quinta-feira, maio 05, 2011

MUDAR SOMENTE PELO SALARIO!!


Olá amigas e seguidoras do Elas São Des Bog, eu desejo a todas muita competência e realização nesta quinta feira de maio.

Nossa reflexão hoje é da articulista Danielle Nordi, do iG São Paulo.

Ela diz que Mudar de profissão para ganhar mais dinheiro é questionável, pois a decisão de trocar de carreira nem sempre é guiada pela identificação com o ofício. Muitas vezes, o salário fala mais alto.

Acompanhem por favor e reflitam:

“Eu mudei de profissão porque queria ganhar dinheiro”, afirma Ana Cavallari, 27. Hoje, ela é uma bem-sucedida “broker”- palavra inglesa que significa “corretor” e é usada pelo mercado financeiro para se referir a quem trabalha com compra e venda de ações. Ao contrário de muita gente, Ana admite sem pudores que dinheiro foi seu principal motivador na hora de escolher um ofício. Para ganhar mais, ela abandonou a carreira que tinha escolhido por vocação, no ramo de hotelaria.

Alguém que abandona uma profissão que não lhe agrada e procura por algo que dê mais prazer, aparentemente, pode parecer que tem intenções mais nobres do que a pessoa que resolve tomar a mesma atitude, mas por razões financeiras. Será que dinheiro é um motivo legítimo para trocar de profissão?

A psicóloga e coach – profissional que auxilia pessoas a planejarem e encontrarem uma forma de desenvolver seus projetos, seja no âmbito pessoal ou profissional – Rosângela Casseano acha que sim. “Cada um vai em busca de seus valores. Muita gente dá mais importância a ter uma vida financeira boa do que procurar uma profissão que traga mais satisfação pessoal. Para estas pessoas a conquista financeira é fundamental. Não há nada de errado com isso”, explica.

O presidente da Sociedade Brasileira de Coaching, Villela da Matta, concorda. “Com certeza a pessoa não se deve recriminar. Cada momento da vida é pautado por algo importante. Quando uma pessoa toma uma decisão é porque sente necessidade de satisfazer algo que está faltando.”

Viagens e compras

Quando entrou na faculdade de Administração Hoteleira, Ana Cavallari achava que estava no caminho certo. No segundo ano de faculdade, percebeu que os profissionais deste ramo não tinham salários compatíveis com os que ela imaginava ganhar no futuro. Mesmo assim resolveu não abandonar o curso e se formou. Trabalhou seis meses na área e, apesar de ter gostado da experiência, decidiu que a carga de horário pesada e a remuneração baixa não valiam a pena. Foi então que recomeçou do zero. Novo vestibular e outra profissão.

“Fiz a faculdade de Administração de Empresas em dois anos, pois consegui eliminar algumas matérias. Optei por este curso porque é generalista e acreditava que dentro de uma empresa eu teria mais perspectivas de crescimento do que num hotel”, relembra Ana.

Há quatro anos ela conseguiu um estágio numa corretora de valores e não saiu mais. Descobriu que, além da realização financeira que sempre quis, poderia também gostar do seu trabalho.

“Dei sorte. Gosto de ser broker. Ganho bem e ainda faço uma coisa que me dá prazer.” Mas afinal, por que ter uma remuneração boa foi tão determinante assim? “Eu gosto de viajar, conhecer lugares e culturas novas. Adoro comprar o que bem entendo e pagar minhas contas com o dinheiro do meu trabalho. Nunca quis ser dependente de ninguém e ter que dar satisfações sobre o que faço ou deixo de fazer com meu dinheiro.”

Perspectiva de crescimento

Bons cargos e salários estão diretamente ligados a um elevado nível de cobrança e responsabilidade. O ex-jornalista e agora gerente nacional de vendas, Rodrigo Garofalo, 33, sabe bem disso. “Quando deixei a redação eu sabia que tinha um belo desafio pela frente. Sempre tive consciência de que ser bem remunerado não é algo que vem sem problemas. O estresse e a cobrança são enormes”, diz.

Para Rodrigo, dinheiro não foi fator único na mudança de carreira. Não ter perspectiva de crescimento, naquele momento, pesou bastante. “Recebi uma proposta, que julguei ser melhor a longo prazo e veio aliada a um bom salário. Não tive dúvidas de que era o momento certo de arriscar uma mudança profissional. Gosto do que faço e minha motivação só aumentou”, diz.

A gerente de recursos humanos Claudia Araújo, 36, confessa que seu sonho de infância era ser psicóloga. Chegou a cursar dois anos na faculdade, mas desistiu porque não conseguia pagar. Foi trabalhar com turismo, mas se decepcionou com o salário e a falta de estabilidade. Em busca de uma vida financeira melhor, aceitou um emprego de recepcionista bilíngue e começou a frequentar o curso de Administração de Empresas.

“Eu fui bem ousada. Quando vagou o cargo de supervisor administrativo financeiro, fui lá e pedi para fazer uma experiência de três meses. A empresa topou e me esforcei para ter uma formação nesta área”, relembra. O desejo de ser psicóloga nunca foi extinto, mas Claudia enxergou que não obteria o retorno financeiro que desejava se optasse por deixar o ambiente corporativo.

Ela conta que sabe que se desviou de seus sonhos por muito tempo. Depois que estava estabelecida na empresa, pediu um cargo na área de RH – que se aproximava o suficiente da área de psicologia que tanto a fascinava. Conseguiu e comemorou. “Tenho a minha casa, meu carro e faço minhas viagens. Eu sei que durante muito tempo trabalhei por dinheiro, mas tive uma boa oportunidade de conciliar minhas escolhas profissionais com a área que gostava desde criança.”

Riscos e frustrações

Existem momentos em que a mudança é mais fácil, com certeza. Quanto menos compromissos financeiros a pessoa precisa assumir, melhor. A psicóloga Rosângela argumenta, no entanto, que mesmo sendo difícil, sempre é tempo de buscar novos desafios.

“Tive um cliente que queria ser médico aos 45 anos. Como ele era administrador de empresas, resolvemos que ele poderia se especializar em administração hospitalar. Ele topou e está bem feliz”, conta. Ela ressalta que, às vezes, é mais viável aproveitar a carreira atual e realizar pequenos ajustes do que recomeçar do zero em outra profissão.

De acordo com Villela da Mata, é preciso fazer um alerta: abandonar um emprego para ir em busca de algo diferente representa um grande risco. “O único momento que não possui tanto peso é quando você escolhe sua primeira profissão. Depois disso, a pessoa tende a ter mais responsabilidades com o passar do tempo e o risco de trocar de carreira vai aumentando. Justamente por isso, planejamento é fundamental”, alerta.

“Mesmo que dê tudo certo, há a possibilidade de frustrações com a nova escolha. Ninguém pode se iludir e achar que apenas dinheiro irá sustentar uma vida profissional longa. Neste caso, uma saída para aliviar a insatisfação seria procurar uma atividade, em paralelo, que proporcione mais prazer”, explica Rosângela. Algumas das opções citadas pela psicóloga foram trabalho voluntário, constituir um negócio próprio ou mesmo buscar apoio em alguma crença. Não importa como, o que vale é ter algo em sua vida que traga momentos de felicidade.

Abraços para todas e um bom dia.

Elas São Des

Por

Iris de Queiroz

Coordenadora do Projeto

quarta-feira, maio 04, 2011

QUAL O PRAZO IDEAL PARA SE AMARRAR?


Amigas e seguidoras do Elas São Des Blog eu desejo a todas um mês de maio promissor, repleto de oportunidades.

Por falar em oportunidades hoje nossa reflexão é sobre o prazo ideal para se casar numa matéria colhida do site Terra Mulher, com texto de Michelle Achkar.

A autora esclarece que uma pesquisa provou que 2 anos e 5 meses é o prazo ideal para casar. Será??

Acompanhe detalhes.

Os relacionamentos estão mais abertos, regras são discutíveis e a sociedade não pede mais padrões de comportamentos antes exigidos.

Mas uma pesquisa realizada na Inglaterra, por uma entidade de defesa ambiental, chegou à conclusão de que as mulheres têm um prazo ideal para namorar e casar.

Mais de 2 mil mulheres foram ouvidas pela organização I love natural cork (Eu amo rolha natural), que visa combater o uso de rolhas sintéticas cuja produção têm impactos ambiental e social.

Para entender por que a entidade fez a pesquisa, basta lembrar que o estouro do champanhe é um dos principais rituais do casamento, daí a importância de uma boa rolha. Confira os resultados:

1. O prazo ideal para casar é após dois anos e cinco meses de relacionamento.

2. Após essa duração de namoro, elas afirmam que não escondem o desejo de oficializar a união e que passam a dar indiretas e a demonstrar interesse por lojas e revistas de noivas.

3. A maioria das mulheres espera que o homem faça o pedido, afirmação feita por nove em cada 10 entrevistadas.

4. Uma em cada 10 mulheres ouvidas afirmou já ter dispensado um namorado porque esperaram muito tempo que ele tomasse a decisão de se casar.

5. 75% das pesquisadas afirmou estar esperando que seu parceiro faça o pedido de casamento.

Poxa, se eu fosse vocês não ficava esperando que ele pedisse não.

Vai que o moço seja tímido?

Abraçando a todas

Elas São Des

Por

Iris de Queiroz

Coordenadora do Projeto

terça-feira, maio 03, 2011

ELAS SÃO MAIORIA EM MARACANAÚ

Olá amigos do Elas São Des Blog, prosperidade e saúde para todos.

Segundo o senso de 2010 as mulheres são maioria e representam 51,17% da população maracanauense. Confira outros números do Censo.

Maracanaú tem 209.057 habitantes, conforme os resultados finais do Censo 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O levantamento mostrou que, em comparação com o Censo 2000, houve aumento de 29.325 habitantes.

O crescimento da população da cidade foi de 16,31%, acima do percentual nacional, que foi de 12,3%.

A pesquisa mostrou que o país conta com 190.755.799 habitantes. No Ceará a população é de 8.452.381 habitantes.

De acordo com os números da pesquisa, as mulheres representam 51,17% da população.

Os homens só ficam a frente na faixa etária de 1 a 14 anos. Durante a pesquisa, foram encontradas 23 pessoas no município que conseguiram superar a barreira dos 100 anos de idade, sendo 17 mulheres e 6 homens.

Abraçando a todos

Pajuçara em Foco

Por

Iris de Queiroz

Educadora

Com especialização em psicopedagogia

segunda-feira, maio 02, 2011

MAIS VELHO OU MAIS JOVEM??


Bom dia amigas do Elas São Des Blog, luz e paz para todas.

Como o mês de maio é tradicionalmente conhecido como o mês das noivas, nós trouxemos um artigo de Cibele Fabichak, onde se esclarece que as mulheres que casam com homens mais jovens aumentam risco de mortalidadel

Saiba detalhes.

A ciência já comprovou que o casamento faz bem para a saúde de homens e mulheres. No quesito longevidade, se o casal tiver idade semelhante os benefícios serão maiores para a mulher. Explica-se.

Pesquisas têm mostrado que homens casados com mulheres mais jovens vivem mais e acreditava-se que mulheres casadas com homens mais novos também teriam uma vida mais longa.

Entretanto, um estudo feito no Instituto de Pesquisa Demográfica Max Planck da Alemanha, mostra que se houver uma diferença de idade entre o casal, esse intervalo de anos provoca efeitos bem desiguais na expectativa de vida do homem e da mulher.

O estudo alemão analisou os registros médicos de mais de 2 milhões de casais dinamarqueses, e sugere que o melhor para a mulher é casar com um homem exatamente da mesma idade para garantir uma vida longa e saudável.

Isso porque o maior intervalo de idade entre uma mulher e seu marido encurta a expectativa de vida da mulher. Ou seja, um homem mais velho encurta a vida dela e um marido mais jovem também proporciona o mesmo efeito.

Vejamos os resultados: um homem que é sete ou nove anos mais velho do que sua esposa tem uma taxa de mortalidade 11% menor do que um homem cuja esposa tem a mesma idade.

Contudo, uma mulher que é sete ou nove anos mais velha do seu marido tem uma taxa de mortalidade 20% maior do que se ela estivesse casada com um homem da mesma idade.

A explicação "clássica" seria de que homens mais saudáveis acabam escolhendo parceiras mais jovens que por sua vez têm maior expectativa de vida.

Tais esposas mais jovens trazem para o casamento alguns benefícios, especialmente psicológicos e sociais, para o homem mais velho: além da vitalidade maior, a mulher mais jovem pode ser uma "cuidadora" na idade mais avançada, ajudando a prolongar a vida do parceiro.

Para Sven Drefahl, líder da pesquisa, ainda há dúvidas nestas explicações e afirma que ainda não estão claros quais são os motivos para as diferenças de mortalidade por causa de intervalo de idade das esposas.

Um das hipóteses que ele levanta é sobre a qualidade das amizades do homem e da mulher ao longo da vida.

As mulheres costumam ter mais amizades íntimas fora do casamento do que o homem.

Além do que, um marido mais jovem não ajudaria a aumentar a expectativa de vida de sua esposa mais velha por tomar conta dela, ou para fazer caminhadas, pois ela tem amizades que poderiam fazer isto por ela. Mas, o homem mais velho não tem.

Casamento com homem mais novo deixa a mulher mais tensa

Assim, a mulher mais velha não obtém benefícios de um parceiro mais jovem. Outro fator abordado no estudo é que a diferença de idade entre o casal onde o homem é mais novo é encarada pela sociedade como algo que vai contra as normas sociais e daí, o casal, e especialmente a mulher, pode sofrer certa marginalização e receber menos suporte social.

Como consequência, o casal experimentaria uma vida menos prazerosa e mais estressante reduzindo a saúde e finalmente aumentando a mortalidade.

Importante: isso são especulações.

A boa notícia é que mulheres e homens casados ou em união estável, tendem a ter uma vida mais longa do que as pessoas não casada.

Vale destacar que num "mau casamento" onde os cônjuges bloqueiam as reações emocionais frente a uma ofensiva ou crítica injusta do parceiro, o risco de morte é duplicado.

Já no "bom casamento" os efeitos positivos são reais na saúde do casal.

Abracando a todas com muito carinho

Elas São Des

Por

Iris de Queiroz

Coordenadora do Projeto

domingo, maio 01, 2011

FELIZ FERIADO

recado para orkut

SUCESSO EM DEZ PASSOS PARA VOCÊ


Bom domingo para todas as seguidoras do Elas São é o que desejamos neste feriado primeiro de maio.

Aqui no nosso espaço estamos sempre motivando as mulheres de pajuçara maracanaú e as do mundo para que melhorem-se em todos os sentidos, pois os anos vindouros serão muito competitivos e somente quem estiver antenado com os novos tempos, poderá lougrar êxito em seus empreendimentos.

Para que vocês continuem muito bem informadas, nós trouxemos mais uma matéria da estonteante Deborah Busko, onde ela nos presenteia com 10 passos para o sucesso profissional.

Leia com atenção por que a Diva diz tudo o que vocês precisam saber para alcançar o sucesso profissional.

Acompanhem por favor e sejam cada vez mais poderosas.

Seja uma profissional de destaque no mercado de trabalho e conquiste o sucesso investindo em você mesma. Conheça os 10 passos para o sucesso profissional e coloque todos eles em prática.

1. Tenha objetivos: O primeiro passo para alcançar o sucesso profissional é fazer um planejamento da sua carreira. Analise, pesquise, procure informações sobre a área em que deseja atuar. Sabendo mais sobre o caminho que você deseja seguir, fica mais fácil definir seus objetivos. Depois, trace metas de curto, médio e longo prazos e estimule prazos para alcançar cada uma delas.

2. Explore seus pontos fortes: Além de saber quais são suas limitações, é preciso que você saiba quais são seus maiores talentos e habilidades. Descobrir seus pontos fortes e usá-los na prática a seu favor aumenta suas chances de se destacar na vida profissional.

3. Reavalie suas metas: Sempre que necessário, reavalie seu planejamento e faça as adaptações necessárias conforme as mudanças do mercado, mas sem perder o foco.

4. Busque capacitação: O mercado de trabalho muda constantemente e é preciso estar atenta para saber quais habilidades são necessárias para alavancar sua carreira. Procure cursos de seu interesse, investir em qualificação certamente conta pontos positivos na hora de uma contratação e abre portas para as promoções.

5. Seja flexível: As empresas procuram profissionais que saibam aceitar as diferenças entre pessoas e estejam preparados conviver com situações inusitadas. É o famoso “jogo de cintura”. Às vezes, tomar decisões e agir de maneira diferente, fugindo do convencional, cedendo e se adaptando às situações pode proporcionar novas experiências. Mas lembre-se de manter o equilíbrio.

6. Saiba trabalhar em equipe: Saber realizar um bom trabalho com outras pessoas é uma das características indispensáveis para o sucesso profissional. Mantenha um bom relacionamento com os colegas de trabalho, exponha suas idéias e saiba ouvir o que os outros têm a dizer.

7. Destaque-se: Use a criatividade e tenha idéias inovadoras. Demonstre interesse em aprender coisas novas, apresente soluções e busque os melhores resultados. Tenha atitudes positivas, pense em como ajudar outros com seus conhecimentos, seja uma pessoa com quem todos podem contar.

8. Mantenha uma boa rede de relacionamentos: Ter bons contatos é essencial, é uma boa chance de se fazer notar no meio profissional e ainda conhecer pessoas interessantes. Guarde os cartões de visita que recebe, mantenha os e-mails das pessoas conhecidas sempre atualizados, utilize os recursos que a internet oferece, como as redes sociais.

9. Use o marketing pessoal: Aprenda a vender a sua imagem em benefício da sua própria carreira. Mostre seu valor pessoal e suas qualidades dando bons exemplos no dia-a-dia. Demonstre eficiência, interesse, iniciativa, persistência e motivação. Atraia a atenção das pessoas, seja interessante.

10. Encare os novos desafios: Aceite os desafios e aproveite para mostrar sua competência quando precisar realizar uma tarefa que exige maior responsabilidade ou diferente das que está acostumada. Na vida profissional, quem demonstra confiança em si mesmo tem muito mais chances de se destacar.

Abraçando a todas com muito afeto

Elas Sao Des

Por

Iris de Queiroz

Coordenadora do Projeto