cimar Azeredo gerente de integração da pesquisa mensal de empregos com a pesquisa nacional por amostras de domicílios do IBGE. “A maior parte dos dirigentes e gerentes são homens no contexto geral. Os dados mostram que existe uma participação maior deles nos grupamentos que pagam mais caro”.

É exatamente nos números sobre cargos de dirigentes que fica clara a existência de uma barreira no avanço feminino. Há uma etapa que as mulheres simplesmente não transpõem. A diferença no índice de ocupação geral entre homens e mulheres vem caindo de forma gradativa.

Mas nos números de quando essa ocupação se dá em cargos de chefia (que o IBGE chama oficialmente de dirigentes), essa tendência não se repete. No topo da pirâmide profissional, a distância entre eles e elas continua rigorosamente a mesma - 5,6% dos homens trabalhadores eram dirigentes contra 4,1% das mulheres em 2003; cinco anos depois, eles subiram para 5,9% e elas para 4,4%. Ou seja, mais trabalhadores são chefes hoje, mas a diferença entre homens e mulheres não diminuiu um centímetro neste caso.

“Em média, a mulher tem mais escolaridade que o homem. Mas no mercado de trabalho, perde na indústria, nos serviços, na área de educação. Ela acaba perdendo participação até por uma questão cultural mesmo, de os grupamentos que pagam mais serem mais atrativos para os homens.

Por exemplo, engenheiros da área do petróleo. Quantas mulheres se formaram engenheiras e se interessaram por essa área? Será que elas não preferiram psicologia?”, questiona Cimar.

A pesquisadora da Fundação Carlos Chagas Cristina Bruschini explica: “Há diferenças importantes, como uma concentração feminina em determinadas áreas que não têm tanto prestígio.

As mulheres encontram mais dificuldade nos guetos ocupacionais, ou seja, nas atividades consideradas masculinas, que muitas vezes são também as que remuneram melhor”. Para ela, as mulheres não se encaminham para essas áreas menos valorizadas: são encaminhadas.

“Elas se sujeitam porque é uma coisa cultural, de formação de identidade. Na escola, na família, aprendem que existem tarefas mais femininas e outras mais masculinas. Isso vem desde cedo, quando, por exemplo, trepar em árvore é coisa de menino e lavar louça é coisa de menina”.

A questão de formação da identidade ajuda a explicar muitos dados, inclusive um dos mais intrigantes: por que as mulheres ganham menos mesmo quando são as responsáveis por sua remuneração, ou seja, quando são empregadoras? Para os especialistas, é quase sempre uma questão da escolha do tipo de empreendimento – mulheres tenderiam a abrir negócios também “femininos”, como salões de beleza. Nada a ver com a qualidade de seu desempenho na função, portanto.

Carreira x maternidade

Escolher um caminho “feminino”, no entanto, vai além de preferir uma carreira de humanidades ou uma loja de velas perfumadas. A identidade cultural aliada a questões bem concretas e cotidianas fazem com que a mulher se sinta obrigada sim a escolher entre carreira e maternidade. E se por um lado as opções muitas vezes não são excludentes, por outro quase sempre significam um limite na dedicação possível a uma ou outra.

Um estudo realizado pelo Dieese em seis regiões metropolitanas brasileiras mostra que o rendimento da mulher é afetado significativamente se ela é casada e tem filhos. Para pior. Na região metropolitana de São Paulo, por exemplo, o estudo aponta que mulheres que vivem sozinhas têm um rendimento médio de R$ 8,98 por hora, mais do que os R$ 6,91 das que vivem com um companheiro, mas sem filhos. Quando além de marido elas também têm filhos, o rendimento cai para R$ 5,89, superior apenas aos das mães que cuidam dos filhos sem um companheiro: R$ 5,39.

Bruschini acredita que essa tendência se confirma também nas demais regiões do país. “O que mais conta aí é maternidade e filhos pequenos, não tanto viver em uma situação conjugal”, diz, reforçando que a “mulher” das estatísticas é sempre um ente genérico numa colcha de retalhos de possibilidades. “As mulheres têm noção de que vão ter uma dupla jornada no futuro.

Se terão que fazer as duas coisas, elas já procuram a que exige menos. Na medicina estão na pediatria e não estão na cirurgia cardíaca, por exemplo. É meio que uma percepção da realidade”, afirma. Partir do princípio de que se quiserem ter uma família, não poderão se dedicar de forma integral ao trabalho, explica a barreira que mantém as mulheres longe dos cargos de gerência.

Apesar de tudo, tem havido um crescimento no mercado de trabalho de mães. “Mais por uma mudança sensível na identidade feminina mesmo – na escolaridade, no desejo das que podem desejar. As mulheres não querem ficar mais no espaço doméstico”, acredita Bruschini.

Para ela, a conciliação entre família e carreira pode ganhar força com investimentos em duas esferas: pública e doméstica. “Investir infinitamente em creches e escolas em tempo integral, com horários compatíveis com os das trabalhadoras. E investindo em campanhas para incentivar os companheiros nos cuidados das crianças. Ou seja, não só cumprindo a legislação, mas também ampliando”.

Discriminação

A história do patrão que oferece um contra-cheque mutilado a suas funcionárias pode não ser a regra, mas não significa que não exista. “Essa diferença não deve ser só preconceito a essas alturas do século 21, embora tenha um restinho que seja”, admite Bruschini.

Partilhando a mesma tese, a senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) propôs um projeto de lei que leva para até vinte vezes o salário da trabalhadora a multa administrativa aplicável a empregadores que pagarem valores diferentes para uma mesma função.

“Quando Obama assumiu e anunciou que ia mandar uma lei para o Congresso garantindo igualdade salarial entre homens e mulheres, causou um frisson no planeta. Então lembrei que nossa legislação já prevê esse tratamento igualitário às mulheres, mas precisava de reforço”, afirma a senadora.

O projeto está atualmente na Comissão de Constituição e Justiça do Senado e recebeu em dezembro o apoio e um acréscimo da ministra Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. “Este ano nossa grande expectativa é a aprovação no Congresso Nacional da Lei da Igualdade no mundo do trabalho”, afirma a ministra.

“Nós esperamos fazer audiências públicas em todo o Brasil discutindo essas questões, porque as condições que as mulheres se encontram no mercado de trabalho ainda embutem uma série de discriminações, inclusive do ponto de vista remuneratório e de direitos”.

A senadora não acredita que uma lei mais rígida possa acabar tendo o efeito contrário, ou seja, que empregadores possam evitar contratar mulheres com medo de processos. “Já foi o tempo em que a gente ficava retraído e com medo. Pode ter um caso ou dois, mas acredito que não”, diz Serys. “Se não vão pelo amor, vamos pela dor”

Um abraço para todas e até amanhã.

Elas São Des

Por

Iris de Queiroz

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quarta-feira, junho 13, 2012

DIGA COM CUIDADO!!


Olá meninas, boa quarta feira para vocês.

Seu Amor engordou? Então a redação do site Bolsa de mulher nos ensina como falar que ele está acima do peso.

Curta isso.

Dizem que o amor é cego, mas se está difícil ignorar aqueles quilos a mais que o seu parceiro conquistou nos últimos anos, saiba que existe uma saída. Você pode dizer para ele que já não tem o mesmo corpo de antes, porém, há uma maneira correta para isso.

“Por se tratar de um assunto delicado, que envolve a imagem corporal, a empatia é importante. Coloque-se no lugar dele e pense como você gostaria de ser tratada se estivesse na posição do seu companheiro”, afirma a psicóloga Vanessa Ebeling.

Normalmente, a postura da mulher é falar logo de cara o que pensa e cobrar do parceiro uma mudança imediata. Mas isso não vai ajudá-lo. “Tanto o homem quanto a mulher, em uma relação, necessitam de aceitação, independentemente de suas imperfeições.

A melhor maneira de ajudar o parceiro a modificar algo é não insistir, impor ou exigir a mudança para que ele não se sinta controlado, pressionado ou rejeitado. Compartilhar pensamentos e sentimentos a respeito do que está sendo incomôdo e o que ele pensa fazem diferença”, observa Ebeling.

Com carinho e paciência, você também pode ajudar seu companheiro a reconquistar a vontade de se cuidar mais e perder os quilinhos extras. Procure mostrar para ele o quanto era mais bonito quando estava em forma.

“Se a autoestima dele não é afetada, o parceiro terá uma percepção positiva de si e do seu corpo e não vai querer mudar. Porém, com esse estímulo, dá para compreender que perder peso pode trazer benefícios para a sua vida”, explica a psicóloga.

Cobranças à parte, sugira alguma atividade física que ele goste e o acompanhe na rotina de exercícios, por exemplo. A opinião dele vai contar muito nesse caso.

“Descubra o que o seu namorado valoriza em termos de habilidades físicas, aptidões, saúde, qualidade de vida e imagem corporal.

Exponha o lado positivo de reduzir as medidas: perder peso, significa uma vida mais saudável, tanto fisicamente quanto emocionalmente”, completa ela.

Não fique acanhada na hora de ajudar o seu parceiro, seja honesta e diga o que está sentindo sem medo de errar.

“Um relacionamento é saudável quando os parceiros conseguem falar sobre seus pontos de vista, necessidades e desejos, bem como algo que gostariam que fosse diferente, sem que isso implique em crítica, imposição ou exigência”, finaliza a terapeuta.

Abraços para vocês e até amanhã.

Elas São Des

Por

Iris de Queiroz

Projetos Sociais